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3268467 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

O quadro abaixo contém algumas estimativas de parâmetros genéticos de quatro populações F2 de feijão (Phaseolus vulgaris L.), segregando para o caráter teor de ferro em grãos, expresso em mg Fe kg-1 de massa seca. O ensaio foi conduzido em São Miguel D’ Oeste-SC, na safra 2011/2012. As populações F2 foram obtidas a partir do cruzamento entre as linhagens P1 x P2 (C1), P3 x P4 (C2), P5 x P6 (C3) e P7 x P8 (C4).

Teor de ferro (mg Fe kg-1 de MS)
em populações F2

Herdabiliade ampla (Ha)
%
Herdabilidade restrita (Hr)
%
Grau médio de
dominância (GMD)

Médias
P1, P2, F1 e F2

F2 de C1

≈ 69,56% ≈ 33,73 ≈ 1,0

F1 ≈ P1
F1 > F2

F2 de C2

≈ 85,33% ≈ 71,25% ≈ 1,2

F1 > P1
F1 > F2

F2 de C3

≈ 98,11% ≈ 76, 32% ≈ 0,08

F1 ≈ (P1+P2)/2
F1 ≈ F2

F2 de C4

≈ 91,12% ≈ 70, 72% ≈ 1,0

F1 ≈ P1
F1 > F2

P1, P2, P3, P4, P5 e P6 são as linhagens puras genitoras; F1 corresponde à geração F1 obtida do cruzamento entre duas linhagens; F2 corresponde a geração F2 obtida da autofecundação de plantas F1.

Com base nas informações, analise as afirmativas abaixo.

1. A Ha é mais adequada do que a Hr para inferir o quanto da variância fenotípica total de F2 pode ser transferida às progênies F3 pela seleção, uma vez que esta última (Hr) superestima o progresso genético esperado com a seleção.

2. Estimativas distintas de Ha ou de Hr para um mesmo caráter, em diferentes populações de uma mesma espécie, são comuns, pois ambos os parâmetros dependem da população estudada e das circunstâncias ambientais às quais as plantas são submetidas durante o cultivo.

3. Baixas estimativas de Hr associadas a elevadas estimativas de GMD (F2 de C1, por exemplo) sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2, por meio da análise da segregação e do comportamento médio de sua progênie F3, são mais eficientes e necessárias do que aquelas que se baseiam na avaliação do fenótipo da planta F2 individual. Nesses casos, as progênies devem ser avaliadas em condições experimentais.

4. Baixas estimativas de Hr (F2 de C1, por exemplo) sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2 por meio do comportamento médio de sua progênie, em condições experimentais (repetições, tamanho e forma de parcela, delineamento experimental, experimentos em vários locais), são sempre mais eficientes, desde que também estejam associadas a elevadas estimativas do GMD.

5. Elevadas estimativas Hr sugerem que as estratégias de melhoramento que avaliam o genótipo da planta genitora F2 por meio do seu fenótipo individual não são eficientes para a obtenção de progresso genético, independentemente de estarem (F2 de C4, por exemplo) ou não estarem (F2 de C3, por exemplo) associadas a elevadas estimativas de GMD.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268466 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

A macho-esterilidade genética sensível ao fotoperíodo (MEGSF) é uma característica importante para a produção de cultivares híbridas de arroz (Oryza sativa L. ssp. indica). Duas linhagens (P1 e P2) com elevado nível de polimorfismo para marcadores de microssatélites foram combinadas, gerando a progênie F1 e uma população RC1F1 [(P1xP2)xP2], constituída por 138 plantas. A MSGSF foi medida com base na fertilidade das plantas, a partir da taxa de produção de sementes de uma panícula (não ensacada) por planta. A linhagem P1 é uma cultivar normalmente fértil, enquanto a linhagem P2 apresenta MSGSF. A geração F1 apresenta fenótipo mais próximo à linhagem P1 e a população RC1F1 apresenta distribuição bimodal, contendo uma proporção observada de 106 plantas com diferentes graus de fertilidade : 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade. O teste de qui-quadrado não detectou diferenças significativas para a proporção esperada de 3 F:1 S, ou seja, 103,5 Maior Fertilidade:34,5 Menor Fertilidade/Esterilidade. Dois bulks de DNA foram constituídos pela seleção de plantas RC1F1 extremas quanto ao grau de fertilidade e esterilidade, visando a aplicação da ‘bulked Segregant Analysis (BSA). O primeiro ‘bulk’ foi feito a partir das 36 plantas com maior grau de fertilidade e o segundo bulk, a partir das 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade. Os ‘bulks’ extremos foram polimórficos para os locos marcadores de microssatélites, localizados nos cromossomos 3 (loco M) e 7 (loco N). O loco marcador M foi usado para genotipar as 32 plantas do extremo com menor grau de fertilidade/esterilidade, resultando em 7 genótipos marcadores M1M2 : 25 genótipos marcadores M2M2. O alelo marcador M1 é derivado da linhagem P1 e o alelo marcador M2 é derivado da linhagem P2. O teste de qui-quadrado detectou diferença significativa para a proporção esperada de 1:1 (P < 0,01), ou seja, 16 genótipos marcadores M1M2 : 16 genótipos marcadores M2M2. O loco marcador N foi também foi usado para genotipar as 32 plantas com menor grau de fertilidade/esterilidade, resultando em 3 genótipos marcadores N3N4 : 29 genótipos marcadores N4N4. O alelo marcador N3 é derivado da linhagem P1 e o alelo marcador N4 é derivado da linhagem P2. O teste de qui-quadrado detectou diferença significativa para a proporção esperada de 1:1 (P < 0,01), ou seja, 16 genótipos marcadores N3N4 : 16 genótipos marcadores N4N4.

