A eficiência intrínseca de um detector (Ei) é a medida de sua
capacidade em detectar radiação e é, geralmente, definida
como a razão entre o número de fótons, ou partículas, de um
dado tipo de radiação detectada e o número de fótons, ou
partículas, que incidem sobre o volume sensível do detector.
O valor de Ei é dado pela relação entre o número de partículas
detectadas pelo detector e o número de partículas que
incidem sobre o volume do detector. O valor de 0,5 (50%)
de eficiência intrínseca significa que somente a metade da
radiação incidente sobre o volume sensível do detector foi
detectada e que a outra metade simplesmente não interagiu
com o volume sensível do detector. Baseado nisso, é correto
concluir que
Por meio da radioatividade, o netúnio de número atômico
93 e número de massa 239 emite um partícula beta. O núcleo
residual também é radioativo e forma o urânio 235. É correto
afirmar que a partícula emitida junto com o urânio 235 é: