Foram encontradas 120 questões.
A discussão acerca da influência do pensamento econômico na teoria moderna é aparentemente uma discussão metateórica, ou seja, de caráter metodológico. Mas, na ciência econômica, como de resto nas ciências sociais em geral, não há consenso sobre a forma de evolução dos paradigmas. Contrariamente ao que, em regra, acontece no mundo das ciências naturais, há aqui dúvidas a respeito de se o conhecimento mais recente é necessariamente o melhor, o mais verdadeiro, ou seja, aquele que incorporou produtivamente os desenvolvimentos teóricos até então existentes, tendo deixado de lado aqueles que não se mostraram adequados a seu objeto.
O economista Pérsio Arida tratou desse problema em um texto que se tornou clássico muito antes de ser publicado. Afirma ali que o aprendizado da teoria econômica tem sido efetuado de acordo com dois modelos distintos: o que ele chama de hard science, que ignora a história do pensamento e segundo o qual o estudante deve familiarizar-se de imediato com o estágio atual da teoria, e o que ele chama de soft science, que considera que o estudante deve conhecer bem, e, se possível, dominar, os clássicos do passado, mesmo que em prejuízo de sua familiaridade com os desenvolvimentos mais recentes. Acrescenta a esse enquadramento que, por trás do modelo hard science, está a ideia de uma “fronteira do conhecimento”: o estudante não precisaria perder tempo com antigos pensadores, porque todas as suas eventuais contribuições já estariam incorporadas ao estado atual da teoria. De outro lado, subjacente à visão do modelo soft science, estaria a ideia de que o conhecimento está disperso historicamente, ensejando a necessidade de os estudantes se dedicarem a esses pensadores.
Leda Maria Paulani. Internet: <www.fipe.org.br> (com adaptações).
Acerca do texto, julgue o item a seguir.
Pela leitura do texto, depreende-se que a hard science e a soft science correlacionam-se, respectivamente, às ciências naturais e às ciências humanas.
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A discussão acerca da influência do pensamento econômico na teoria moderna é aparentemente uma discussão metateórica, ou seja, de caráter metodológico. Mas, na ciência econômica, como de resto nas ciências sociais em geral, não há consenso sobre a forma de evolução dos paradigmas. Contrariamente ao que, em regra, acontece no mundo das ciências naturais, há aqui dúvidas a respeito de se o conhecimento mais recente é necessariamente o melhor, o mais verdadeiro, ou seja, aquele que incorporou produtivamente os desenvolvimentos teóricos até então existentes, tendo deixado de lado aqueles que não se mostraram adequados a seu objeto.
O economista Pérsio Arida tratou desse problema em um texto que se tornou clássico muito antes de ser publicado. Afirma ali que o aprendizado da teoria econômica tem sido efetuado de acordo com dois modelos distintos: o que ele chama de hard science, que ignora a história do pensamento e segundo o qual o estudante deve familiarizar-se de imediato com o estágio atual da teoria, e o que ele chama de soft science, que considera que o estudante deve conhecer bem, e, se possível, dominar, os clássicos do passado, mesmo que em prejuízo de sua familiaridade com os desenvolvimentos mais recentes. Acrescenta a esse enquadramento que, por trás do modelo hard science, está a ideia de uma “fronteira do conhecimento”: o estudante não precisaria perder tempo com antigos pensadores, porque todas as suas eventuais contribuições já estariam incorporadas ao estado atual da teoria. De outro lado, subjacente à visão do modelo soft science, estaria a ideia de que o conhecimento está disperso historicamente, ensejando a necessidade de os estudantes se dedicarem a esses pensadores.
Leda Maria Paulani. Internet: <www.fipe.org.br> (com adaptações).
Acerca do texto, julgue o item a seguir.
O texto constitui uma argumentação em defesa de determinada linha de pesquisa dentro das ciências econômicas.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Na determinação da rentabilidade de um investimento em projetos florestais, podem ser utilizados como indicadores de viabilidade: a relação benefício-custo; o ponto de nivelamento; e a remuneração da mão de obra familiar.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Para se tornar viável economicamente e assim atender as questões sociais e ambientais da comunidade do sistema 1 da tabela, devem-se eliminar algumas culturas de baixa rentabilidade, como arroz, centrossema, mucuna, columbrina e glicídia, e centrar esforços no sentido de aumentar a produção das outras culturas, principalmente o cupuaçu, o açaí e a pupunha.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
O sistema 2 da tabela é o sistema agrossilvicultural que apresenta viabilidade econômica, pois, por possuir uma maior quantidade de espécies, apresenta maior rentabilidade.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
A rentabilidade econômica dos sistemas agrossilviculturais 1 e 2 apresentados na tabela tem nas culturas anuais seus maiores representantes, responsáveis por mais de 80% da rentabilidade.