Com base no exposto, analise as afirmativas abaixo.

1. O polimorfismo encontrado entre ‘bulks’ de DNA extremos e a proporção 7 M1M2 : 25 M2M2 de genótipos marcadores das 32 plantas com menor grau de fertilidade indicam que o loco marcador M, localizado no cromossomo 3, está ligado a um dos locos que controla o caráter MSGSF, em arroz.

2. A distribuição bimodal da população RC1F1 e o polimorfismo identificado entre bulks extremos para os locos marcadores M e N indicam que, pelo menos, dois genes (locos) de grande efeito fenotípico controlam o caráter MSGSF, em arroz.

3. A distribuição bimodal da população RC1F1 (3 F : 1 S) indica que um único gene de grande efeito fenotípico controla o caráter MSGSF, em arroz, e que os locos marcadores M e N não estão ligados a esse gene.

4. O loco marcador M está a cerca de 21,875 unidades de recombinação do loco MSGSF, localizado no cromossomo 3, assim como o loco marcador N está a cerca de 9,375 unidades de recombinação do loco MSGSF, localizado no cromossomo 7.

5. O loco marcador M (cromossomo 3) está a cerca de 5,072 unidades de recombinação de um loco MSGSF, assim como o loco marcador N (cromossomo 7) está a cerca de 2,173 unidades de recombinação do outro loco MSGSF.

6. Os fenótipos P1, P2, F1, a distribuição bimodal da população RC1F1, o polimorfismo identificado entre bulks extremos para os locos marcadores M e N e a segregação dos locos marcadores M e N observada nas 32 plantas do extremo de menor grau de fertilidade indicam que pelo menos dois genes recessivos de grande efeito fenotípico podem estar controlando o caráter MSGSF, em arroz.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268465 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Analise as alternativas abaixo, quanto ao modelo genético-molecular proposto por Staskawiscs et al (1995), para as interações do tipo gene-a-gene.

1. O modelo genético-molecular para as interações do tipo gene-a-gene considera que as moléculas elicitoras (Avr) produzidas pelos genes de avirulência (avrA) do patógeno podem elicitar a morte celular programada (reação de hipersensibilidade), quando são reconhecidas pelos receptores específicos produzidos pelos genes de resistência do hospedeiro (R). Nesse caso, a reação é do tipo compatível e a planta é suscetível, pois ocorre o desenvolvimento da infecção.

2. Quanto às interações genéticas patógeno-hospediero, é correto afirmar que a função de elicitar a morte celular programada (reação de hipersensibilidade) é proporcionada pela molécula produzida pelo gene de avirulência do patógeno, interagindo com o gene de resistência específico do hospedeiro, e não pelo gene de virulência.

3. A luz do modelo genético-molecular proposto por Staskawiscs et al (1995), é mais correto afirmar que ‘para cada gene que condiciona a reação de resistência no hospedeiro, há um gene correspondente no parasita que condiciona a avirulência’.

4. O modelo genético-molecular para as interações do tipo gene-a-gene prevê quatro combinações entre moléculas receptoras e elicitoras e tipos de reações, em sistemas patógeno-hospedeiro. Apenas a combinação entre molécula elicitora, produzida pelo gene de virulência, e molécula receptora, produzida pelo gene de resistência correspondente, possibilita reações do tipo incompatível (reação de hipersensibilidade). Nesse caso, a planta é suscetível, pois ocorre a infecção e subseqüente desenvolvimento da doença.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268464 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) Na Teoria Gene-a-Gene de Flor (1946), elaborada com base em estudos realizados para o patossitema Melampsora lini – Linum usitatissimum L., a condição de virulência do patógeno é dominante e de avirulência recessiva, assim como a condição de resistência do hospedeiro é dominante e de suscetibilidade é recessiva.

