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Os artigos 4º e 5º do decreto 83.284/1979 estabelecem os requerimentos para a obtenção do registro para o exercício do jornalismo. Sobre tais requerimentos, é CORRETO afirmar que:
I– É exigida nacionalidade brasileira.
II– O requerente não pode estar denunciado ou condenado por crime.
III– O profissional deve ter diploma com habilitação em Jornalismo, por estabelecimento reconhecido por lei.
IV– O profissional pode receber registro profissional sem diploma como provisionado, desde que não exija piso salarial da categoria.
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- Tecnologia e Comunicação
- Internet na Tecnologia e Comunicação no Jornalismo
- Linguagem Jornalística
- Telejornalismo
- Teorias da Comunicação
- Principais Teorias e Escolas
- Opinião Pública no Jornalismo
- Tecnologia da Informação e das Comunicações
- Público, Massa e Audiência
- Interação e Interatividade
Segundo Brian Wieser, da Pivotal Research
(Nova Iorque), um dos analistas de meios mais
respeitados de Wall Street, a relação do espectador
com a forma de assistir à televisão tem passado por
algumas tendências:
-Cord cutting: o consumidor está reduzindo o seu acesso à TV paga, por ter acesso à televisão aberta digital, streaming e TV on demand gratuitamente. -Cord shaving: o consumidor seleciona um número menor de canais para seguir; as televisões abertas, por sua qualidade de produção, jornalismo e coberturas esportivas, acabam na preferência do consumidor. -A receita gerada pela TV paga local facilitará a produção continuada de conteúdo de alta qualidade pela televisão aberta. -O futuro do entretenimento está no conteúdo e a televisão aberta tem o conhecimento e o poder de investimento para produção que outros meios não possuem. (Adaptado de “Mitos e realidades da TV aberta”. Disponível em: )
De acordo com o texto é CORRETO afirmar que:
I– Para o pesquisador, o telespectador tem deixado de assistir à televisão paga por uma questão de economia, já que a internet tem conteúdo gratuito. II– As grandes geradoras têm aproveitado a maior seletividade de canais pelo espectador (cord shaving) para investir em programação de melhor qualidade na TV aberta. III– Apesar da profusão de conteúdos sob demanda da internet e da televisão paga, as grandes emissoras ainda têm poder financeiro para investir em produções atrativas na televisão aberta.
-Cord cutting: o consumidor está reduzindo o seu acesso à TV paga, por ter acesso à televisão aberta digital, streaming e TV on demand gratuitamente. -Cord shaving: o consumidor seleciona um número menor de canais para seguir; as televisões abertas, por sua qualidade de produção, jornalismo e coberturas esportivas, acabam na preferência do consumidor. -A receita gerada pela TV paga local facilitará a produção continuada de conteúdo de alta qualidade pela televisão aberta. -O futuro do entretenimento está no conteúdo e a televisão aberta tem o conhecimento e o poder de investimento para produção que outros meios não possuem. (Adaptado de “Mitos e realidades da TV aberta”. Disponível em: )
De acordo com o texto é CORRETO afirmar que:
I– Para o pesquisador, o telespectador tem deixado de assistir à televisão paga por uma questão de economia, já que a internet tem conteúdo gratuito. II– As grandes geradoras têm aproveitado a maior seletividade de canais pelo espectador (cord shaving) para investir em programação de melhor qualidade na TV aberta. III– Apesar da profusão de conteúdos sob demanda da internet e da televisão paga, as grandes emissoras ainda têm poder financeiro para investir em produções atrativas na televisão aberta.
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O decreto 83.284/1979, que trata da
regulamentação do Jornalismo, estabelece que
o exercício da profissão de jornalista é livre em
todo o território nacional, dentro das condições
estabelecidas. É considerado jornalista, de acordo
com o documento, o profissional que exerce as
seguintes atividades:
I– Redação, interpretação, correção ou coordenação de matéria. II– Entrevista, reportagem, comentário ou crônica. III– Assessoria de imprensa nos serviços público e privado. IV– Ensino de técnicas de jornalismo. V– Execução de desenhos de caráter jornalístico.
I– Redação, interpretação, correção ou coordenação de matéria. II– Entrevista, reportagem, comentário ou crônica. III– Assessoria de imprensa nos serviços público e privado. IV– Ensino de técnicas de jornalismo. V– Execução de desenhos de caráter jornalístico.
