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Assinale a alternativa em que a explicação a respeito da pontuação está correta.
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Assinale a alternativa abaixo que traduz o comportamento do leão em relação ao tigre e ao chacal.
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TEXTO II
Capítulo XXX
O leão, o tigre e o chacal abandonaram, certa vez, a furna sombria em que viviam e saíram a jornadear pelo mundo, à procura de alguma região rica em rebanhos de tenras ovelhinhas.
O temível leão, que chefiava naturalmente o grupo, sentou-se fatigado sobre as patas traseiras e, erguendo a cabeça enorme, soltou um rugido tão forte que fez tremer as árvores mais próximas.
O tigre e o chacal entreolharam-se assustados. Aquele rugido ameaçador com que o perigoso monarca perturbava o silêncio da mata, traduzido para uma linguagem ao alcance dos outros animais, queria dizer, laconicamente, o seguinte: Estou com fome.
– A vossa impaciência é perfeitamente justificável! – observou o chacal – Asseguro-vos, entretanto, que conheço, um atalho misterioso. Por ele poderíamos chegar, com facilidade, a um pequeno povoado onde a caça é abundante, fácil, ao alcance das garras, e isenta de qualquer perigo!
– Vamos, chacal! – acudiu, de pronto, o leão. – Quero conhecer e admirar esse recanto adorável!
Ao cair da tarde, guiados pelo chacal, chegaram os viajantes ao alto de um monte, donde se descortinava uma pequena e verdejante planície. Ali achavam-se, descuidados, alheios ao perigo que os ameaçava, três pacíficos animais: uma ovelha, um porco e um coelho.
Ao avistar a presa fácil e certa, o leão sacudiu a juba abundante num movimento de incontida satisfação. E, com os olhos brilhantes de gula, voltou-se para o tigre e rosnou:
– Ó tigre admirável! Vejo ali três belos e saborosos petiscos: uma ovelha, um porco e um coelho! Tu, que és vivo e esperto, deves saber, com talento, dividir 3 por 3. Faze, pois, com justiça e equidade, essa operação fraternal: dividir 3 caças por 3 caçadores!
Lisonjeado com semelhante convite, o vaidoso tigre, assim respondeu:
– A ovelha, que é o maior dos três petiscos, será vossa, exclusivamente vossa! Aquele porquinho magro, sujo e despiciendo ficará para mim. E, finalmente, aquele minúsculo e desprezível coelho tocará ao nosso companheiro chacal.
– Estúpido! Egoísta! – rugiu o pavoroso leão furioso – Quem te ensinou a fazer divisões dessa maneira, imbecil? Onde já viste uma partilha de 3 por 3 ser resolvida desse modo?
E, erguendo a pesadíssima pata, descarregou na cabeça do desprevenido tigre tão violenta pancada que o atirou morto a alguns passos de distância.
Em seguida, voltando-se para o chacal, que assistira, estarrecido, àquele trágico desfecho da divisão de 3 por 3, assim falou:
– Meu caro chacal! Sempre fiz da tua inteligência o mais elevado conceito. Encarrego-te, pois, de fazer essa divisão simples e banal. Estás vendo, amigo chacal, aqueles três apetitosos animais, a ovelha, o porco e o coelho? Pois bem: vais dividir os três por dois!
– Não passo de humilde e rude servo de Vossa Majestade – ganiu o chacal –Trata-se de uma simples divisão de 3 por 2! A divisão matematicamente certa e justa é a seguinte: a admirável ovelha, manjar digno de um soberano, cabe aos vossos reais caninos; o belo bacorinho deve caber também ao vosso real paladar; e o saltitante coelho deve ser, também, por vós saboreado a título de sobremesa.
– Ó incomparável chacal! – exclamou o leão, encantado com a partilha que acabava de apreciar – Como são harmoniosas e sábias as tuas palavras! Quem te ensinou esse artifício maravilhoso de dividir, com tanta perfeição e acerto, 3 por 2?
– A patada com que vossa justiça puniu, há pouco, o tigre arrogante e ambicioso, ensinou-me a dividir, com segurança, 3 por 2, quando, desses dois, um é leão, outro é chacal! Na matemática do mais forte, penso eu, o quociente é sempre exato, e ao mais fraco, depois da divisão, nem o resto deve caber!
