Foram encontradas 60 questões.
Apesar de todas as mudanças nos modos de produção do jornalismo, ainda convivemos com um tipo híbrido no ambiente digital.
Ou seja, há investimento em uma nova linguagem, própria do ciberespaço e que usa todos os recursos que o meio suporta, mas
ainda segue ocorrendo a transposição direta dos conteúdos dos meios tradicionais para os portais de notícias. Nesse cenário de
transformações, o uso de ferramentas e o domínio do processo de produção, circulação, consumo e recirculação são fundamentais
para que se consolide um tipo de narrativa hipermídia. Sobre a narrativa hipermídia, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O jornalismo on-line, desde seus primeiros passos, tem evoluído tanto no que diz respeito às questões técnicas quanto ao uso das
ferramentas e possibilidades hipermidiáticas. Após um período em que apenas transpunha os conteúdos e formatos do jornalismo
impresso para o ambiente digital, o jornalismo on-line passou, em meados dos anos 1990, a incorporar ferramentas como o
slideshowde notícias. A partir dos anos 2000, começou uma nova fase, caracterizada pelo uso de recursos multimídia, como vídeos,
áudios, infográficos e animações, graças ao desenvolvimento das tecnologias. Atualmente, o jornalismo on-line busca consolidar
uma linguagem própria, levando em consideração o cenário de conexão e convergência e a participação ativa do leitor. Sobre os
elementos da reportagem hipermídia, assinale a afirmativa correta.
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A escolha das fontes é um elemento no jornalismo que determina em boa parte o grau de confiabilidade do relato jornalístico,
mas não apenas isso. É preciso que o repórter tenha como método de trabalho a checagem das informações, a fim de minimizar
as chances de que uma informação falsa ou distorcida seja levada a público. Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a apuração
jornalística e o advento do fact-checking.
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Muitas transformações têm sido observadas nos processos de produção jornalística a partir das novas configurações e digitalização das redações e do uso intensivo das tecnologias móveis, que mudam a relação dos profissionais e do público com o tempo
e o espaço. A apuração dos fatos e a checagem das informações, no entanto, continuam sendo práticas indispensáveis para que
se possa produzir conteúdo de qualidade e com alto grau de confiabilidade. Mais recentemente, o fact-checking se consolidou
como uma prática que se encarrega de classificar informações publicadas na imprensa, principalmente em períodos eleitorais.
(Forechi, Marcilene, et al. Jornalismo digital e cibercultura. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo A, 2020.)
Em uma classificação proposta por Lage (2002), as fontes podem ser divididas em três tipos; assinale a afirmativa INCORRETA.
(Forechi, Marcilene, et al. Jornalismo digital e cibercultura. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo A, 2020.)
Em uma classificação proposta por Lage (2002), as fontes podem ser divididas em três tipos; assinale a afirmativa INCORRETA.
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Agenda-setting – em português, teoria da agenda ou do agendamento – é uma proposta teórica cunhada há mais de cinco décadas
com base na constatação empírica dos efeitos que a seleção de assuntos feita pelos meios jornalísticos tem na agenda pública e, por
extensão, na opinião pública. De sua proposição para cá, a teoria tem sido revisada, expandida e atualizada. Assim, é de extrema
importância, principalmente, por mostrar a complexidade de processos comunicacionais que, muitas vezes, têm efeitos imprevistos.
Assinale a afirmativa correta sobre os fundamentos do agenda-setting.
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O instrumento mais importante para compreendermos o que um público específico pensa a respeito de determinado tema é a
realização de uma pesquisa, que auxilia na busca por respostas para as nossas indagações, ajudando-nos a achar as melhores
soluções. É por meio dela que podemos planejar as ações futuras e selecionar as melhores decisões a serem tomadas. A realização
de uma pesquisa, no entanto, não é um processo aleatório. Ao contrário, obedece a um planejamento com etapas definidas para
se alcançar os objetivos desejados. Sobre as etapas para uma pesquisa de opinião pública, assinale a afirmativa correta.
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A teoria sociológica do estrutural-funcionalismo dos meios de comunicação de massa também é conhecida como teoria funcionalista ou sociologia funcionalista da mídia. Ela surge no momento em que se estabelece uma crise doutrinária sobre a pesquisa
administrativa da Mass Communication Research. Acreditava-se que os estudos sobre os mass media pareciam pouco convincentes porque careciam de um modelo teórico geral. Assim, surge uma possibilidade teórica de “reverter” essa crise a partir da união
entre teoria social geral e Mass Communication Research. Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a teoria funcionalista.
