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1390145 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
São causas do baixo fator de potência:
 

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Texto:
Economia Verde defende modelos de produção mais sustentáveis
É possível conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do planeta? Um dado alarmante, publicado pela ONG norte-americana Global Footprint Network, revelou que o ser humano tem consumido mais do que a capacidade de recomposição da natureza pode suportar. Se o desenvolvimento econômico é baseado no consumo, cria-se, dessa maneira, uma espécie de cheque-mate para o futuro do planeta. Como fazer com que economias mundiais possam crescer e vencer suas crises sem agredir o planeta? A resposta pode estar no termo economia verde.
O relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza — Síntese para Tomadores de Decisão”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), define economia verde como aquela que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e promove a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e a escassez ecológica. Ou seja, uma economia verde prevê baixa emissão de carbono e eficiência no uso de recursos naturais, além de ser socialmente inclusiva.
Segundo o relatório do PNUMA, no regime de economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados, que priorizem a redução das emissões de carbono e da poluição, aumentando a eficiência energética e o uso de recursos. Dessa maneira, previnem-se perdas de biodiversidade do planeta.
O Programa das Nações Unidas alerta que, para a transição de uma economia marrom, que depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis, para a verde, que explora os recursos renováveis, são necessárias determinadas condições facilitadoras. Isso inclui regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. Para Luiz Felipe Guanaes, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (Unima), a conscientização do consumidor ditará as mudanças nos modelos econômicos.
“O mercado não é uma coisa fixa, ele vem se transformando desde o dia em que surgiu e a sua grande força de mudança é o consumidor, com seus impulsos de compra. A partir do momento em que a sociedade se conscientizar sobre o problema do meio ambiente, a tendência será a demanda por produtos ecologicamente corretos. Quanto mais consciente for o consumidor, mais ele exigirá meios de produção responsáveis em termos ambientais. Para isso, é preciso adequar o modo de produção atual”, explica o professor.
Conforme explica Guanaes, a agricultura orgânica é uma alternativa de produção que vem assumindo cada vez mais espaço no incremento da economia verde no Brasil. “Há 25 anos, não havia demanda para esse tipo de produto, sendo que hoje esse mercado movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Entretanto, esses produtos ainda sofrem sobretaxa devido à falta de investimento em tecnologia para baratear a produção, ficando mais caros que os tradicionais. Se conseguirmos baratear o preço dos vegetais orgânicos, incluindo também a implementação de cooperativismos mais inteligentes, eles baterão de frente com os tradicionais”, destaca.
No que diz respeito ao aproveitamento de energias renováveis, desde 2004, o Brasil tem investido na criação de parques com aerogeradores (hélices que fazem a captação do vento para geração de energia), que entraram em funcionamento em 2006. Como explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, (Abeeólica), Elbia Melo, o país possui um clima propício para esse tipo de geração de energia, que corresponde a 1%, dos 17% provenientes de fontes alternativas, do total da matriz energética do Brasil. “Nós, brasileiros, começamos a perceber que a nossa produção de energia eólica é muito melhor que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, pois nossos ventos são melhores, além das condições do clima. Basicamente, empresas brasileiras que investem em produção de energia alternativas optam também pela eólica”, aponta a presidente.
ECONOMIA VERDE...Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/10/economia-
verde-defende-modelos-de-producao-mais-sustentaveis.html>. Acesso em: 16 jan.2013. Adaptado.
O texto tem como propósito maior:
 

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1387728 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Em um eletroduto, encontram-se cabos com 6mm2 e 10mm2 de diâmetro.
A bitola do cabo que pode ser colocada no eletroduto, de acordo com a Norma NBR 5410, é a de
 

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1386830 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Em um corredor bastante longo o projetista determinou que fossem instalados cinco pontos de comando para as lâmpadas.
O número e o tipo de interruptor que deverão ser utilizados são
 

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1384594 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Uma carga trifásica, ligada em triângulo, deve ser alimentada por
 

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1384386 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Enunciado 1384386-1
Considere que, no circuito representado, a tensão da rede é 200V.
Os valores máximos de corrente elétrica, relativos aos circuitos de iluminação e tomadas, são
 

