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A velocidade com que os acontecimentos se sucedem no mundo contemporâneo obriga as organizações a buscarem, cada vez mais avidamente, uma imagem pública favorável. Isso se dá pelo fato de a imagem institucional positiva se instituir, no contexto atual, como uma espécie de passaporte da organização para a estabilidade econômica e social desejada. Ter uma imagem pública favorável, em última análise, quer dizer gozar de boa imagem perante a opinião pública. Mas, para se conhecer o que pensa a opinião pública a respeito de algum tema, é necessário que antes se saiba o que exatamente ela representa.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens que se seguem.
As sondagens, a pesquisa de mídia e as pesquisas de opinião e de mercado fundamentam-se ambas no pressuposto de que a realidade é socialmente construída e utilizam os mesmos padrões técnicos, definidos pelo modelo de Lasswell e pela análise de conteúdo.
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A velocidade com que os acontecimentos se sucedem no mundo contemporâneo obriga as organizações a buscarem, cada vez mais avidamente, uma imagem pública favorável. Isso se dá pelo fato de a imagem institucional positiva se instituir, no contexto atual, como uma espécie de passaporte da organização para a estabilidade econômica e social desejada. Ter uma imagem pública favorável, em última análise, quer dizer gozar de boa imagem perante a opinião pública. Mas, para se conhecer o que pensa a opinião pública a respeito de algum tema, é necessário que antes se saiba o que exatamente ela representa.
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Resultados de pesquisas de opinião podem ser utilizados para planejamento estratégico das organizações, desde que obtidos de pesquisa confiável e realizada segundo padrões técnicos adequados.
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A velocidade com que os acontecimentos se sucedem no mundo contemporâneo obriga as organizações a buscarem, cada vez mais avidamente, uma imagem pública favorável. Isso se dá pelo fato de a imagem institucional positiva se instituir, no contexto atual, como uma espécie de passaporte da organização para a estabilidade econômica e social desejada. Ter uma imagem pública favorável, em última análise, quer dizer gozar de boa imagem perante a opinião pública. Mas, para se conhecer o que pensa a opinião pública a respeito de algum tema, é necessário que antes se saiba o que exatamente ela representa.
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As pesquisas de opinião, para serem consideradas válidas, devem seguir critérios como amostragem probabilística (segundo normas estatísticas), pré-teste e uso criterioso de instrumentos de coleta de dados, de acordo com o perfil do público pesquisado.
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A velocidade com que os acontecimentos se sucedem no mundo contemporâneo obriga as organizações a buscarem, cada vez mais avidamente, uma imagem pública favorável. Isso se dá pelo fato de a imagem institucional positiva se instituir, no contexto atual, como uma espécie de passaporte da organização para a estabilidade econômica e social desejada. Ter uma imagem pública favorável, em última análise, quer dizer gozar de boa imagem perante a opinião pública. Mas, para se conhecer o que pensa a opinião pública a respeito de algum tema, é necessário que antes se saiba o que exatamente ela representa.
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As pesquisas de opinião, no âmbito institucional, são realizadas com base no modelo behaviorista do estímuloresposta: a organização disponibiliza um questionário (estímulo) e espera receber as respostas de acordo com os seus objetivos (resultados). Nessa perspectiva, os resultados das pesquisas são administrados e controlados, visto que cada indivíduo é pessoal e diretamente atingido pela mensagem.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências exatas.
Não nos esqueçamos de Shannon e Weaver, os dois engenheiros norte-americanos que, estudando interferências em transmissões telefônicas para a empresa Bell, desenvolveram um modelo que, se trouxe contribuições teóricas importantes para que se entendesse a problemática do ruído nos processos comunicacionais, esqueceu que comunicação se produz, acima de tudo, entre seres humanos e não a partir de um diálogo virtual entre máquinas; uma fórmula que não levou em conta também que aparatos tecnológicos podem, no máximo, fornecer visões complementares às teorias da comunicação.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens a seguir.
Conforme o texto, na perspectiva da Teoria da Informação, os aparatos tecnológicos funcionam preferencialmente como instrumentos de controle e avaliação da comunicação interna de uma instituição.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências exatas.
Não nos esqueçamos de Shannon e Weaver, os dois engenheiros norte-americanos que, estudando interferências em transmissões telefônicas para a empresa Bell, desenvolveram um modelo que, se trouxe contribuições teóricas importantes para que se entendesse a problemática do ruído nos processos comunicacionais, esqueceu que comunicação se produz, acima de tudo, entre seres humanos e não a partir de um diálogo virtual entre máquinas; uma fórmula que não levou em conta também que aparatos tecnológicos podem, no máximo, fornecer visões complementares às teorias da comunicação.
