Foram encontradas 50 questões.
Com base no caso descrito a seguir, responda a questão.
“Paciente F.G, 45 anos, gênero masculino com história de falta de ar aos médios esforços, realizou o teste de espirometria pré e pós-BD apresentado e a seguir.
| Previsto | Atual Pré-BD | % do Previsto | Pós-BD | |
| CVF (L) | 3,76 | 2,4 | 64 | 2,55 |
| VEF1 (L) | 3,1 | 1,7 | 55 | 1,8 |
|
VEF1/CVF%
(l/seg)
|
82 | 70 | 71 | |
| FEF 25-75% (l/seg) | 2,32 | 1,1 | 47 | 1,22 |
Analisando a Prova Pós-BD, pode-se dizer que
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Com base no caso descrito a seguir responda a questão.
“Paciente foi internado na UTI em decorrência de um TCE, evoluindo com edema cerebral e sendo necessário o auxílio na ventilação mecânica invasiva. No momento da admissão foi feito os ajustes dos parâmetros e um destes foi a frequência respiratória (FR) ajustado em 10 rpm. No final da tarde, o fisioterapeuta foi analisar a PCO2 da gasometria e observou que estava acima do normal, ou seja, o paciente estava em uma acidose respiratória.”
Mesmo sendo necessário a utilização da VMI para a sobrevida deste paciente, ele está exposto aos efeitos adversos da mesma. Assinale a alternativa que NÃO faz parte dos efeitos adversos da VMI
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Com base no caso clínico descrito a seguir, responda a questão.
“Paciente, deu entrada no pronto socorro do hospital com falta de ar, dor ventilatório dependente à direita, febre alta a 2 dias e calafrios. Ao realizar a avaliação médica e exames complementares, foi diagnosticado uma pneumonia em base direita. Do 3° para o 4° dia o paciente evoluiu para um derrame pleural, confirmado por raio x de tórax, em que foi necessário a colocação do dreno de tórax. Sendo solicitado internamento e início imediato da fisioterapia.”
Como se encontrava, provavelmente a imagem radiológica deste paciente do 3° para o 4°?
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O fisioterapeuta, ao selecionar a VNI, deve analisar as indicações e contraindicações, devido principalmente aos efeitos no sistema cardiovascular. O aumento da pressão intratorácica acarreta algumas alterações na função hemodinâmica, que é
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Qual é a modalidade ventilatória onde o disparo e a ciclagem é a tempo e o volume corrente é variável?
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
De acordo com o texto,
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O epitélio das vias aéreas de condução é pseudoestratificado e ciliado, repousando sobre uma delgada membrana basal. É constituído por diferentes células, de acordo com a sua função, EXCETO:
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Ao avaliar a radiografia de tórax, observa-se sinais associados ao colapso pulmonar, EXCETO
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Com base no caso descrito a seguir responda a questão.
“Paciente 54 anos, realizou uma cirurgia cardíaca sendo necessária a realização da esternotomia. Apresenta antecedente de asma brônquica. Hoje, paciente foi encaminhado ao ambulatório de fisioterapia apresentando boa coloração e cicatrização da região da cirurgia. Durante a avaliação da manovacuometria, observou-se que o paciente no pré-operatório apresentava-se com uma PImax de -70 cmH2O e no 3° dia pósoperatório apresenta-se com -50 cmH2O e na ausculta pulmonar murmúrio vesicular presente diminuído simetricamente com sibilos expiratórios que se intensificava durante a tosse.”
Com este paciente será necessário a utilização de um incentivador linear, que seria
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Em “Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região.”, a oração destacada estabelece, com a subsequente, relação sintático-semântica de
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