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Foram encontradas 40 questões.

I. Água virtual é a quantidade de água necessária para produzir determinado bem.
II. Pegada hídrica corresponde ao total de água consumida direta ou indiretamente por um indivíduo ou toda a população em determinado período.
Considerando-se as informações e os conhecimentos sobre as questões hídricas mundiais, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) No comércio de água virtual, a transferência desse recurso, entre nações, alivia a escassez hídrica nos países mais carentes de água, como os do Oriente Médio.
( ) Os países exportadores de bens industriais utilizam mais seus mananciais do que os que vendem produtos agrícolas, pois a indústria é o setor da economia que mais consome água, cerca de 70%.
( ) A pegada hídrica leva em conta somente a água agregada aos produtos comercializados, desprezando, para título de cálculo, o volume poluído da cadeia produtiva.
( ) Nas relações comerciais entre Brasil e China, o Brasil degrada mais suas reservas hídricas do que a China.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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1392961 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
A superfície de referência, para as coordenadas cartesianas, é
 

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Os conceitos de desenvolvimento sustentável partem do princípio de que o atendimento às necessidades básicas da população, no presente, não deve comprometer os padrões de vida das gerações futuras.
Considerando-se o texto e os conhecimentos, pode-se afirmar que o desenvolvimento sustentável
 

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Texto:
Economia Verde defende modelos de produção mais sustentáveis
É possível conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do planeta? Um dado alarmante, publicado pela ONG norte-americana Global Footprint Network, revelou que o ser humano tem consumido mais do que a capacidade de recomposição da natureza pode suportar. Se o desenvolvimento econômico é baseado no consumo, cria-se, dessa maneira, uma espécie de cheque-mate para o futuro do planeta. Como fazer com que economias mundiais possam crescer e vencer suas crises sem agredir o planeta? A resposta pode estar no termo economia verde.
O relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza — Síntese para Tomadores de Decisão”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), define economia verde como aquela que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e promove a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e a escassez ecológica. Ou seja, uma economia verde prevê baixa emissão de carbono e eficiência no uso de recursos naturais, além de ser socialmente inclusiva.
Segundo o relatório do PNUMA, no regime de economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados, que priorizem a redução das emissões de carbono e da poluição, aumentando a eficiência energética e o uso de recursos. Dessa maneira, previnem-se perdas de biodiversidade do planeta.
O Programa das Nações Unidas alerta que, para a transição de uma economia marrom, que depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis, para a verde, que explora os recursos renováveis, são necessárias determinadas condições facilitadoras. Isso inclui regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. Para Luiz Felipe Guanaes, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (Unima), a conscientização do consumidor ditará as mudanças nos modelos econômicos.
“O mercado não é uma coisa fixa, ele vem se transformando desde o dia em que surgiu e a sua grande força de mudança é o consumidor, com seus impulsos de compra. A partir do momento em que a sociedade se conscientizar sobre o problema do meio ambiente, a tendência será a demanda por produtos ecologicamente corretos. Quanto mais consciente for o consumidor, mais ele exigirá meios de produção responsáveis em termos ambientais. Para isso, é preciso adequar o modo de produção atual”, explica o professor.
Conforme explica Guanaes, a agricultura orgânica é uma alternativa de produção que vem assumindo cada vez mais espaço no incremento da economia verde no Brasil. “Há 25 anos, não havia demanda para esse tipo de produto, sendo que hoje esse mercado movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Entretanto, esses produtos ainda sofrem sobretaxa devido à falta de investimento em tecnologia para baratear a produção, ficando mais caros que os tradicionais. Se conseguirmos baratear o preço dos vegetais orgânicos, incluindo também a implementação de cooperativismos mais inteligentes, eles baterão de frente com os tradicionais”, destaca.
No que diz respeito ao aproveitamento de energias renováveis, desde 2004, o Brasil tem investido na criação de parques com aerogeradores (hélices que fazem a captação do vento para geração de energia), que entraram em funcionamento em 2006. Como explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, (Abeeólica), Elbia Melo, o país possui um clima propício para esse tipo de geração de energia, que corresponde a 1%, dos 17% provenientes de fontes alternativas, do total da matriz energética do Brasil. “Nós, brasileiros, começamos a perceber que a nossa produção de energia eólica é muito melhor que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, pois nossos ventos são melhores, além das condições do clima. Basicamente, empresas brasileiras que investem em produção de energia alternativas optam também pela eólica”, aponta a presidente.
ECONOMIA VERDE...Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/10/economia-
verde-defende-modelos-de-producao-mais-sustentaveis.html>. Acesso em: 16 jan.2013. Adaptado.
O texto tem como propósito maior:
 

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1387262 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Considere a “fórmula dos prismas”, a figura e os dados a seguir.
Enunciado 1387262-1
Figura representativa dos elementos das seções (sem escala)
Dados:
S-1:
L = 7,00m; hc = 3,00m;
Lm = 8,00m; Lj = 6,00m;
Hj = 2,50m; Hm = 4,50m
Talude de corte = 1/1
S-2: L = 7,00m; hc = 2,00m;
Lm = 8,00m; Lj = 7,00m
Hj = 3,50m; Hm = 4,50m
As áreas das seções S-1 e S-2 são, respectivamente,
 

