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Foram encontradas 50 questões.

2276408 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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ma epidemia silenciosa No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia e a tendência é de crescimento entre jovens.
Mônica Tarantino
A morte do músico Champignon (Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35), ex-baixista da banda Charlie Brown Jr, registrada pela polícia como suicídio, abriu espaço para o tema nas primeiras páginas dos jornais, no noticiário da tevê, nas redes sociais.
O interesse no caso de Champignon, entretanto, está muito aquém da mobilização e das providências urgentes que o tema suscita. Suicídio é um problema de saúde pública a ser encarado como tal.
No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a tendência é de crescimento dessas mortes entre os jovens, especialmente nos países em desenvolvimento. Nos últimos vinte anos, o suicídio cresceu 30% entre os brasileiros com idades de 15 a 29 anos, tornando-se a terceira principal causa de morte de pessoas em plena vida produtiva no País (acidentes e homicídios precedem). No mundo, cerca de um milhão de pessoas morrem anualmente por essa causa. A OMS estima que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020, representando 2,4% de todas as mortes.
Em muitos países, programas de prevenção do suicídio passaram a fazer parte das políticas de saúde pública. Na Inglaterra, o número de mortes por suicídio está caindo em consequência de um amplo programa de tratamento de depressão. Ações semelhantes protegem vidas nos Estados Unidos. Um dos focos desses programas é diagnosticar precocemente doenças mentais. De acordo com uma recente revisão de 31 artigos científicos sobre suicídio, mais de 90% das pessoas que se mataram tinham algum transtorno mental como depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar e dependência de álcool ou outras drogas.
No Brasil, porém, persiste a falta de políticas públicas para prevenção do suicídio, com o agravo da passagem do tempo e do aumento populacional. Em 2006, o governo formou um grupo de estudos para traçar as diretrizes de um plano nacional de prevenção do suicídio, prometido para este ano. O que temos até então é um manual destinado a profissionais da saúde. O nome do documento é Prevenção do Suicídio - Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental.
Reduzir o suicídio é um desafio coletivo que precisa ser colocado em debate. “Nossa resposta não pode ser o silêncio. Nossas chances de chegar às pessoas que precisam de ajuda dependem da visibilidade”, disse-me o psiquiatra Humberto Corrêa para um artigo sobre suicídio publicado pela corajosa revista Planeta (Suicídio aumenta no Brasil, mas isso poderia ser evitado, edição 421, Outubro de 2007). “Uma das nossas tarefas é convencer donas de casa, pais, educadores, jornalistas, publicitários, líderes comunitários e formadores de opinião de que o debate sobre o suicídio não é uma questão moral ou religiosa, mas um assunto de saúde pública e que pode ser prevenido.
Aceitar essa ideia é o primeiro passo para poupar milhares de vidas”, alertava o especialista.
Penso nos casos ocorridos no meu círculo de relações e de que nunca esqueci. No primeiro ano da escola de jornalismo, um colega de sala, Zé Luiz, se matou bebendo querosene. Tinha 18 anos, era inteligente, crítico, um tanto irônico. Há alguns anos, o filho adolescente de um amigo pulou pela janela, deixando-o perplexo por nunca ter visto qualquer sinal de que isso poderia acontecer. Também se matou, aos 20 anos, a filha de uma jornalista e socióloga com quem trabalhei. A história virou filme pelas mãos de sua irmã Petra Costa. Lançado em 2012, “Elena” é um mergulho profundo nas memórias, sentimentos e questionamentos, enfim, em toda complexidade e perpetuidade do suicídio de uma pessoa amada. Mais recentemente, me admiro com a coragem de uma amiga próxima em busca do equilíbrio após o suicídio inesperado do companheiro. Sim, prevenir o suicídio é um assunto que interessa. Danem-se os tabus.
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/324253_UMA+EPIDE-MIA+SILENCIOSA
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.
 

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2276200 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. “O paciente submetido a uma cirurgia sob anestesia geral ou regional encontra-se em estado de potencial instabilidade cardiorrespiratória, decorrente de alterações fisiológicas e/ou fisiopatológicas do procedimento anestésicocirúrgico. Assim, deve ser realizado controles seriados de Sinais Vitais de minutos na primeira hora do período de permanência na Recuperação Pós-anestésica, podendo passar de minutos nas horas subsequentes, desde que o paciente se apresente estável.”
 

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2276193 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. “Ao nascimento os ossos da cabeça da criança não estão ainda completamente soldados e são separados por estruturas denominadas suturas. Entre as suturas coronariana e sagital está localizada a fontanela bregmática, que tem tamanho variável e só se fecha por volta do de vida”.
 

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2276120 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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As ações de vigilância epidemiológica são hierarquizadas, em que cada nível assume responsabilidades para o planejamento e execução das medidas e ações a serem empreendidas. Qual o nível responsável pela determinação e regulamentação nacional das ações de vigilância epidemiológica?
 

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2274149 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Sobre a cistite, assinale a alternativa correta.
 