E, desse dia em diante, sugerindo sempre divisões dessa ordem, inspirada na mais torpe sabujice, julgou o astucioso chacal que poderia viver tranquilo a sua vida de bajulador, a regalar-se com os sobejos que deixava o sanguinário leão.
Enganou-se.
Decorridas duas ou três semanas, o leão, irritado, faminto, desconfiou do servilismo do chacal e deu-lhe violenta patada, matando-o cruelmente.
O Texto II reúne características de um gênero textual cujos personagens, em geral, são animais e cuja finalidade consiste em
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TEXTO II
Capítulo XXX
O leão, o tigre e o chacal abandonaram, certa vez, a furna sombria em que viviam e saíram a jornadear pelo mundo, à procura de alguma região rica em rebanhos de tenras ovelhinhas.
O temível leão, que chefiava naturalmente o grupo, sentou-se fatigado sobre as patas traseiras e, erguendo a cabeça enorme, soltou um rugido tão forte que fez tremer as árvores mais próximas.
O tigre e o chacal entreolharam-se assustados. Aquele rugido ameaçador com que o perigoso monarca perturbava o silêncio da mata, traduzido para uma linguagem ao alcance dos outros animais, queria dizer, laconicamente, o seguinte: Estou com fome.
– A vossa impaciência é perfeitamente justificável! – observou o chacal – Asseguro-vos, entretanto, que conheço, um atalho misterioso. Por ele poderíamos chegar, com facilidade, a um pequeno povoado onde a caça é abundante, fácil, ao alcance das garras, e isenta de qualquer perigo!
– Vamos, chacal! – acudiu, de pronto, o leão. – Quero conhecer e admirar esse recanto adorável!
Ao cair da tarde, guiados pelo chacal, chegaram os viajantes ao alto de um monte, donde se descortinava uma pequena e verdejante planície. Ali achavam-se, descuidados, alheios ao perigo que os ameaçava, três pacíficos animais: uma ovelha, um porco e um coelho.
Ao avistar a presa fácil e certa, o leão sacudiu a juba abundante num movimento de incontida satisfação. E, com os olhos brilhantes de gula, voltou-se para o tigre e rosnou:
– Ó tigre admirável! Vejo ali três belos e saborosos petiscos: uma ovelha, um porco e um coelho! Tu, que és vivo e esperto, deves saber, com talento, dividir 3 por 3. Faze, pois, com justiça e equidade, essa operação fraternal: dividir 3 caças por 3 caçadores!
Lisonjeado com semelhante convite, o vaidoso tigre, assim respondeu:
– A ovelha, que é o maior dos três petiscos, será vossa, exclusivamente vossa! Aquele porquinho magro, sujo e despiciendo ficará para mim. E, finalmente, aquele minúsculo e desprezível coelho tocará ao nosso companheiro chacal.
– Estúpido! Egoísta! – rugiu o pavoroso leão furioso – Quem te ensinou a fazer divisões dessa maneira, imbecil? Onde já viste uma partilha de 3 por 3 ser resolvida desse modo?
E, erguendo a pesadíssima pata, descarregou na cabeça do desprevenido tigre tão violenta pancada que o atirou morto a alguns passos de distância.
Em seguida, voltando-se para o chacal, que assistira, estarrecido, àquele trágico desfecho da divisão de 3 por 3, assim falou:
– Meu caro chacal! Sempre fiz da tua inteligência o mais elevado conceito. Encarrego-te, pois, de fazer essa divisão simples e banal. Estás vendo, amigo chacal, aqueles três apetitosos animais, a ovelha, o porco e o coelho? Pois bem: vais dividir os três por dois!
– Não passo de humilde e rude servo de Vossa Majestade – ganiu o chacal –Trata-se de uma simples divisão de 3 por 2! A divisão matematicamente certa e justa é a seguinte: a admirável ovelha, manjar digno de um soberano, cabe aos vossos reais caninos; o belo bacorinho deve caber também ao vosso real paladar; e o saltitante coelho deve ser, também, por vós saboreado a título de sobremesa.