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A Lei Federal nº 12.527, de 18 de novembro de 2011 traz sanções as quais a pessoa física ou entidade privada que detiver informações em virtude de vínculo de qualquer natureza com o poder público e deixar de observar o disposto nessa normativa. Sobre as
sanções previstas na lei, assinale a alternativa INCORRETA.
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Lei Federal nº 12.527, de 18 de novembro de 2011,regula o acesso a informações e dispõe sobre os procedimentos a serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Sobre os requisitos que os sítios oficiais devem atender, assinale a alternativa correta.
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A importância da educação e conscientização no combate à violência feminina
No contexto atual, é alarmante constatar que muitas mulheres ainda desconheçam os diferentes tipos de violência feminina perpetrados contra elas. Essa falta de conhecimento não apenas contribui para a perpetuação do ciclo de abuso, mas também as impede de
buscar ajuda e se proteger adequadamente. Dentro dessa realidade preocupante, destacam-se diversos tipos de violência feminina, cada
um com suas características e impactos específicos.
A violência física, por exemplo, manifesta-se através de agressões diretas como socos, chutes e empurrões, deixando marcas visíveis
e emocionais profundas. Já a violência psicológica, talvez menos evidente, é igualmente devastadora, minando a autoestima e o bem-estar emocional da vítima por meio de humilhações, xingamentos e ameaças constantes.
A violência sexual é outra forma de agressão que merece atenção especial. Ela engloba qualquer tipo de abuso, coerção ou intimidação sexual não consentida, deixando cicatrizes emocionais que muitas vezes perduram por toda a vida. Enquanto isso, a violência patrimonial é uma realidade cruel na qual a vítima é submetida ao controle abusivo de seus bens e recursos financeiros, limitando sua independência e liberdade.
Por fim, a violência moral, muitas vezes subestimada, também causa danos significativos ao expor a intimidade da mulher, difamando-a publicamente e comprometendo sua dignidade e reputação.
Para combater essa falta de conhecimento e conscientizar as mulheres sobre seus direitos e formas de se protegerem, é fundamental
implementar programas educacionais desde cedo, principalmente nas escolas. Educar crianças e adolescentes sobre respeito, igualdade de
gênero e prevenção da violência é essencial para criar uma sociedade mais justa e igualitária.
As escolas desempenham um papel fundamental nesse processo, pois são espaços privilegiados para a disseminação de conhecimento e valores. Ao incluir em suas grades curriculares conteúdos relacionados à violência de gênero, as escolas contribuem para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados na luta contra a violência feminina. Além disso, é importante que as instituições de ensino
ofereçam espaços seguros e acolhedores onde os alunos possam discutir abertamente questões relacionadas à violência de gênero, esclarecer dúvidas e buscar apoio em casos de violência.
Além disso, é crucial que o papel da mulher como mãe seja valorizado e discutido dentro das famílias. Conversas abertas sobre
questões relacionadas à violência de gênero e o ensino aos filhos sobre o respeito e a valorização das mulheres desde cedo são eficazes
na promoção de mudanças culturais e comportamentais.
Outra medida importante é a adoção de políticas mais rigorosas pelas plataformas digitais, que devem coibir publicações agressivas
ou que promovam a violência contra as mulheres. A fiscalização rigorosa nessas plataformas pode ajudar a prevenir a disseminação de
discursos de ódio e a proteger as mulheres do assédio online.
As plataformas digitais têm uma visibilidade ampla e a capacidade de disseminar informações rapidamente. Portanto, é essencial
que utilizemos essas ferramentas de forma responsável e ética, promovendo a conscientização e o combate à violência feminina em
todas as esferas da sociedade.
É essencial que a sociedade se una para garantir que essas leis sejam implementadas efetivamente e que as mulheres tenham
acesso à informação, justiça e proteção necessárias para viverem livres de violência.
(Advogado Paulo Meira Passos, Diretor-Chefe da Meira Passos Advogados e Advogado da Comissão da OAB-MG. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/. Acesso em: fevereiro de 2024.)
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