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| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
O VPL para culturas de duração definida pode ser calculado usando-se a fórmula a seguir, em que Rt é o custo total ao final do ano ou período de tempo t; Ct é a receita total ao final do ano ou período de tempo t; i é a taxa de desconto; e n, a duração do projeto em anos ou período de tempo.
!$ VPL=\sum^n_{t=0}\dfrac{R}{(1+i)^t}-\sum^n_{t=0}\dfrac{C_t}{(1+i)^t} !$
Provas
| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Projetos com duração definida terão VPL positivo quando o valor presente das receitas for maior que o valor presente dos custos. Em função disso, são esperados valores maiores de VPL com o aumento do valor da taxa interna de desconto.
Provas
| competentes | sistema 1 | sistema 2 |
| arroz | 62,00 |
31,00 |
|
centrossema |
5,11 |
79,00 |
|
mandioca |
276,00 |
854,00 |
|
mucuna |
24,00 |
23,00 |
|
açaí |
1.017,00 |
– |
|
columbrina |
27,00 |
– |
|
cupuaçu |
3.877,00 |
2.553,00 |
|
glicídia |
3,00 |
448,00 |
|
pupunha fruto |
1.070,00 |
– |
|
pupunha palmito |
369,00 |
– |
|
acerola |
– |
385,00 |
|
araçá-boi |
– |
413,00 |
|
castanha-do-brasil |
– |
882,00 |
|
ingá |
– |
310,00 |
|
jenipapo |
– |
1.350,00 |
|
maracujá |
– |
393,00 |
|
mogno |
– |
1.004,00 |
|
teca |
– |
2.389,00 |
|
valor do sistema |
6.730,11 |
11.114,00 |
M. J. C. Santos. Avaliação econômica de quatro modelos agroflorestais
em áreas degradadas por pastagens na Amazônia Ocidental.
Dissertação de mestrado. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
SP; Piracicaba, p. 75, 2000 (com a d a p t a ç õ e s ) .
Considerando a tabela acima, que apresenta a rentabilidade econômica, em reais, para dois sistemas agrossilviculturais implantados, em áreas degradadas na Amazônia Ocidental, com taxa de desconto de 6%, julgue o item a seguir, a respeito da avaliação de projetos, utilizando o critério econômico do valor presente líquido (VPL) e do valor esperado da terra.
Ao se avaliar um projeto usando o VPL como critério de decisão, aceitam-se os investimentos com VPL positivo e, consequentemente, rejeitam-se aqueles com VPL negativo e, para as oportunidades de investimentos mutuamente exclusivas, escolhe-se aquela com maior VPL.
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|
fronteira |
número de polos madeireiros |
número de empresas |
consumo de toras (1000 m3) |
número de |
|
antigas |
37 | 1.185 | 12.680 | 182.930 |
|
intermediárias |
26 | 751 | 5.960 | 99.212 |
|
recentes |
10 | 347 | 2.830 | 40.538 |
|
estuário |
9 | 849 | 2.990 | 57.042 |
|
Amazônia |
82 | 3.132 | 24.460 | 379.622 |
M. Lentini, D. Pereira, D. Celentano e R. Pereira. Fatos florestais da
Amazônia. Belém: Imazon, 2005 (com adaptações).
A eficiência técnica das serrarias, no processamento de toras provenientes das fronteiras de exploração, é uma importante questão de desenvolvimento sustentável, uma vez que maiores níveis de eficiência implicam menores áreas florestais exploradas para atender à demanda de madeira. Considerando a tabela acima, que apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido nas fronteiras de exploração de madeira na Amazônia brasileira, em 2004, julgue o item subsequente.
A exploração madeireira hoje representa um fator importante para a economia da Amazônia brasileira, cuja participação no mercado internacional de madeira tropical tende a aumentar em função do esgotamento dos estoques de madeira oriunda de florestas naturais na Malásia e Indonésia.
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Caderno Container