– Ó incomparável chacal! – exclamou o leão, encantado com a partilha que acabava de apreciar – Como são harmoniosas e sábias as tuas palavras! Quem te ensinou esse artifício maravilhoso de dividir, com tanta perfeição e acerto, 3 por 2?
– A patada com que vossa justiça puniu, há pouco, o tigre arrogante e ambicioso, ensinou-me a dividir, com segurança, 3 por 2, quando, desses dois, um é leão, outro é chacal! Na matemática do mais forte, penso eu, o quociente é sempre exato, e ao mais fraco, depois da divisão, nem o resto deve caber!
E, desse dia em diante, sugerindo sempre divisões dessa ordem, inspirada na mais torpe sabujice, julgou o astucioso chacal que poderia viver tranquilo a sua vida de bajulador, a regalar-se com os sobejos que deixava o sanguinário leão.
Enganou-se.
Decorridas duas ou três semanas, o leão, irritado, faminto, desconfiou do servilismo do chacal e deu-lhe violenta patada, matando-o cruelmente.
Pela leitura integral do Texto II, é possível deduzir que
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TEXTO II
Capítulo XXX
O leão, o tigre e o chacal abandonaram, certa vez, a furna sombria em que viviam e saíram a jornadear pelo mundo, à procura de alguma região rica em rebanhos de tenras ovelhinhas.
O temível leão, que chefiava naturalmente o grupo, sentou-se fatigado sobre as patas traseiras e, erguendo a cabeça enorme, soltou um rugido tão forte que fez tremer as árvores mais próximas.
O tigre e o chacal entreolharam-se assustados. Aquele rugido ameaçador com que o perigoso monarca perturbava o silêncio da mata, traduzido para uma linguagem ao alcance dos outros animais, queria dizer, laconicamente, o seguinte: Estou com fome.
– A vossa impaciência é perfeitamente justificável! – observou o chacal – Asseguro-vos, entretanto, que conheço, um atalho misterioso. Por ele poderíamos chegar, com facilidade, a um pequeno povoado onde a caça é abundante, fácil, ao alcance das garras, e isenta de qualquer perigo!
– Vamos, chacal! – acudiu, de pronto, o leão. – Quero conhecer e admirar esse recanto adorável!
Ao cair da tarde, guiados pelo chacal, chegaram os viajantes ao alto de um monte, donde se descortinava uma pequena e verdejante planície. Ali achavam-se, descuidados, alheios ao perigo que os ameaçava, três pacíficos animais: uma ovelha, um porco e um coelho.
Ao avistar a presa fácil e certa, o leão sacudiu a juba abundante num movimento de incontida satisfação. E, com os olhos brilhantes de gula, voltou-se para o tigre e rosnou:
– Ó tigre admirável! Vejo ali três belos e saborosos petiscos: uma ovelha, um porco e um coelho! Tu, que és vivo e esperto, deves saber, com talento, dividir 3 por 3. Faze, pois, com justiça e equidade, essa operação fraternal: dividir 3 caças por 3 caçadores!
Lisonjeado com semelhante convite, o vaidoso tigre, assim respondeu:
– A ovelha, que é o maior dos três petiscos, será vossa, exclusivamente vossa! Aquele porquinho magro, sujo e despiciendo ficará para mim. E, finalmente, aquele minúsculo e desprezível coelho tocará ao nosso companheiro chacal.
– Estúpido! Egoísta! – rugiu o pavoroso leão furioso – Quem te ensinou a fazer divisões dessa maneira, imbecil? Onde já viste uma partilha de 3 por 3 ser resolvida desse modo?
E, erguendo a pesadíssima pata, descarregou na cabeça do desprevenido tigre tão violenta pancada que o atirou morto a alguns passos de distância.
Em seguida, voltando-se para o chacal, que assistira, estarrecido, àquele trágico desfecho da divisão de 3 por 3, assim falou:
– Meu caro chacal! Sempre fiz da tua inteligência o mais elevado conceito. Encarrego-te, pois, de fazer essa divisão simples e banal. Estás vendo, amigo chacal, aqueles três apetitosos animais, a ovelha, o porco e o coelho? Pois bem: vais dividir os três por dois!