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- Gêneros Jornalísticos
- Notícia
- Técnicas Jornalísticas
- Produção da Notícia
- Redação Jornalística
- Ética Jornalística
- Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros
Em 2018, a Aliança Nacional LGBTI e a Rede
Gay Latino lançaram a versão brasileira do Manual
de Comunicação LGBTI+, com o objetivo de orientar
jornalistas e estudantes de Jornalismo. Leia um
trecho do manual a seguir e assinale a alternativa
CORRETA.
“SUBSTITUA PRECONCEITO POR INFORMAÇÃO CORRETA
GLS por LGBTI+ A sigla GLS é excludente porque não identifica as pessoas bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais. Dessa forma, não deve ser empregada como referência à esfera política das diversas vertentes dos movimentos LGBTI+.
Homossexualismo por homossexualidade Termo incorreto e preconceituoso devido ao sufixo “ismo”, que denota doença e anormalidade. O termo substitutivo é homossexualidade, que se refere da forma correta à orientação sexual do indivíduo, indicando “modo de ser e sentir”.
Orientação sexual Opção sexual é uma expressão incorreta. O termo aceito é “orientação sexual”. A explicação provém do fato de que ninguém “opta”, conscientemente, por sua orientação sexual.”
(Adaptado de REIS, T., org. Manual de Comunicação LGBTI+. Curitiba: Aliança Nacional LGBTI / GayLatino, 2018, p. 63. Disponível em: <https://fenaj.org.br/publicacoes> )
I– O texto é destinado somente a ativistas LGBTI+, uma vez que as mídias tradicionais não precisam utilizar termos estigmatizados como o do trecho dado. II– A publicação é reflexo da sociedade atual, mais plural e diversa, e está de acordo com o Código de Ética do Jornalista, que apregoa o combate ao preconceito de classe, etnia e orientação sexual. III– O manual é voltado especialmente ao público jovem, que domina a linguagem contemporânea, especialmente a utilizada na internet. IV– Uma linguagem adequada, independentemente de ideologia e orientação sexual, faz com que o jornalista evite publicar expressões que possam ressaltar a discriminação contra pessoas segundo a orientação sexual delas.
“SUBSTITUA PRECONCEITO POR INFORMAÇÃO CORRETA
GLS por LGBTI+ A sigla GLS é excludente porque não identifica as pessoas bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais. Dessa forma, não deve ser empregada como referência à esfera política das diversas vertentes dos movimentos LGBTI+.
Homossexualismo por homossexualidade Termo incorreto e preconceituoso devido ao sufixo “ismo”, que denota doença e anormalidade. O termo substitutivo é homossexualidade, que se refere da forma correta à orientação sexual do indivíduo, indicando “modo de ser e sentir”.
Orientação sexual Opção sexual é uma expressão incorreta. O termo aceito é “orientação sexual”. A explicação provém do fato de que ninguém “opta”, conscientemente, por sua orientação sexual.”
(Adaptado de REIS, T., org. Manual de Comunicação LGBTI+. Curitiba: Aliança Nacional LGBTI / GayLatino, 2018, p. 63. Disponível em: <https://fenaj.org.br/publicacoes> )
I– O texto é destinado somente a ativistas LGBTI+, uma vez que as mídias tradicionais não precisam utilizar termos estigmatizados como o do trecho dado. II– A publicação é reflexo da sociedade atual, mais plural e diversa, e está de acordo com o Código de Ética do Jornalista, que apregoa o combate ao preconceito de classe, etnia e orientação sexual. III– O manual é voltado especialmente ao público jovem, que domina a linguagem contemporânea, especialmente a utilizada na internet. IV– Uma linguagem adequada, independentemente de ideologia e orientação sexual, faz com que o jornalista evite publicar expressões que possam ressaltar a discriminação contra pessoas segundo a orientação sexual delas.
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- Tecnologia e Comunicação
- Internet na Tecnologia e Comunicação no Jornalismo
- Mídias Eletrônicas
- Técnicas Jornalísticas
- Mídias Sociais e Jornalismo
- Produção da Notícia
- Novas Mídias
- Tecnologia da Informação e das Comunicações
Leia o texto a seguir e responda a questão.
“O crescimento do uso de dados digitais, nos
processos de produção de jornalismo, coincide com
o barateamento das tecnologias digitais conectadas,
com o aumento da capacidade de processamento
de dados por máquinas computacionais (servidores,
PC’s, notebooks, celulares, tablets, e-books, etc.)
e com a criação de sistemas tecnologicamente
amigáveis para acesso, manipulação, visualização
e distribuição de dados. Em tempos de conexões
infinitas entre tecnologias digitais emergentes e
práticas jornalísticas, o número de experimentos
na área tem aumentado de forma exponencial,
estruturando um novo ecossistema informacional.
