Foram encontradas 40 questões.
Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – Por volta de 500 a. C., a maioria dos chineses não possuía habitação própria. II – Por volta de 500 a. C., os governantes chineses viviam luxuosamente. III – Por volta de 500 a. C., a população chinesa estava proibida de lutar em guerras.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – As primeiras roupas fabricadas pelos chineses foram mantos religiosos. II – Os chineses construíram as primeiras pontes de que se tem registro. III – O desenvolvimento da astronomia deveu-se ao intercâmbio realizado com os hispânicos.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – Por volta de 500 a. C., a China não se destacava no campo da metalurgia. II – Por volta de 500 a. C., os chineses eram considerados o povo mais avançado no campo da medicina. III – O livro “A Arte da Guerra” foi escrito por Mao Tsé-Tung, em 400 a. C.
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São considerados tipos de advérbio, EXCETO:
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São considerados tipos de conjunção,
EXCETO:
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – A Revolução Cultural ocorreu por volta de 1500 a. C. II – Mao Tsé-Tung foi o grande responsável por implementar o estudo da astronomia na China. III – Nos cinco primeiros séculos da era cristã, os chineses se converteram massivamente ao Catolicismo.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – A China sempre esteve avançada em relação à população mundial. II – Por volta de 1500 a. C., a China destacava-se no campo da organização política. III – Por volta de 1500 a. C., Japão e China destacavam-se na fabricação de cerâmicas em fornos.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
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Questão presente nas seguintes provas
Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
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