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O conceito de ruído, mencionado no texto, está presente em teorias da comunicação que estudam as organizações sob a perspectiva da sociedade em rede. Nessa abordagem, o ruído é um elemento positivo, pois favorece a interatividade.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências exatas.
Não nos esqueçamos de Shannon e Weaver, os dois engenheiros norte-americanos que, estudando interferências em transmissões telefônicas para a empresa Bell, desenvolveram um modelo que, se trouxe contribuições teóricas importantes para que se entendesse a problemática do ruído nos processos comunicacionais, esqueceu que comunicação se produz, acima de tudo, entre seres humanos e não a partir de um diálogo virtual entre máquinas; uma fórmula que não levou em conta também que aparatos tecnológicos podem, no máximo, fornecer visões complementares às teorias da comunicação.
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As tendências modernas da comunicação organizacional incluem a comunicação integrada, inspirada no paradigma funcionalista das relações públicas, que forneceu os parâmetros básicos para o estudo de temas como composto de marketing, planejamento de comunicação e técnicas de pesquisa de opinião.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências exatas.
Não nos esqueçamos de Shannon e Weaver, os dois engenheiros norte-americanos que, estudando interferências em transmissões telefônicas para a empresa Bell, desenvolveram um modelo que, se trouxe contribuições teóricas importantes para que se entendesse a problemática do ruído nos processos comunicacionais, esqueceu que comunicação se produz, acima de tudo, entre seres humanos e não a partir de um diálogo virtual entre máquinas; uma fórmula que não levou em conta também que aparatos tecnológicos podem, no máximo, fornecer visões complementares às teorias da comunicação.
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Conforme o texto, os paradigmas da comunicação organizacional foram consolidados à margem das teorias da comunicação, fenômeno denominado sistemismo.
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A comunicação organizacional padece de um dilema congênito: o de não saber quais paradigmas abraçar. De um lado, sofre a influência das principais teorias do campo que lhe empresta o nome: o das Ciências da Comunicação. De outro, por ser, ela mesma, uma área do conhecimento humano formada pela convergência das mais diversas disciplinas, já flertou com vários matizes de um espectro teórico muito amplo, na busca de sua identidade. Nesse leque, tem-se, por exemplo, em uma de suas pontas, a adoção de quadros explicativos advindos do funcionalismo de tipo quantitativista e, até mesmo, de um tecnicismo positivista absolutamente incompatível com a índole humanista das Ciências Sociais. Uma visão teórica que buscou, inclusive, dar ao campo o suporte matemático das ciências exatas.
Não nos esqueçamos de Shannon e Weaver, os dois engenheiros norte-americanos que, estudando interferências em transmissões telefônicas para a empresa Bell, desenvolveram um modelo que, se trouxe contribuições teóricas importantes para que se entendesse a problemática do ruído nos processos comunicacionais, esqueceu que comunicação se produz, acima de tudo, entre seres humanos e não a partir de um diálogo virtual entre máquinas; uma fórmula que não levou em conta também que aparatos tecnológicos podem, no máximo, fornecer visões complementares às teorias da comunicação.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens a seguir.
O modelo de Shannon e Weaver, citado no texto, faz parte das chamadas teorias apocalípticas da comunicação, aquelas que relacionam as práticas textuais com a semiótica e os estudos culturais, como o modelo semiótico-textual, aplicado ao jornalismo cultural e à crítica literária.
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No que se refere à opinião pública, há uma antiga controvérsia não resolvida nas Ciências Sociais, não só sobre o próprio conceito, mas também quanto a sua formação. A teoria mais conhecida é aquela que tenta explicar o processo de formação da opinião pública por meio do chamado modelo cascata.
A opinião pública se formaria a partir de pequenos grupos, situados no topo da pirâmide social, e depois viria descendo, por degraus, até a base da pirâmide. No primeiro degrau dessa cascata, estaria o pequeno grupo das elites econômicas e sociais; no segundo, estaria o das elites políticas e, no terceiro, a mídia, seguida pelos chamados formadores de opinião — intelectuais, religiosos, artistas, educadores, líderes empresariais e sindicais, jornalistas —; finalmente, no último degrau, a grande maioria que constitui a base da população.
Acerca do assunto abordado no texto acima, julgue os itens seguintes.
Atualmente, as instituições públicas utilizam técnicas jornalísticas para interferir na opinião pública, o que fez do jornalismo institucional um sistema híbrido, que combina técnicas de jornalismo, de relações públicas e de divulgação institucional, a fim de conferir visibilidade às atividades da instituição e fortalecer sua imagem pública. Sob esse ponto de vista, a notícia é vista como estratégia de promoção da imagem institucional.
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