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Um paciente de 35 anos comparece à consulta com um otorrinolaringologista com queixa de obstrução nasal à esquerda e roncos noturnos que incomodam a esposa. Nega sonolência excessiva diurna ou apneia presenciada. Traz polissonografia tipo I com IAH de 3.
O exame otorrinolaringológico evidencia desvio septal à esquerda, hipertrofia de cornetos, amígdala grau 4 e palato normal. A escala de Mallampati modificada aponta grau I, e o IMC é de 23.
A conduta mais adequada para esse paciente é:
 

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Um paciente de 50 anos, com IMC 37 e história de roncos noturnos altos e sonolência excessiva diurna, leva para consulta um exame de polissonografia tipo I, com IAH de 54.
O resultado da polissonografia indica que esse paciente apresenta:
 

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Uma paciente de 45 anos comparece à consulta médica com queixa de globus faríngeo, pigarro e disfonia leve. Uma videolaringoscopia revela hiperemia de aritenoide, espessamento interaritenoideo e edema retrocricoide.
O diagnóstico mais provável dessa paciente é:
 

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3786628 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Um paciente de 65 anos procura um otorrinolaringologista devido a um quadro de disfonia e disfagia há 2 meses. Nega infecção de via aérea prévia e uso abusivo da voz. É tabagista desde os 30 anos (1 maço/dia). Uma videolaringoscopia evidencia paralisia da prega vocal esquerda.
A hipótese diagnóstica mais provável para esse paciente é:
 

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3786627 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Uma paciente de 57 anos foi submetida a cordectomia à direita devido a um carcinoma in situ de prega vocal direita há 3 anos. Tem feito acompanhamento regular no ambulatório de otorrinolaringologia, sem sinal de recidiva de doença. Com queixa de disfonia após a cirurgia laríngea, a paciente já fez fonoterapia, sem resultado satisfatório. Uma videolaringoscopia evidencia perda de massa da prega vocal direita como sequela pósoperatória, gerando uma grande fenda mesmo em adução máxima.
A cirurgia indicada para melhora da qualidade vocal nesse caso é:
 

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3786626 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Uma paciente de 65 anos, com história de cefaleia, dor ocular, diplopia e diminuição progressiva da acuidade visual, foi submetida a uma tomografia computadorizada de seios da face, que evidenciou uma massa cística, encapsulada, sem captação de contraste e sem destruição óssea no interior do seio esfenoidal.
Diante do exposto acima, a principal hipótese diagnóstica é:
 

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Um paciente de 49 anos, com quadro de rinopatia alérgica e asma, apresenta um quadro de obstrução nasal crônica e rinorreia escurecida tipo mucina. A videoendoscopia nasal evidenciou a presença de pólipos em ambas as fossas nasais e secreção nasal amarronzada.
Diante do exposto acima, a hipótese diagnóstica mais provável é:
 

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3786624 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Uma paciente de 60 anos, com obesidade grau II (IMC de 37) e história de 3 episódios de meningite bacteriana, é encaminhada ao otorrinolaringologista para investigação diagnóstica. A paciente apresenta-se com quadro de rinorreia hialina frequente pela fossa nasal esquerda, que foi atribuída a quadro de rinite alérgica, mas não teve melhora com tratamento antialérgico.
Ao exame, identifica-se, na fossa nasal esquerda, a presença de rinorreia tipo “água de rocha”, que surge após a inclinação da cabeça para frente.
Com base nesse cenário clínico, a conduta correta é encaminhar o paciente para o seguinte exame:
 

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3786623 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Um paciente de 50 anos foi submetido a cirurgia endoscópica nasossinusal para tratamento de uma rinossinusite crônica com polipose nasossinusal. Evoluiu no pós-operatório imediato com equimose periorbital, sem alteração da motilidade ocular ou alteração visual.
Essa complicação foi consequente à:
 

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Um paciente de 50 anos, sem doenças crônicas, apresenta história de obstrução nasal, secreção nasal e hiposmia há mais de 12 semanas. Realizou tratamento com antibiótico sem resposta adequada. A tomografia computadorizada de cavidades paranasais evidenciou presença de velamento em seio maxilar esquerdo com material hiperdenso de permeio com calcificações lineares em seu interior.
Com base na história clínica e nos achados tomográficos, a hipótese diagnóstica mais provável é:
 

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