( ) Pela Teoria Gene-a-Gene de Flor, a reação de resistência ocorre somente quando os genes complementares no hospedeiro e no parasita forem recessivos.

( ) Pela Teoria de Flor, a variedade que não possui nenhum gene dominante de resistência específico ao patógeno será suscetível a qualquer raça.

( ) Pela Teoria Gene-a-Gene de Flor, a variedade portadora de um gene dominante será resistente a todas as raças portadoras do gene recessivo correspondente para a virulência.

( ) Quanto às interações genéticas patógeno-hospediero, os estudos de Flor (1946) levaram-no a concluir que ‘para cada gene que condiciona a reação de resistência no hospedeiro, há um gene correspondente no parasita que condiciona a patogenicidade’.

( ) As interações gene-a-gene preveem quatro combinações gênicas e tipos de reações, em sistemas patógeno-hospedeiro, sendo que apenas a combinação entre gene de avirulência e gene de resistência possibilita reações do tipo compatível e o hospedeiro suscetível.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

 

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3268463 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

Considere o modelo clássico de análise genética da resistência e patogeniciadade (modelo gene-a-gene), no patossistema Solanum tuberosum - Phytophthora infestans, cujo patógeno é necrotrófico e portador de elevada variabilidade de raças. Analise o quadro abaixo com as reações dos hospedeiros (patodemes) frente às diferentes raças do patógeno (patotipos). Nesse patossistema, ‘Rx’ corresponde ao gene dominante de resistência do hospedeiro, que produz um receptor (x) raça-específica do patógeno. ‘Ax’ corresponde ao gene de avirulência dominante do patógeno, que produz um elicitor (x) clone-específico do hospedeiro.

Clones do
Hospedeiro(*)

Raças do Patógeno
Avirulência dominante (avrA); virulência recessiva (avra)

A1A2A3

a1A2A3 A1a2A3 A1A2a3 a1a2a3 a1a2A3 a1A2a3

A1a2a3

1. R0

S S S S S S S S

2. R1

S S R R R S S R

3. R2

R R S R S S R S

4. R3

S R R S R R S S

5. R1R2

S R R R R S R R

6. R1R3

R R R R S R S R

7. R2R3

S R R R R R R S

8. R1R2R3

R R R R S R R R

(*) R0 significa ausência de genes dominantes no hospedeiro associados aos fatores de virulência/avirulência 1, 2 e 3 do patógeno, assim representando hospedeiros portadores de genótipos r1r1r2r2r3r3; R1 representa hospedeiros com genótipos R1R1r2r2r3r3, R2 representa hospedeiros com genótipos r1r1R2R2r3r3, assim por diante.

Assinale a alternativa que contém todas as reações (R ou S) do hospedeiro corretas.

 

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3268462 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

As linhagens P1 e P2 de feijão (Phaseolus vulgaris L.) e a geração F1 resultante da combinação entre essas duas linhagens apresentaram reação de resistência qualitativa ao isolado 27 de Colletotrichum lindemuthianum. Esse isolado (27) foi inoculado na população RC1F1 [(P1 x P2) x P2], constituída por 138 plantas, das quais 106 apresentaram reação de resistência e 32 apresentaram reação de suscetibilidade. Os resultados do teste de qui-quadrado, aplicado às proporções ¾ resistentes : ¼ suscetíveis (3R:1S), estão apresentados na Tabela.

Tabela Frequências absolutas (observada e esperada) de plantas de milho das linhagens P1 e P2 e gerações F1 e RC1F1, quanto a reação de resistência e suscetibilidade a Colletotrichum lindemuthianum.

Genitores e Gerações

Frequência Observada

Frequência

Esperada

X2(B)

Resistentes/

(Total de Plantas)

Suscetíveis/

(Total de Plantas)

R S(A)

Linhagem P1

Linhagem P2

6 / (6)

6 / (6)

0

0

6R:0S

6R:0S

-

-

F1: (P1 x P2)

8 / (8) 0 8R:0S -

RC1F1: [(P1 x P2) x P2]

106 / (138) 32 / (138) 103,5 R: 34,5 S ns

(A) R: plantas resistentes; S: plantas suscetíveis. (B) ns: não significativo (P > 0,05).

Com base nas informações acima, analise as afirmativas abaixo, quanto às hipóteses genéticas para o controle da resistência a Colletotrichum lindemuthianum.