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Texto:
Economia Verde defende modelos de produção mais sustentáveis
É possível conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do planeta? Um dado alarmante, publicado pela ONG norte-americana Global Footprint Network, revelou que o ser humano tem consumido mais do que a capacidade de recomposição da natureza pode suportar. Se o desenvolvimento econômico é baseado no consumo, cria-se, dessa maneira, uma espécie de cheque-mate para o futuro do planeta. Como fazer com que economias mundiais possam crescer e vencer suas crises sem agredir o planeta? A resposta pode estar no termo economia verde.
O relatório “Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza — Síntese para Tomadores de Decisão”, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), define economia verde como aquela que resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e promove a igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente riscos ambientais e a escassez ecológica. Ou seja, uma economia verde prevê baixa emissão de carbono e eficiência no uso de recursos naturais, além de ser socialmente inclusiva.
Segundo o relatório do PNUMA, no regime de economia verde, o crescimento de renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados, que priorizem a redução das emissões de carbono e da poluição, aumentando a eficiência energética e o uso de recursos. Dessa maneira, previnem-se perdas de biodiversidade do planeta.
O Programa das Nações Unidas alerta que, para a transição de uma economia marrom, que depende excessivamente da energia proveniente dos combustíveis fósseis, para a verde, que explora os recursos renováveis, são necessárias determinadas condições facilitadoras. Isso inclui regulamentos nacionais, políticas, subsídios e incentivos, mercado internacional e infraestrutura legal e protocolos comerciais e de apoio. Para Luiz Felipe Guanaes, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e diretor do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente da PUC (Unima), a conscientização do consumidor ditará as mudanças nos modelos econômicos.
“O mercado não é uma coisa fixa, ele vem se transformando desde o dia em que surgiu e a sua grande força de mudança é o consumidor, com seus impulsos de compra. A partir do momento em que a sociedade se conscientizar sobre o problema do meio ambiente, a tendência será a demanda por produtos ecologicamente corretos. Quanto mais consciente for o consumidor, mais ele exigirá meios de produção responsáveis em termos ambientais. Para isso, é preciso adequar o modo de produção atual”, explica o professor.
Conforme explica Guanaes, a agricultura orgânica é uma alternativa de produção que vem assumindo cada vez mais espaço no incremento da economia verde no Brasil. “Há 25 anos, não havia demanda para esse tipo de produto, sendo que hoje esse mercado movimenta cerca de R$ 5 bilhões. Entretanto, esses produtos ainda sofrem sobretaxa devido à falta de investimento em tecnologia para baratear a produção, ficando mais caros que os tradicionais. Se conseguirmos baratear o preço dos vegetais orgânicos, incluindo também a implementação de cooperativismos mais inteligentes, eles baterão de frente com os tradicionais”, destaca.
No que diz respeito ao aproveitamento de energias renováveis, desde 2004, o Brasil tem investido na criação de parques com aerogeradores (hélices que fazem a captação do vento para geração de energia), que entraram em funcionamento em 2006. Como explica a presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica, (Abeeólica), Elbia Melo, o país possui um clima propício para esse tipo de geração de energia, que corresponde a 1%, dos 17% provenientes de fontes alternativas, do total da matriz energética do Brasil. “Nós, brasileiros, começamos a perceber que a nossa produção de energia eólica é muito melhor que nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, pois nossos ventos são melhores, além das condições do clima. Basicamente, empresas brasileiras que investem em produção de energia alternativas optam também pela eólica”, aponta a presidente.
ECONOMIA VERDE...Disponível em: <http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2012/10/economia-
verde-defende-modelos-de-producao-mais-sustentaveis.html>. Acesso em: 16 jan.2013. Adaptado.
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a economia verde trará grandes benefícios.
Dentre esses, o único que impulsionará o sucesso dos demais é a
 

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1383599 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Conforme a NBR 5052, os ensaios realizados em geradores são de rotina, de tipo ou especiais.
De acordo com essa informação, a alternativa que contém apenas os ensaios de rotina é a
 

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1382131 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
Analise as afirmativas e marque com V as verdadeiras e com F, as falsas em relação à maneira de evitar o choque elétrico e fazer o correto aterramento dos circuitos elétricos.
( ) O sistema de aterramento deve oferecer um percurso de alta impedância de retorno para a terra da corrente de falta, permitindo, assim, que haja a operação automática, rápida e segura do sistema de proteção.
( ) O sistema de aterramento deve oferecer um percurso de baixa impedância de retorno para a terra da corrente de falta, permitindo, assim, que haja a operação automática, rápida e segura do sistema de proteção.
( ) Em qualquer projeto, deve ser assegurado que todos os tipos de proteções necessárias se juntem em um único ponto de aterramento, garantindo, assim, a tão desejada e fundamental equipotencialidade.
( ) O transformador de isolamento é um equipamento que possui uma blindagem eletrostática, envolvendo um ou mais de seus enrolamentos. Esta blindagem, sendo aterrada, reduz o acoplamento capacitivo entre os enrolamentos. Para a maioria das aplicações, uma única blindagem é suficiente.
( ) O aterramento maximiza a diferença de potencial entre o objeto e o terra. Essas ligações podem ser feitas por condutores nus ou isolados, utilizando-se o sistema de aterramento único da edificação.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
 

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1381279 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEB
Orgão: CERB
A eficiência luminosa das lâmpadas é fator determinante para elaboração de projetos eficientes.
O tipo de lâmpada mais eficiente é a
 

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