Nesse ambiente, misturam-se apostas oriundas de
grandes empresas tradicionais de mídia e incontáveis
criações produzidas por startups, formando campos
de batalha para conquistar a atenção e consumo
informativo da audiência.”
(LIMA JR., W. T. Jornalismo hiperlocal e dispositivos
móveis. In JERONIMO, P. (org.), 2017, p. 217)
I– Servidor II– PC III– Notebook IV– Tablet V– E-book
A– Computador de uso doméstico, geralmente não móvel, composto por monitor, mouse, teclado e torre. B– Texto em formato digital que substitui o papel, para ser lido em dispositivos eletrônicos. C– Dispositivo com bateria recarregável, em formato de prancheta e com tela tátil, que dispensa o uso de um teclado físico. D– Software ou computador, com sistema de computação centralizada e que fornece serviços a uma rede de computadores. E– Computador móvel, que pode funcionar ligado à energia elétrica tanto quanto por meio de uma bateria embutida no aparelho.
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“O relato jornalístico não é um ato de descrever
ou dizer de forma direta, determinada e precisa um
fato empírico acontecido no mundo exterior, mas é
um ato de apresentação de uma realidade que se
constitui inclusive com a participação ativa do leitor
(...) mas isso não equivale a dizer que imprensa
mente, inventa ou diz inverdades. Significa apenas
que os nossos discursos são condicionados pelos
limites de nossos modos de dizer, ou seja, são
construções do mundo dentro de certos limites
impostos pelos nossos jogos de linguagem.”
(CORREIA, J. C. “A verdade, a objectividade e a
“seriedade” dos enunciados jornalísticos”, in Teoria e
Crítica do Discurso Noticioso. LabCom, 2009, p. 22)
De acordo com o texto dado é CORRETO afirmar que:
I– Nunca há uma descrição completa da realidade senão muitas, todas diferentes. Portanto, cada texto pode trazer uma verdade em si, mas nunca uma verdade absoluta. II– O autor refuta a condição de imparcialidade no jornalismo, pois cada relato de um fato, ainda que comprometido com a realidade, é narrado segundo os critérios e as características de seu autor. III– No jornalismo, a verdade passa por uma reconstrução, que permite contextualizar os fatos, procurar as suas causas e apresentá-los na sua coerência.
De acordo com o texto dado é CORRETO afirmar que:
I– Nunca há uma descrição completa da realidade senão muitas, todas diferentes. Portanto, cada texto pode trazer uma verdade em si, mas nunca uma verdade absoluta. II– O autor refuta a condição de imparcialidade no jornalismo, pois cada relato de um fato, ainda que comprometido com a realidade, é narrado segundo os critérios e as características de seu autor. III– No jornalismo, a verdade passa por uma reconstrução, que permite contextualizar os fatos, procurar as suas causas e apresentá-los na sua coerência.
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- Teorias da Comunicação
- Principais Teorias e Escolas
- Teorias do Jornalismo
- Agenda Setting
- Público, Massa e Audiência
Segundo esta hipótese, lançada em 1972,
os temas discutidos no cotidiano são determinados
pelas mensagens da mídia. Esta ideia foi antecipada
por Walter Lippmann em “Opinião Pública” (1922),
obra na qual o autor destacava o papel da imprensa
no enquadramento da atenção dos leitores em
direção a temas impostos por ela.
O texto dado aborda que teoria da comunicação e seus autores respectivamente?
O texto dado aborda que teoria da comunicação e seus autores respectivamente?
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Sobre termos técnicos do jornalismo,
relacione a primeira coluna com a segunda.
A– Lide B– Sublide C– Pirâmide invertida D– Pirâmide deitada E– Feature F– Pensata
I– Técnica de redação na qual o lide é a primeira e principal informação. II– O primeiro parágrafo de uma matéria no qual deve conter, em poucas linhas, as informações básicas sobre o fato. III– Perfil, entrevista ou história de interesse humano aprofundado em uma reportagem especial com informações pitorescas ou inusitadas. IV– Com informações menos importantes, serve para articular melhor o texto a partir de dados secundários. V– Gênero próximo ao editorial em que um pequeno artigo faz análise de uma notícia. VI– Com quatro níveis de leitura (unidade base, nível de explicação, nível de contextualização e nível de exploração), é o método mais adequado para o webjornalismo, segundo alguns teóricos.