– Não passo de humilde e rude servo de Vossa Majestade – ganiu o chacal –Trata-se de uma simples divisão de 3 por 2! A divisão matematicamente certa e justa é a seguinte: a admirável ovelha, manjar digno de um soberano, cabe aos vossos reais caninos; o belo bacorinho deve caber também ao vosso real paladar; e o saltitante coelho deve ser, também, por vós saboreado a título de sobremesa.
– Ó incomparável chacal! – exclamou o leão, encantado com a partilha que acabava de apreciar – Como são harmoniosas e sábias as tuas palavras! Quem te ensinou esse artifício maravilhoso de dividir, com tanta perfeição e acerto, 3 por 2?
– A patada com que vossa justiça puniu, há pouco, o tigre arrogante e ambicioso, ensinou-me a dividir, com segurança, 3 por 2, quando, desses dois, um é leão, outro é chacal! Na matemática do mais forte, penso eu, o quociente é sempre exato, e ao mais fraco, depois da divisão, nem o resto deve caber!
E, desse dia em diante, sugerindo sempre divisões dessa ordem, inspirada na mais torpe sabujice, julgou o astucioso chacal que poderia viver tranquilo a sua vida de bajulador, a regalar-se com os sobejos que deixava o sanguinário leão.
Enganou-se.
Decorridas duas ou três semanas, o leão, irritado, faminto, desconfiou do servilismo do chacal e deu-lhe violenta patada, matando-o cruelmente.
Pode-se afirmar que o narrador do Texto II está em
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TEXTO II
Capítulo XXX
O leão, o tigre e o chacal abandonaram, certa vez, a furna sombria em que viviam e saíram a jornadear pelo mundo, à procura de alguma região rica em rebanhos de tenras ovelhinhas.
O temível leão, que chefiava naturalmente o grupo, sentou-se fatigado sobre as patas traseiras e, erguendo a cabeça enorme, soltou um rugido tão forte que fez tremer as árvores mais próximas.
O tigre e o chacal entreolharam-se assustados. Aquele rugido ameaçador com que o perigoso monarca perturbava o silêncio da mata, traduzido para uma linguagem ao alcance dos outros animais, queria dizer, laconicamente, o seguinte: Estou com fome.
– A vossa impaciência é perfeitamente justificável! – observou o chacal – Asseguro-vos, entretanto, que conheço, um atalho misterioso. Por ele poderíamos chegar, com facilidade, a um pequeno povoado onde a caça é abundante, fácil, ao alcance das garras, e isenta de qualquer perigo!
– Vamos, chacal! – acudiu, de pronto, o leão. – Quero conhecer e admirar esse recanto adorável!
Ao cair da tarde, guiados pelo chacal, chegaram os viajantes ao alto de um monte, donde se descortinava uma pequena e verdejante planície. Ali achavam-se, descuidados, alheios ao perigo que os ameaçava, três pacíficos animais: uma ovelha, um porco e um coelho.
Ao avistar a presa fácil e certa, o leão sacudiu a juba abundante num movimento de incontida satisfação. E, com os olhos brilhantes de gula, voltou-se para o tigre e rosnou:
– Ó tigre admirável! Vejo ali três belos e saborosos petiscos: uma ovelha, um porco e um coelho! Tu, que és vivo e esperto, deves saber, com talento, dividir 3 por 3. Faze, pois, com justiça e equidade, essa operação fraternal: dividir 3 caças por 3 caçadores!
Lisonjeado com semelhante convite, o vaidoso tigre, assim respondeu:
– A ovelha, que é o maior dos três petiscos, será vossa, exclusivamente vossa! Aquele porquinho magro, sujo e despiciendo ficará para mim. E, finalmente, aquele minúsculo e desprezível coelho tocará ao nosso companheiro chacal.
– Estúpido! Egoísta! – rugiu o pavoroso leão furioso – Quem te ensinou a fazer divisões dessa maneira, imbecil? Onde já viste uma partilha de 3 por 3 ser resolvida desse modo?
E, erguendo a pesadíssima pata, descarregou na cabeça do desprevenido tigre tão violenta pancada que o atirou morto a alguns passos de distância.
