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O que ainda vem por aí
RIO DE JANEIRO - Em fins dos anos 40, o cineasta Billy Wilder, grande inteligência a serviço de Hollywood, exultou: “Já não somos o meio mais barato, vulgar e vagabundo de entretenimento. Acabam de inventar a televisão!”.
Era uma “blague” de Billy, mas profética: comparado à televisão, o cinema acabou sendo promovido à categoria de arte. Décadas se passaram e, com a mediocrização do entorno, a própria televisão, com alguns cliques, ganhou certa nobreza e até melhorou. Mais algumas décadas, chegamos aos nossos dias e, apesar de tudo, se não há muitos motivos para admirar a produção cultural mais recente, chegou a hora de rever certos conceitos.
Desde 2008, na Inglaterra, a indústria de videogames superou em rendimentos o cinema, a música, o teatro, a literatura e a televisão. Eu disse Inglaterra. Significa que os ingleses passam hoje mais tempo diante de um console de jogos eletrônicos do que ouvindo música em CD ou ao vivo, assistindo a filmes em DVD, indo ao cinema ou ao teatro, lendo livros ou mesmo vendo TV. E os responsáveis por isto não são os adolescentes, mas gente entre 25 e 34 anos – faixa que se classifica de “adulta”.
Não é preciso ser intelectual para admitir que qualquer livro, filme, peça ou disco, de razoável para cima, para não falar dos documentários da BBC, deve ser mais enriquecedor para o espírito do que joguinhos envolvendo tiroteios, combates, velocidade ou puzzles. Não me deixo enganar. Mas posso estar errado. Como já parecia previsto, para milhões de ingleses, hoje em dia, Shakespeare, Jonathan Swift, Jane Austen, Charles Dickens, Bernard Shaw, Oscar Wilde, P.G. Wodehouse, Noël Coward, Graham Greene, Laurence Olivier, Michael Powell e o Monty Python não pegam nem aspirante diante de jogos como “Red Dead Revolver” e “Farmville”.
Assustador? Não. O que me preocupa é o que ainda vem por aí e nos fará lamentar que esteja desbancando os videogames.
(CASTRO, Ruy. O que vem por aí. Folha de S. Paulo, 29 abr. 2011 – Texto adaptado)
No texto acima, o autor
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Observe o trecho da letra de música de Chico Buarque de Holanda:
“ ( ... ) O meu guri... ai o meu guri... olha aí ( ... )
Espero ele chegar cá em cima no morro,
Essa onda de assalto tá um horror...”
Espero ele chegar cá em cima no morro,
Essa onda de assalto tá um horror...”
Há informações implícitas em textos conotados, que somente se traduzem no contexto. A palavra “onda“ no trecho acima tem o sentido de um recurso lingüístico denominado:
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Baseando-se nos itens a seguir, marque (V) para a assertiva verdadeira e (F) para a assertiva falsa, considerando a barra de ferramentas do “Modo de exibição de slide mestre” do Microsoft PowerPoint 2003, versão português.
( )
Insere um novo slide mestre.
Insere um novo slide mestre.
( )
Insere um novo título mestre.
Insere um novo título mestre.
( )
Altera o nome do slide mestre .
Altera o nome do slide mestre .
( )
Preserva o slide mestre.
Preserva o slide mestre.
Está CORRETA a seguinte sequência de respostas, de cima para baixo:
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Em relação às pastas do Outlook Express 6, versão português, que acompanha gratuitamente o Microsoft Windows XP, analise as seguintes afirmativas:
I. As pastas “Caixa de entrada” e “Caixa de saída” não podem ser excluídas.
II. A pasta “Itens excluídos” pode ser excluída quando estiver vazia.
III. A pasta “Rascunhos” armazena mensagens não enviadas que ainda poderão ser editadas pelo remetente.
São VERDADEIRAS as afirmativas:
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
A ênfase na palavra “onda”, nos dois últimos versos, se traduz-se pelo ditado popular:
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Baseando-se nos itens a seguir, marque (V) para a assertiva verdadeira e (F) para a assertiva falsa, considerando os detalhes de exibição de arquivos disponíveis no Windows Explorer, versão português do Microsoft Windows XP.
( ) “Tipo”: exibe o tipo de arquivo, por exemplo, “Documento do Microsoft Word”.
( ) “Data de modificação”: exibe a data e a hora em que o arquivo foi acessado pela última vez.
( ) “Atributos”: exibe o autor, o título e o assunto do arquivo.
( ) “Data da criação”: exibe a data e a hora de criação do arquivo.
Assinale a opção com a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
A linguagem utilizada na composição da letra se caracteriza pela
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Leia atentamente a letra de música, cuja composição é de Nelson Motta:
Uma Onda
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas como o mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir
Nem mentir para si mesmo
Agora
Há tanta vida lá fora, aqui dentro
Sempre como uma onda no mar
Como uma onda no mar.
Constitui a principal estratégia de persuasão no texto:
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As definições de todas as teclas de atalho do Microsoft PowerPoint 2003, versão português, estão corretas, EXCETO:
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Todas as afirmativas sobre as teclas de atalho do Microsoft Word 2003, versão português, estão corretas, EXCETO:
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