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A capacitação de fontes e porta-vozes é um dos instrumentos de comunicação que mais se popularizaram nos últimos anos. Aperfeiçoar os assessorados para compreender a imprensa, atender adequadamente suas demandas, ser proativos e aproveitar as oportunidades para transmitir mensagens de maneira eficiente e com elas informar e influenciar os interessados tornou-se uma estratégia prioritária para as equipes de comunicação.
DUARTE, Jorge (org.) Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2018. p. 446.
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Um vulto infantil que passeava no parapeito do 5º andar do Edifício Carminha, na esquina principal de Ubatuba (SP), atraiu multidão, mobilizou os bombeiros e terminou levando à delegacia o dono de um circo: era o anão acrobata, que se exibia para promover o espetáculo.
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1987. p. 36.
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Enquanto a mídia privada informa apenas o resultado de algumas votações avaliadas como de grande impacto social, os veículos institucionais transmitem informação a respeito de todo o processo de tramitação de um projeto de lei, por exemplo, desde a sua apresentação pelo parlamentar, até as alterações realizadas por meio de emendas e substitutivos em cada uma das comissões por onde a matéria passa, até a sua aprovação definitiva ou sua rejeição, seja no Plenário, seja de modo conclusivo/terminativo (quando não é necessário passar pelo Plenário).
BARROS, Antonio; BERNARDES, Cristiane Brum. A pluralização das fontes de
informação política no Brasil: as mídias legislativas. Rumores, v. 4, p. 2-12,
2009. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/285610207_A_pluralizacao_das_font
es_de_informacao_politica_no_Brasil_as_midias_legislativas . Acesso em: 25
dez. 2025.
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As entrevistas coletivas tendem a ser supervalorizadas por muitas fontes, que sonham em se ver cercadas de jornalistas fazendo perguntas sobre alguma realização. Nada mais equivocado, uma vez que as redações tendem à busca da exclusividade e as informações, durante uma coletiva, são distribuídas da mesma forma para todos. A função das entrevistas coletivas limita-se a casos em que há necessidade de reunir jornalistas de vários veículos, ao mesmo tempo, para passar informações relevantes e de interesse público imediato. É atribuição do assessor fazer avaliação adequada dos riscos e vantagens da coletiva e fazer a preparação adequada da fonte. A sequência básica de uma coletiva consiste em informar as regras (como serão feitas as perguntas, critérios, duração e outros aspectos que possam gerar conflitos ou dúvidas), apresentação da fonte, exposição do tema, questionamentos, encerramento e, dependendo das circunstâncias, entrevistas individuais e distribuição do material.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2018. p. 317.
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Há mais de uma década, o Parlamento brasileiro iniciou a criação de sistemas de comunicação específicos para as duas casas legislativas: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. Ambos os sistemas são compostos por jornal impresso, canal de TV a cabo, emissora de rádio e agência de notícias on-line. A institucionalização de uma política de comunicação voltada para aproximar o Parlamento da sociedade e do cidadão é um processo recente no Brasil, cujos marcos foram a criação da “TV Assembleia” de Minas Gerais, em 1995, e da “TV Senado”, em 1996, a partir do espaço aberto com a legislação da TV por assinatura (Lei 8.977/95), que regulamentou o sistema de radiodifusão por assinatura no país e permitiu a criação de canais dos poderes Judiciário e Legislativo, além das emissoras universitárias e comunitárias.
A Câmara dos Deputados já possuía, desde 1961, um serviço de radiodifusão que, a partir de 1963, ficou também responsável pela divulgação dos trabalhos legislativos no programa “Voz do Brasil”, além de possuir um boletim informativo, editado desde 1971. A Câmara seguiu o caminho dos outros órgãos legislativos e entrou na comunicação eletrônica com veículos próprios na década de 1990. Além da “TV Câmara” e do serviço telefônico 0800 (ligação gratuita), criados em 1998, a instituição transformou o boletim informativo em “Jornal da Câmara” e iniciou as transmissões da “Rádio Câmara” em 1999. No ano 2000, seu último veículo entrou em funcionamento: a “Agência Câmara”.
Câmara e Senado, ao institucionalizarem sistemas de jornalismo público, com rádio, TV, jornal impresso e agência online de notícias, baseiam-se no princípio constitucional de que o cidadão tem direito à publicidade dos atos, decisões e demais atividades legislativas. Afinal, em tese, o trabalho de toda instituição pública deve ser acessível à sociedade. A criação desses veículos baseia-se, ainda, no diagnóstico de que é dever da instituição complementar a atuação da imprensa na publicização das atividades parlamentares, buscando compensar as deficiências da mídia privada.
BARROS, Antonio; BERNARDES, Cristiane Brum. A pluralização das fontes de
informação política no Brasil: as mídias legislativas. Rumores, v. 4, p. 2-12,
2009. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/285610207_A_pluralizacao_das_font
es_de_informacao_politica_no_Brasil_as_midias_legislativas. Acesso em: 25
dez. 2025.
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A nota oficial é um “documento distribuído à imprensa, muitas vezes também veiculado de forma paga, contendo declaração, posicionamento formal ou esclarecimento sobre assunto relevante, urgente ou de interesse público”.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a
mídia: teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed.
rev. e atual. São Paulo: Atlas, 2018. p. 337.
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Segundo Santaella (2018, p. 30-31), o que difere agora é o modo como as notícias são produzidas, disseminadas e interpretadas. Tradicionalmente, na era hegemônica da comunicação de massas, as notícias eram fabricadas em fontes restritas, relativamente confiáveis na medida em que deveriam seguir práticas baseadas em códigos estritos de deontologia [...] a internet e as redes sociais permitem a publicação e interação de qualquer ponto do espaço”. O que, com tantos produtores de conteúdo e polifonia de vozes, cria um universo que avançou em plataformas e apurações transmidiáticas, mas que suprimiu – infelizmente – a checagem de fatos. [...] Conhecidas como fake news, as notícias falsas criam redes de desinformação, manipulando e influenciando a opinião pública a crer em algo que não é verdadeiro. Essa dinâmica ocorre devido ao uso de manchetes duvidosas, apelo emocional e títulos sensacionalistas, vídeos manipulados (deepfakes), entre outros métodos.
FERRARI, Pollyana. A era do prompt: inteligência artificial, colonialismo,
devires e desinformação. E-book. 2024. p. 84 e 50. [Adaptado].
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No âmbito do projeto gráfico e da produção visual, o modelo de cores que tem base na emissão de luz, é formado pelas cores vermelho, verde e azul e é padrão de monitores, televisores e celulares, é denominado:
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