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1387203 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Considere a “fórmula dos prismas”, a figura e os dados a seguir.
Enunciado 1387203-1
Figura representativa dos elementos das seções (sem escala)
Dados:
S-1:
L = 7,00m; hc = 3,00m;
Lm = 8,00m; Lj = 6,00m;
Hj = 2,50m; Hm = 4,50m
Talude de corte = 1/1
S-2: L = 7,00m; hc = 2,00m;
Lm = 8,00m; Lj = 7,00m
Hj = 3,50m; Hm = 4,50m
O volume de corte entre as seções S-1 e S-2, distantes entre si em 20,00m, é
 

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Texto:
Economia Verde defende modelos de produção mais sustentáveis
É possível conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do planeta? Um dado alarmante, publicado pela ONG norte-americana Global Footprint Network, revelou que o ser humano tem consumido mais do que a capacidade de recomposição da natureza pode suportar. Se o desenvolvimento econômico é baseado no consumo, cria-se, dessa maneira, uma espécie de cheque-mate para o futuro do planeta. Como fazer com que economias mundiais possam crescer e vencer suas crises sem agredir o planeta? A resposta pode estar no termo economia verde.
O relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza — Síntese para Tomadores de Decisão”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), define economia verde como aquela que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e promove a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e a escassez ecológica. Ou seja, uma economia verde prevê baixa emissão de carbono e eficiência no uso de recursos naturais, além de ser socialmente inclusiva.
Segundo o relatório do PNUMA, no regime de economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados, que priorizem a redução das emissões de carbono e da poluição, aumentando a eficiência energética e o uso de recursos. Dessa maneira, previnem-se perdas de biodiversidade do planeta.
O Programa das Nações Unidas alerta que, para a transição de uma economia marrom, que depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis, para a verde, que explora os recursos renováveis, são necessárias determinadas condições facilitadoras. Isso inclui regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. Para Luiz Felipe Guanaes, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (Unima), a conscientização do consumidor ditará as mudanças nos modelos econômicos.
“O mercado não é uma coisa fixa, ele vem se transformando desde o dia em que surgiu e a sua grande força de mudança é o consumidor, com seus impulsos de compra. A partir do momento em que a sociedade se conscientizar sobre o problema do meio ambiente, a tendência será a demanda por produtos ecologicamente corretos. Quanto mais consciente for o consumidor, mais ele exigirá meios de produção responsáveis em termos ambientais. Para isso, é preciso adequar o modo de produção atual”, explica o professor.
Conforme explica Guanaes, a agricultura orgânica é uma alternativa de produção que vem assumindo cada vez mais espaço no incremento da economia verde no Brasil. “Há 25 anos, não havia demanda para esse tipo de produto, sendo que hoje esse mercado movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Entretanto, esses produtos ainda sofrem sobretaxa devido à falta de investimento em tecnologia para baratear a produção, ficando mais caros que os tradicionais. Se conseguirmos baratear o preço dos vegetais orgânicos, incluindo também a implementação de cooperativismos mais inteligentes, eles baterão de frente com os tradicionais”, destaca.
No que diz respeito ao aproveitamento de energias renováveis, desde 2004, o Brasil tem investido na criação de parques com aerogeradores (hélices que fazem a captação do vento para geração de energia), que entraram em funcionamento em 2006. Como explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, (Abeeólica), Elbia Melo, o país possui um clima propício para esse tipo de geração de energia, que corresponde a 1%, dos 17% provenientes de fontes alternativas, do total da matriz energética do Brasil. “Nós, brasileiros, começamos a perceber que a nossa produção de energia eólica é muito melhor que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, pois nossos ventos são melhores, além das condições do clima. Basicamente, empresas brasileiras que investem em produção de energia alternativas optam também pela eólica”, aponta a presidente.
ECONOMIA VERDE...Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/10/economia-
verde-defende-modelos-de-producao-mais-sustentaveis.html>. Acesso em: 16 jan.2013. Adaptado.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a economia verde trará grandes benefícios.
Dentre esses, o único que impulsionará o sucesso dos demais é a
 

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1380820 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Uma característica muito importante da tecnologia GPS, em relação aos métodos de levantamento convencionais, é:
 

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Enunciado 1379812-1
Disponível em: <http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&sa=X&tbo=d&biw=790&bih=446&tbm=isch&tbnid=Iprc2yBvQsid5M:
&imgrefurl=http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2012/06/as-novas-postagens-da-terca-feira>. Acesso em: 8 jan. 2013.
Em relação à linguagem verbal da imagem, está correto o que se afirma em:
 

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1379255 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Sabe-se que o Azimute Verdadeiro de um determinado alinhamento é 48°20’00” no dia 14 de maio de 2001, e a correspondente declinação magnética é 15°30’00”W. O valor do Azimute Magnético, para o alinhamento em questão, nesse mesmo dia, é
 

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