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Um paciente de 33 anos, admitido no SAMU, iniciou quadro de dor torácica 7+/10+, que piorava com o decúbito e com a respiração profunda. Relatou diarreia e febre há 7 dias. O exame físico estava normal. Foi realizado ECG revelando ritmo sinusal com supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, em DI, DII, DIII e aVL e aVF, associado com supradesnivelamento de V3 a V6 de 2,5 mm. Notou-se um infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, em aVR. Foram dosados o VHS-55mm e a proteína C, titulada ultrassensível elevada e troponina I normal. O ecocardiograma estava normal.

O quadro do paciente foi discutido entre o emergencista e o cardiologista por telemedicina, sendo a apresentação clínica mais provável associada a:

 

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Uma mulher de 22 anos procurou o reumatologista com quadro articular e recebeu diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, estando em tratamento com hidroxicloroquina. Iniciou falta de ar aos esforços e inchaço nas pernas, apresentando pressão arterial de 80 x 60 mmHg, frequência cardíaca de 105 bpm morfologia pulso alternante e de pequena amplitude. Pressão venosa jugular elevada. Ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas com ritmo tríplice, bulha protodiastólica audível na ponta. Ausculta pulmonar com presença de estertores bibasais. ECG: ritmo sinusal taquicárdico. Bloqueio do ramo esquerdo do terceiro grau. Ecodopplercardiograma com aumento das câmaras esquerdas. Disfunção grave do ventrículo esquerdo com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 23%. Movimento assincrônico do septo interventricular. Derrame pericárdico moderado.

A correlação do quadro clínico ecocardiográfico sugere que a possível complicação cardiovascular dessa paciente é devido a:

 

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Mulher de 60 anos, hipertensa, obesa e diabética, com diagnóstico de câncer da mama e indicação de quimioterapia com doxorrubicina (antraciclínico).

A monitoração cardiovascular, para identificar possível cardiotoxidade, deverá ser direcionada para:

 

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Um homem de 75 anos foi encaminhado a atendimento especializado pelo médico de família com história de falta de ar aos pequenos esforços e inchaço nas pernas. Portador de DPOC e hipertensão arterial, usava verapamil e enalapril, porém, no momento, ficou hipotenso, tendo que suspender os medicamentos. Exame físico: pressão venosa elevada a 45 graus e pressão arterial 90 X 70 mmHg. Ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas. Ausculta respiratória: estertores finos bibasais. ECG: ritmo sinusal. Eixo do QRS: 30 graus e com amplitude de 4 mm no plano frontal e de 7 mm no plano horizontal. Presença de área inativa V1 até V4. Repolarização ventricular normal. Ecocardiograma: hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo e fração de ejeção global e segmentar normais. BNP elevado. Creatinina plasmática: 1,1 mg%; glicose: 100 mg%.

O cardiologista confirmou o diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e suspeitou corretamente da seguinte etiologia:

 

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Paciente de 72 anos admitida na unidade cardiointensiva com dor torácica súbita durante o velório do filho e com ECG mostrando supradesnivelamento do segmento ST, nas derivações V1 até V6, de 4 mm e intervalo QT prolongado. Foi realizada coronariografia, sem evidência de lesões obstrutivas. As dosagens da troponina T e do peptídeo natriurético cerebral estavam elevadas. Foi também realizada ressonância cardíaca, sem achados de edema miocárdio ou realce tardio (estudo com gadolínio) e acinesia da região do ápice do ventrículo esquerdo.

A equipe multidisciplinar cardiovascular esteve reunida e definiu como diagnóstico mais provável:

 

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Mulher de 42 anos com queixa de dor torácica e síncope aos esforços. Exame físico: paciente obesa com pressão arterial 120 x 80 mmHg, pulso arterial 70 bpm, com morfologia digitiforme. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular com 3 tempos, bulha protodiastólica e sopro de 3+/6+, na borda esternal esquerda, que aumentava na posição ortostática e reduzia quando acocorada.

Os achados clínicos são compatíveis com a seguinte enfermidade cardiovascular:

 

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Um homem de 23 anos foi admitido na ambulância do SAMU após quadro de parada cardíaca durante uma corrida de uma maratona. O paciente esteve gripado uma semana antes da corrida. Foi atendido em fibrilação ventricular e cardiovertido com sucesso. No ECG, ritmo sinusal normal. No ecocardiograma (POCUS), disfunção global grave do ventrículo esquerdo. A principal hipótese diagnóstica foi de:
 

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Mulher com 60 anos, diabética, hipertensa e portadora de hipercolesterolemia, abandonou seu tratamento farmacológico durante a pandemia do covid-19. Apresentou quadro súbito de perda de visão do olho esquerdo e disartria; o quadro durou 15 minutos e foi associado a forte palpitação. Na admissão no setor de emergência, apresentava pressão arterial de 158 x 98 mmHg e pulso radial de 120 bpm, irregular. Na ausculta cardíaca, ritmo cardíaco estava irregular, com frequência cardíaca de 140 bpm e ausência de sopros. No ECG, ritmo irregular – 140 bpm, ausência de onda P e com QRS de voltagens variáveis e eixo e duração normais. Repolarização estava normal. A tomografia computorizada do cérebro foi sem anormalidades.

Em relação ao quadro de acidente vascular cerebral isquêmico transitório, a possível etiologia está associada a:

 

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Homem de 25 anos apresenta quadro de dor torácica de intensidade 9+/10+ tipo rasgando o peito, indo para o dorso, sendo de intensidade máxima no seu início. Apresentava no exame físico um palato arqueado, envergadura maior que altura e um sopro diastólico decrescente no segundo espaço intercostal esquerdo de 2+/6+.

O ECG apresentava ritmo sinusal normal. A etiologia da dor precordial relatada está associada a:

 

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Na distopia testicular, o testículo é palpável, mas não se encontra na posição anatômica adequada.

O tratamento cirúrgico está indicado:

 

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