Em seguida, voltando-se para o chacal, que assistira, estarrecido, àquele trágico desfecho da divisão de 3 por 3, assim falou:
– Meu caro chacal! Sempre fiz da tua inteligência o mais elevado conceito. Encarrego-te, pois, de fazer essa divisão simples e banal. Estás vendo, amigo chacal, aqueles três apetitosos animais, a ovelha, o porco e o coelho? Pois bem: vais dividir os três por dois!
– Não passo de humilde e rude servo de Vossa Majestade – ganiu o chacal –Trata-se de uma simples divisão de 3 por 2! A divisão matematicamente certa e justa é a seguinte: a admirável ovelha, manjar digno de um soberano, cabe aos vossos reais caninos; o belo bacorinho deve caber também ao vosso real paladar; e o saltitante coelho deve ser, também, por vós saboreado a título de sobremesa.
– Ó incomparável chacal! – exclamou o leão, encantado com a partilha que acabava de apreciar – Como são harmoniosas e sábias as tuas palavras! Quem te ensinou esse artifício maravilhoso de dividir, com tanta perfeição e acerto, 3 por 2?
– A patada com que vossa justiça puniu, há pouco, o tigre arrogante e ambicioso, ensinou-me a dividir, com segurança, 3 por 2, quando, desses dois, um é leão, outro é chacal! Na matemática do mais forte, penso eu, o quociente é sempre exato, e ao mais fraco, depois da divisão, nem o resto deve caber!
E, desse dia em diante, sugerindo sempre divisões dessa ordem, inspirada na mais torpe sabujice, julgou o astucioso chacal que poderia viver tranquilo a sua vida de bajulador, a regalar-se com os sobejos que deixava o sanguinário leão.
Enganou-se.
Decorridas duas ou três semanas, o leão, irritado, faminto, desconfiou do servilismo do chacal e deu-lhe violenta patada, matando-o cruelmente.
Quanto aos elementos essenciais da narrativa que constituem o Texto II, assinale a alternativa que contém a descrição correta.
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TEXTO I
“O Homem que Calculava”: o livro que vai te fazer gostar de matemática
Unindo ciência exata com ficção, este livro é capaz de apresentar a matemática de um ponto de vista instigante - e até prazeroso
POR KAROLINA MONTE
20 JUL 2022, 12H11
Escrito por Malba Tahan, “O Homem que Calculava” conta as aventuras de Beremiz Samir, um viajante persa com grande aptidão para os cálculos matemáticos. Durante suas andanças pelo Oriente Médio, o narrador do livro conta as aventuras matemáticas de Beremiz, que sempre se depara com situações cotidianas que, de alguma forma, envolvem algum tipo de cálculo matemático.
O livro infanto-juvenil é perfeito para quem deseja não apenas aprender os cálculos matemáticos, mas também suas aplicações práticas. A realidade de Beremiz até pode, a princípio, parecer distante de nossa realidade, mas no decorrer do livro o leitor percebe o quão fácil é transpor as situações para o próprio cotidiano.
É uma leitura recomendada tanto para quem ainda precisa da matemática nos estudos, como os vestibulandos, como também para aqueles que desejam ressignificar sua relação com a disciplina.
Os contos de “O Homem que Calculava” elevam a ciência exata que é a matemática ao patamar lúdico das histórias e contos para os mais jovens, ao inserir os cálculos de maneira leve e prazerosa, intrigando o leitor sobre as soluções que Beremiz realiza para as situações em que se encontra.
[...]
Além de todo o efeito lúdico-narrativo que aproxima o leitor da matemática, ao final do livro há um apêndice com todas as contas feitas por Beremiz de forma mais exata, explicando o passo a passo de seu raciocínio matemático.
Recomendado como leitura paradidática em muitas escolas, “O Homem que Calculava” foi publicado pela primeira vez no ano de 1938 e nunca deixou de ser reeditado desde então.
O fato de o livro estar presente em livrarias por todo o Brasil desde sua primeira publicação não é em vão: a linguagem narrativa simples e ficcional que acompanha as façanhas matemáticas de Beremiz consegue dialogar com as diferentes gerações que cresceram com a obra e que, em algum momento da vida, sentiram um leve dissabor com a matemática.
E este sucesso vai para além da língua portuguesa: o livro já foi traduzido para edições em espanhol, inglês, alemão, italiano, holandês e árabe.