A– Lide B– Sublide C– Pirâmide invertida D– Pirâmide deitada E– Feature F– Pensata
I– Técnica de redação na qual o lide é a primeira e principal informação. II– O primeiro parágrafo de uma matéria no qual deve conter, em poucas linhas, as informações básicas sobre o fato. III– Perfil, entrevista ou história de interesse humano aprofundado em uma reportagem especial com informações pitorescas ou inusitadas. IV– Com informações menos importantes, serve para articular melhor o texto a partir de dados secundários. V– Gênero próximo ao editorial em que um pequeno artigo faz análise de uma notícia. VI– Com quatro níveis de leitura (unidade base, nível de explicação, nível de contextualização e nível de exploração), é o método mais adequado para o webjornalismo, segundo alguns teóricos.
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- Ética Jornalística
- Teorias da Comunicação
- Principais Teorias e Escolas
- Objetividade e Imparcialidade
“Se a objetividade é impossível, deve-se
tentar ser objetivo. A objetividade é uma meta, um
ideal. Resolvem-se assim todas as questões de
consciência: tentar ser objetivo seria o bastante,
mesmo que a objetividade seja impossível. Com
essas assertivas relativas (...) e com assertivas
absolutamente acríticas (...) o movimento da indústria
da comunicação para sacralizar a questão da
objetividade segue firme. (...) Enquanto a academia
discute “cientificamente” a objetividade, a indústria a
mitifica.”
(COSTA, C. T. Ética, jornalismo e nova mídia: uma
moral provisória. Ed. Jorge Zahar, 2009, p. 167)
Dado o texto, é CORRETO afirmar que: I– Por “indústria da comunicação” entendem-se os interesses publicitários e de mercado associados à venda da notícia enquanto produto. II– Por “assertivas absolutamente acríticas” o autor faz referência à ausência de objetividade existente no jornalismo. III– O autor tece uma crítica ao meio acadêmico, que debate a questão da objetividade na teoria, enquanto a indústria da comunicação a vende como bem imaterial de consumo. IV– Os dois primeiros períodos do texto refletem diretamente a opinião do autor sobre objetividade.
Dado o texto, é CORRETO afirmar que: I– Por “indústria da comunicação” entendem-se os interesses publicitários e de mercado associados à venda da notícia enquanto produto. II– Por “assertivas absolutamente acríticas” o autor faz referência à ausência de objetividade existente no jornalismo. III– O autor tece uma crítica ao meio acadêmico, que debate a questão da objetividade na teoria, enquanto a indústria da comunicação a vende como bem imaterial de consumo. IV– Os dois primeiros períodos do texto refletem diretamente a opinião do autor sobre objetividade.
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- Tecnologia e Comunicação
- Internet na Tecnologia e Comunicação no Jornalismo
- Gêneros Jornalísticos
- Notícia
- Técnicas Jornalísticas
- Produção da Notícia
- Redação Jornalística
- Novas Mídias
- Tecnologia da Informação e das Comunicações
- Apuração
- Metodologia de Pesquisa
- Fontes
- Checagem
- Jornalismo de Dados
Leia o texto a seguir e responda a questão.
“O crescimento do uso de dados digitais, nos
processos de produção de jornalismo, coincide com
o barateamento das tecnologias digitais conectadas,
com o aumento da capacidade de processamento
de dados por máquinas computacionais (servidores,
PC’s, notebooks, celulares, tablets, e-books, etc.)
e com a criação de sistemas tecnologicamente
amigáveis para acesso, manipulação, visualização
e distribuição de dados. Em tempos de conexões
infinitas entre tecnologias digitais emergentes e
práticas jornalísticas, o número de experimentos
na área tem aumentado de forma exponencial,
estruturando um novo ecossistema informacional.
Nesse ambiente, misturam-se apostas oriundas de
grandes empresas tradicionais de mídia e incontáveis
criações produzidas por startups, formando campos
de batalha para conquistar a atenção e consumo
informativo da audiência.”
(LIMA JR., W. T. Jornalismo hiperlocal e dispositivos
móveis. In JERONIMO, P. (org.), 2017, p. 217)
I– Apenas por não serem dispositivos móveis, meios como a televisão e o rádio estão fadados ao desaparecimento, já que não são reformulados diante das novas tecnologias. II– Por “sistemas tecnologicamente amigáveis” definem-se plataformas de fácil acesso ao usuário comum, como aplicativos, sites e programas para computadores. III– “Ecossistema informacional” é uma metáfora empregada pelo autor para definir a interdependência entre o jornalismo e as tecnologias da informação, sejam estas tradicionais ou inovadoras. IV– O autor celebra as “tecnologias digitais emergentes”, como as produzidas por startups, uma vez que elas não tratam o jornalismo como produto de comum, ao contrário das empresas tradicionais.
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