1. Não existe uma explicação Mendeliana para a segregação 3R:1S, na geração RC1F1, pois essa proporção aparece somente em gerações F2 segregantes para um gene (monogênica) de resistência dominante.

2. A herança genética da resistência pode ser explicada pela segregação de dois genes (digênica), na geração de RC1F1 (3R:1S), a partir da combinação entre duas linhagens resistentes ao isolado 27.

3. A resistência das linhagens P1 e P2 ao isolado (27) pode ser conferida por dois genes pertencentes a diferentes grupos de ligação.

4. A herança genética da resistência pode ser explicada por dois genes (digênica), na geração RC1F1 (3R:1S), somente se os locos que controlam a resistência estiverem ligados, ou seja, se pertencerem ao mesmo grupo de ligação.

5. A resistência genética ao isolado (27) pode ser governada por dois genes (locos) de grande efeito fenotípico, com interações alélicas distintas em cada loco.

6. A herança genética da resistência ao patógeno pode ser explicada pela segregação monogênica 3R:1S, na geração de RC1F1, a partir da combinação entre duas linhagens resistentes ao isolado 27.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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3268461 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

A Tabela contém a distribuição de classes e o percentual de genótipos portadores de locos com genótipos homozigóticos (x) e heterozigóticos (n-x), nas gerações F2 e F6, originadas de um cruzamento biparental entre duas linhagens homozigóticas de alface, as quais estão segregando para quatro locos (n = 4; locos A, B, C e D) independentemente um do outro. As linhagens genitoras P1 e P2 possuem genótipos A1A1B2B2C1C1D1D1 e A2A2B1B1C2C2D2D2, respectivamente. A contribuição dos alelos para a expressão do caráter concentração de beta caroteno, nas folhas (μg g–1), é acumulativa e aditiva, sendo

A1 = B1 = C1 = D1 = 20,0 e A2 = B2 = C2 = D2 = 5,0.

Tabela Distribuição de classes contendo locos com genótipos homozigóticos e heterozigóticos, em populações das gerações F2 e F6, segregando para quatro locos.

Locos

Plantas F2

Plantas F6

Homozigoto
(x)

Heterozigoto
(n-x)
Distribuição de classes (%) Distribuição de classes

(%)

0 4 1 6,25 1 0,000095
1 3 4 25,0 124 0,0118
2 2 6 37,5 5.766 0,5499
3 1 4 25,0 119.164 11,3643
4 0 1 6,25 923.521 88,0738
16 100 1.048.576 100

Distribuição de classes:

[1 + (2m - 1)]n = [( n! ) / (n-x)! x!] . 1n-x.(2m – 1)x

onde m é o número de gerações de autofecundação a partir de F1; n é o número de locos gênicos segregantes; x é o número de locos com genótipos homozigóticos.

Com base nas informações contidas na tabela acima, escolha a alternativa correta para as seguintes perguntas:

1. Qual a proporção de plantas superiores A1A1B1B1C1C1D1D1, nas gerações F2 e F6?

2. Qual a proporção de plantas A1A2B1B2C1C1D1D1, nas gerações F2 e F6?

3. É possível ocorrerem plantas segregantes transgressivas na F2, para uma população de 1024 plantas?

Assinale a alternativa correta.

 

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3268460 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC

A resistência qualitativa do milho ao fungo patogênico Exserohilum turcicum é governada por cinco genes dominantes (A, B, C, N e P) e dois genes recessivos (y e w). Os locos A e P estão ligados sobre o grupo de ligação 2 (bin 2.08); os locos B e N estão ligados sobre o grupo de ligação 8 (bin 8.06); os locos Y e W estão localizados sobre os cromossomos 1 e 3, respectivamente, e o loco C está localizado no cromossomo 5. Cada um desses genes de resistência pode ser superado por uma raça-específica do patógeno. Um melhorista de milho deseja desenvolver uma população sintética, para utilizá-la em programas de melhoramento de híbridos como fonte de novas linhagens elites portadoras de genes de resistência a esse patógeno. Considere que a população sintética será obtida a partir do cruzamento ao acaso entre plantas F1 derivadas da combinação entre duas linhagens, cujos genótipos são AA BB CC nn pp WW YY (Linhagem P1) e AA bb CC NN pp WW yy (Linhagem P2), e que o valor de recombinação entre os locos A e P é de 40% e entre os locos B e N é de 20%.

Com base nessas informações, responda:

1. Qual o número de genótipos diferentes para o caráter resistência a Exserohilum turcicum, na população sintética resultante da polinização ao acaso entre plantas F1?