O “Homem que Calculava” é capaz de transformar por completo a visão dolorosa que temos sobre esta ciência exata, ao torná-la mágica e, acima de tudo, possível. Tão possível quanto 1+1 é igual a 2.
De acordo com o Texto I, dos elementos abaixo apresentados, assinale aquele que NÃO se constitui motivo para indicação de leitura do livro “O Homem que Calculava”.
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TEXTO I
“O Homem que Calculava”: o livro que vai te fazer gostar de matemática
Unindo ciência exata com ficção, este livro é capaz de apresentar a matemática de um ponto de vista instigante - e até prazeroso
POR KAROLINA MONTE
20 JUL 2022, 12H11
Escrito por Malba Tahan, “O Homem que Calculava” conta as aventuras de Beremiz Samir, um viajante persa com grande aptidão para os cálculos matemáticos. Durante suas andanças pelo Oriente Médio, o narrador do livro conta as aventuras matemáticas de Beremiz, que sempre se depara com situações cotidianas que, de alguma forma, envolvem algum tipo de cálculo matemático.
O livro infanto-juvenil é perfeito para quem deseja não apenas aprender os cálculos matemáticos, mas também suas aplicações práticas. A realidade de Beremiz até pode, a princípio, parecer distante de nossa realidade, mas no decorrer do livro o leitor percebe o quão fácil é transpor as situações para o próprio cotidiano.
É uma leitura recomendada tanto para quem ainda precisa da matemática nos estudos, como os vestibulandos, como também para aqueles que desejam ressignificar sua relação com a disciplina.
Os contos de “O Homem que Calculava” elevam a ciência exata que é a matemática ao patamar lúdico das histórias e contos para os mais jovens, ao inserir os cálculos de maneira leve e prazerosa, intrigando o leitor sobre as soluções que Beremiz realiza para as situações em que se encontra.
[...]
Além de todo o efeito lúdico-narrativo que aproxima o leitor da matemática, ao final do livro há um apêndice com todas as contas feitas por Beremiz de forma mais exata, explicando o passo a passo de seu raciocínio matemático.
Recomendado como leitura paradidática em muitas escolas, “O Homem que Calculava” foi publicado pela primeira vez no ano de 1938 e nunca deixou de ser reeditado desde então.
O fato de o livro estar presente em livrarias por todo o Brasil desde sua primeira publicação não é em vão: a linguagem narrativa simples e ficcional que acompanha as façanhas matemáticas de Beremiz consegue dialogar com as diferentes gerações que cresceram com a obra e que, em algum momento da vida, sentiram um leve dissabor com a matemática.
E este sucesso vai para além da língua portuguesa: o livro já foi traduzido para edições em espanhol, inglês, alemão, italiano, holandês e árabe.
O “Homem que Calculava” é capaz de transformar por completo a visão dolorosa que temos sobre esta ciência exata, ao torná-la mágica e, acima de tudo, possível. Tão possível quanto 1+1 é igual a 2.
Assinale a alternativa em que os termos em destaque expressam o sentido indicado entre parênteses:
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TEXTO I
“O Homem que Calculava”: o livro que vai te fazer gostar de matemática
Unindo ciência exata com ficção, este livro é capaz de apresentar a matemática de um ponto de vista instigante - e até prazeroso
POR KAROLINA MONTE
20 JUL 2022, 12H11
Escrito por Malba Tahan, “O Homem que Calculava” conta as aventuras de Beremiz Samir, um viajante persa com grande aptidão para os cálculos matemáticos. Durante suas andanças pelo Oriente Médio, o narrador do livro conta as aventuras matemáticas de Beremiz, que sempre se depara com situações cotidianas que, de alguma forma, envolvem algum tipo de cálculo matemático.
O livro infanto-juvenil é perfeito para quem deseja não apenas aprender os cálculos matemáticos, mas também suas aplicações práticas. A realidade de Beremiz até pode, a princípio, parecer distante de nossa realidade, mas no decorrer do livro o leitor percebe o quão fácil é transpor as situações para o próprio cotidiano.
É uma leitura recomendada tanto para quem ainda precisa da matemática nos estudos, como os vestibulandos, como também para aqueles que desejam ressignificar sua relação com a disciplina.