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2274124 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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ma epidemia silenciosa No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia e a tendência é de crescimento entre jovens.
Mônica Tarantino
A morte do músico Champignon (Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35), ex-baixista da banda Charlie Brown Jr, registrada pela polícia como suicídio, abriu espaço para o tema nas primeiras páginas dos jornais, no noticiário da tevê, nas redes sociais.
O interesse no caso de Champignon, entretanto, está muito aquém da mobilização e das providências urgentes que o tema suscita. Suicídio é um problema de saúde pública a ser encarado como tal.
No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a tendência é de crescimento dessas mortes entre os jovens, especialmente nos países em desenvolvimento. Nos últimos vinte anos, o suicídio cresceu 30% entre os brasileiros com idades de 15 a 29 anos, tornando-se a terceira principal causa de morte de pessoas em plena vida produtiva no País (acidentes e homicídios precedem). No mundo, cerca de um milhão de pessoas morrem anualmente por essa causa. A OMS estima que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020, representando 2,4% de todas as mortes.
Em muitos países, programas de prevenção do suicídio passaram a fazer parte das políticas de saúde pública. Na Inglaterra, o número de mortes por suicídio está caindo em consequência de um amplo programa de tratamento de depressão. Ações semelhantes protegem vidas nos Estados Unidos. Um dos focos desses programas é diagnosticar precocemente doenças mentais. De acordo com uma recente revisão de 31 artigos científicos sobre suicídio, mais de 90% das pessoas que se mataram tinham algum transtorno mental como depressão, esquizofrenia, transtorno bipolar e dependência de álcool ou outras drogas.
No Brasil, porém, persiste a falta de políticas públicas para prevenção do suicídio, com o agravo da passagem do tempo e do aumento populacional. Em 2006, o governo formou um grupo de estudos para traçar as diretrizes de um plano nacional de prevenção do suicídio, prometido para este ano. O que temos até então é um manual destinado a profissionais da saúde. O nome do documento é Prevenção do Suicídio - Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental.
Reduzir o suicídio é um desafio coletivo que precisa ser colocado em debate. “Nossa resposta não pode ser o silêncio. Nossas chances de chegar às pessoas que precisam de ajuda dependem da visibilidade”, disse-me o psiquiatra Humberto Corrêa para um artigo sobre suicídio publicado pela corajosa revista Planeta (Suicídio aumenta no Brasil, mas isso poderia ser evitado, edição 421, Outubro de 2007). “Uma das nossas tarefas é convencer donas de casa, pais, educadores, jornalistas, publicitários, líderes comunitários e formadores de opinião de que o debate sobre o suicídio não é uma questão moral ou religiosa, mas um assunto de saúde pública e que pode ser prevenido.
Aceitar essa ideia é o primeiro passo para poupar milhares de vidas”, alertava o especialista.
Penso nos casos ocorridos no meu círculo de relações e de que nunca esqueci. No primeiro ano da escola de jornalismo, um colega de sala, Zé Luiz, se matou bebendo querosene. Tinha 18 anos, era inteligente, crítico, um tanto irônico. Há alguns anos, o filho adolescente de um amigo pulou pela janela, deixando-o perplexo por nunca ter visto qualquer sinal de que isso poderia acontecer. Também se matou, aos 20 anos, a filha de uma jornalista e socióloga com quem trabalhei. A história virou filme pelas mãos de sua irmã Petra Costa. Lançado em 2012, “Elena” é um mergulho profundo nas memórias, sentimentos e questionamentos, enfim, em toda complexidade e perpetuidade do suicídio de uma pessoa amada. Mais recentemente, me admiro com a coragem de uma amiga próxima em busca do equilíbrio após o suicídio inesperado do companheiro. Sim, prevenir o suicídio é um assunto que interessa. Danem-se os tabus.
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/324253_UMA+EPIDE-MIA+SILENCIOSA
Em “Há alguns anos, o filho adolescente de um amigo pulou pela janela...”, a expressão destacada funciona sintaticamente como
 

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2274111 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Das inúmeras características observadas na pele dos recém-nascidos, destaca-se uma condição onde a pele encontra-se com coloração amarelada, que aparece e evolui no sentido craniocaudal e pode ter significado fisiológico ou patológico de acordo com o tempo de aparecimento e as condições associadas. O enunciado refere-se
 

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2273985 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Os tipos de aborto são inúmeros e suas manifestações clínicas estão voltadas para a gravidade de cada caso e dependência de uma assistência adequada à mulher. Quando a mulher apresenta abortamentos repetidos (três ou mais) de causa desconhecida, o aborto é denominado
 

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2273868 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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No Centro de Material e Esterilização, o conjunto de medidas comportamentais dos profissionais de saúde visando à prevenção de contaminação cruzada entre o ambiente sujo e o ambiente limpo, na ausência de barreiras físicas, é chamado de
 

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2273849 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Provas:
A transmissão ocorre pelo contágio fecal-oral, isto é, pela ingestão de água e alimentos contaminados pelas fezes de doentes. Após a entrada do vírus causador da hepatite no organismo, a doença pode manifestar-se entre 15 e 45 dias, em média, 30 dias. A qual hepatite o enunciado se refere?
 

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