2. Qual a percentagem de plantas resistentes AA BB CC NN pp WW yy, na população sintética constituída, admitindo ausência de erro de amostragem (população perfeita)?

3. Qual deve ser o tamanho mínimo da população sintética perfeita (sem erro de amostragem), para encontrar ao menos 20 plantas portadoras de genótipo AA BB CC NN pp WW yy?

Assinale a alternativa correta.

 

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Text

Thinking the unthinkable

Today, it seems that no one is uninformed about the environment. Every day the media shows us more evidence of climate change: extreme weather, melting icecaps, and rising seas. Most of us believe we can do something to prevent global disaster, such as recycling, or conserving energy.

It’s strange to recall that, before the 1960s, few people knew of the damage we were doing to the planet. However, one scientist had already realized the dangers ahead. And today, this same man believes it may be too late to save the world.

In the 1960s, Professor James Lovelock came up with one of the most famous theories on the environment – the GAIA hypothesis. According to this hypothesis, the earth’s atmosphere, soil, and oceans work in concert to provide an inhabitable environment for humans. If we disrupt these elements too severely, the earth may one day become uninhabitable.

In the decade before he developed the Gaia hypothesis, Lovelock had created a device to detect atmospheric chemicals. With this device, he discovered particular chemicals, called CFCs. Later, other scientists discovered that these CFCs had damaged the earth’s ozone layer. Before then, we hadn’t knows about the hole in the ozone layer.

By 1979, Lovelock had put forward his theories on the environment, in his first book. At that time, few people believe him. Before scientists such as Lovelock publicized environmental issues, the environment hadn’t been a very fashionable topic. In 2004, after many people had only just started to accept the reality of global warming, Lovelock became convinced that climate change was irreversible. In 2006, he wrote another book describing his latest ideas. In 40 years, Lovelock believes large parts of the world will be desert. We will need to make synthesized food to feed the world’s population.

‘Is Lovelock right this time too? Surely we can prevent this nightmare, if we all recycle, use renewable energy, and travel less by plane and car? Lovelock disagrees. According to him, it is now impossible to reverse global warming. We did not act quickly enough when we had the chance. Renewable energy and recycling are a case of too little, too late.

Ultimately, if the human race is to survive, Lovelock believes we need to use more technology, not less. In his view, only nuclear energy can provide sufficient power for the planet. Now over 90 years old, Lovelock may not live to find out if he is right. But we will…

In the sentence:

“By 1979, Lovelock had put forward his theories on the environment, in his first book.”

The word “his” is used twice. In both cases it refers to:

 

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Text

Thinking the unthinkable

Today, it seems that no one is uninformed about the environment. Every day the media shows us more evidence of climate change: extreme weather, melting icecaps, and rising seas. Most of us believe we can do something to prevent global disaster, such as recycling, or conserving energy.

It’s strange to recall that, before the 1960s, few people knew of the damage we were doing to the planet. However, one scientist had already realized the dangers ahead. And today, this same man believes it may be too late to save the world.

In the 1960s, Professor James Lovelock came up with one of the most famous theories on the environment – the GAIA hypothesis. According to this hypothesis, the earth’s atmosphere, soil, and oceans work in concert to provide an inhabitable environment for humans. If we disrupt these elements too severely, the earth may one day become uninhabitable.

In the decade before he developed the Gaia hypothesis, Lovelock had created a device to detect atmospheric chemicals. With this device, he discovered particular chemicals, called CFCs. Later, other scientists discovered that these CFCs had damaged the earth’s ozone layer. Before then, we hadn’t knows about the hole in the ozone layer.

By 1979, Lovelock had put forward his theories on the environment, in his first book. At that time, few people believe him. Before scientists such as Lovelock publicized environmental issues, the environment hadn’t been a very fashionable topic. In 2004, after many people had only just started to accept the reality of global warming, Lovelock became convinced that climate change was irreversible. In 2006, he wrote another book describing his latest ideas. In 40 years, Lovelock believes large parts of the world will be desert. We will need to make synthesized food to feed the world’s population.

‘Is Lovelock right this time too? Surely we can prevent this nightmare, if we all recycle, use renewable energy, and travel less by plane and car? Lovelock disagrees. According to him, it is now impossible to reverse global warming. We did not act quickly enough when we had the chance. Renewable energy and recycling are a case of too little, too late.

Ultimately, if the human race is to survive, Lovelock believes we need to use more technology, not less. In his view, only nuclear energy can provide sufficient power for the planet. Now over 90 years old, Lovelock may not live to find out if he is right. But we will…

About Professor James Lovelock, it is correct to state that:

 

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