Os contos de “O Homem que Calculava” elevam a ciência exata que é a matemática ao patamar lúdico das histórias e contos para os mais jovens, ao inserir os cálculos de maneira leve e prazerosa, intrigando o leitor sobre as soluções que Beremiz realiza para as situações em que se encontra.
[...]
Além de todo o efeito lúdico-narrativo que aproxima o leitor da matemática, ao final do livro há um apêndice com todas as contas feitas por Beremiz de forma mais exata, explicando o passo a passo de seu raciocínio matemático.
Recomendado como leitura paradidática em muitas escolas, “O Homem que Calculava” foi publicado pela primeira vez no ano de 1938 e nunca deixou de ser reeditado desde então.
O fato de o livro estar presente em livrarias por todo o Brasil desde sua primeira publicação não é em vão: a linguagem narrativa simples e ficcional que acompanha as façanhas matemáticas de Beremiz consegue dialogar com as diferentes gerações que cresceram com a obra e que, em algum momento da vida, sentiram um leve dissabor com a matemática.
E este sucesso vai para além da língua portuguesa: o livro já foi traduzido para edições em espanhol, inglês, alemão, italiano, holandês e árabe.
O “Homem que Calculava” é capaz de transformar por completo a visão dolorosa que temos sobre esta ciência exata, ao torná-la mágica e, acima de tudo, possível. Tão possível quanto 1+1 é igual a 2.
Das alternativas abaixo, assinale aquela em que a palavra destacada NÃO expressa a opinião que o enunciador tem sobre a obra “O Homem que Calculava”.
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TEXTO I
“O Homem que Calculava”: o livro que vai te fazer gostar de matemática
Unindo ciência exata com ficção, este livro é capaz de apresentar a matemática de um ponto de vista instigante - e até prazeroso
POR KAROLINA MONTE
20 JUL 2022, 12H11
Escrito por Malba Tahan, “O Homem que Calculava” conta as aventuras de Beremiz Samir, um viajante persa com grande aptidão para os cálculos matemáticos. Durante suas andanças pelo Oriente Médio, o narrador do livro conta as aventuras matemáticas de Beremiz, que sempre se depara com situações cotidianas que, de alguma forma, envolvem algum tipo de cálculo matemático.
O livro infanto-juvenil é perfeito para quem deseja não apenas aprender os cálculos matemáticos, mas também suas aplicações práticas. A realidade de Beremiz até pode, a princípio, parecer distante de nossa realidade, mas no decorrer do livro o leitor percebe o quão fácil é transpor as situações para o próprio cotidiano.
É uma leitura recomendada tanto para quem ainda precisa da matemática nos estudos, como os vestibulandos, como também para aqueles que desejam ressignificar sua relação com a disciplina.
Os contos de “O Homem que Calculava” elevam a ciência exata que é a matemática ao patamar lúdico das histórias e contos para os mais jovens, ao inserir os cálculos de maneira leve e prazerosa, intrigando o leitor sobre as soluções que Beremiz realiza para as situações em que se encontra.
[...]
Além de todo o efeito lúdico-narrativo que aproxima o leitor da matemática, ao final do livro há um apêndice com todas as contas feitas por Beremiz de forma mais exata, explicando o passo a passo de seu raciocínio matemático.
Recomendado como leitura paradidática em muitas escolas, “O Homem que Calculava” foi publicado pela primeira vez no ano de 1938 e nunca deixou de ser reeditado desde então.
O fato de o livro estar presente em livrarias por todo o Brasil desde sua primeira publicação não é em vão: a linguagem narrativa simples e ficcional que acompanha as façanhas matemáticas de Beremiz consegue dialogar com as diferentes gerações que cresceram com a obra e que, em algum momento da vida, sentiram um leve dissabor com a matemática.
E este sucesso vai para além da língua portuguesa: o livro já foi traduzido para edições em espanhol, inglês, alemão, italiano, holandês e árabe.
O “Homem que Calculava” é capaz de transformar por completo a visão dolorosa que temos sobre esta ciência exata, ao torná-la mágica e, acima de tudo, possível. Tão possível quanto 1+1 é igual a 2.
As principais finalidades do Texto I são
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