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Caracterização da malária em áreas especiais da região amazônica. Boletim Epidemiológico, n. 14.
Disponível em: www.gov.br/saude. Acesso em: 17 maio 2025.
Uma professora do Ensino Médio trabalhou a interpretação do gráfico com a turma e solicitou a eles que indicassem, com base nas análises dos dados, uma medida de enfrentamento do aumento dos casos de 2022 até 2023.
A alternativa coerente com a interpretação do gráfico e com os conhecimentos sobre parasitologia indica intervenção nas áreas
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Cenário 1: a equipe de saúde de uma escola identificou aumento no número de estudantes com sintomas, como diarreia intensa, febre, vômitos e dores abdominais. Após uma investigação, foi constatado que grande parte desses estudantes vive em uma comunidade com saneamento básico precário e acesso limitado à água tratada.
Cenário 2: em um parque urbano, crianças brincavam regularmente em uma caixa de areia onde também era comum a presença de gatos soltos. Alguns desses animais utilizavam o local como sanitário. Após algumas semanas, várias crianças apresentaram sintomas, como dor nos olhos, visão turva e sensibilidade à luz.
Cenário 3: em uma região de floresta nativa, a construção de um grande empreendimento ocasionou o desmatamento de uma extensa área. Poucas semanas após o início das obras, vários trabalhadores apresentaram feridas na pele de difícil cicatrização, febre e inchaço nos gânglios linfáticos.
Após a apresentação dos cenários e com base nas evidências descritas, a professora solicitou aos estudantes que levantassem hipóteses sobre as possíveis doenças em cada cenário e realizou uma dinâmica na qual os estudantes apresentaram suas conclusões.
Qual alternativa relaciona corretamente os cenários com as doenças?
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Dados climáticos de temperatura média
global e os registros de desastres climáticos
no Brasil, no período de 1991 a 2023
Desastres climáticos no Brasil aumentaram 460% em relação aos anos 1990.
Disponível em: https://mpmt.mp.br. Acesso em: 24 maio 2025.
A afirmação coerente com os dados apresentados no gráfico e relatos do professor é aquela que indica que
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Para a aula sobre Toxoplasma gondii, uma professora de Biologia escolheu três recursos didáticos: um infográfico sobre medidas profiláticas da toxoplasmose, um gráfico que apresenta o quantitativo de casos da doença em mulheres grávidas na região do Xingu (PA), entre os anos 2016 a 2022, com base nos dados obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, e um quadro com os perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita.
Os Temas Geradores (TG) para a prática em sala de aula foram:
TG1 — profilaxia adequada que uma pessoa deve seguir no caso de uma viagem ao local mencionado no gráfico;
TG2 — influência do ambiente nas formas de contágio abordadas no infográfico;
TG3 — negligência quanto à prevenção e pouca disponibilidade de tratamentos medicamentosos para tratar as doenças endêmicas tropicais.
Como eu posso me prevenir

BASTOS, B. F. et al. Toxoplasmose: conhecer para prevenir. Revista da Jopic, n. 12, 2023.
Casos de toxoplasmose gestacional notificados no período de 2016 a 2022 na região do Xingu (PA)

OLIVEIRA, O. P. et al. Análise epidemiológica da toxoplasmose em gestantes na região do Xingu no período de 2016 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 12, 2023.
Interpretação dos perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita
| Tipo | Viragem sorológica | Características |
|---|---|---|
| GESTACIONAL | IgM – positiva cinco a 14 dias após a infecção. |
IgM – pode permanecer 18 meses ou mais. Não deve ser usado como único marcador de infecção aguda. Em geral, não está presente na fase crônica, mas pode ser detectado com títulos baixos (IgM residual). |
| IgA – positiva após 14 dias da infecção. | IgA – detectável em cerca de 80% dos casos de toxoplasmose e permanece reagente entre três e seis meses, apoiando o diagnóstico da infecção aguda. | |
| IgG – aparece entre sete e 14 dias; seu pico máximo ocorre em aproximadamente dois meses após a infecção. | IgG – declina entre cinco e seis meses, podendo permanecer em títulos baixos por toda a vida. A presença da IgG indica que a infecção ocorreu. | |
| CONGÊNITA | IgM ou IgA maternos não atravessam a barreira transplacentária. |
IgM ou IgA – a presença confirma o caso, mas a ausência não descarta. IgA – útil para identificar infecções congênitas. |
| IgG materno atravessa a barreira transplacentária. | IgG – deve-se acompanhar a evolução dos títulos de IgG no primeiro ano de vida. |
Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br. Acesso em: 25 jul. 2025.
Após discutir sobre o TG1, a turma concluiu que uma viajante gestante que visitou essa região no período de 2018 a 2022
Ao trabalhar o TG2, a professora solicita aos estudantes que elaborem hipóteses que expliquem o processo de contaminação de uma gestante em 2022. A hipótese coerente com o que foi estudado em sala assume que a gestante
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Para a aula sobre Toxoplasma gondii, uma professora de Biologia escolheu três recursos didáticos: um infográfico sobre medidas profiláticas da toxoplasmose, um gráfico que apresenta o quantitativo de casos da doença em mulheres grávidas na região do Xingu (PA), entre os anos 2016 a 2022, com base nos dados obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, e um quadro com os perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita.
Os Temas Geradores (TG) para a prática em sala de aula foram:
TG1 — profilaxia adequada que uma pessoa deve seguir no caso de uma viagem ao local mencionado no gráfico;
TG2 — influência do ambiente nas formas de contágio abordadas no infográfico;
TG3 — negligência quanto à prevenção e pouca disponibilidade de tratamentos medicamentosos para tratar as doenças endêmicas tropicais.
Como eu posso me prevenir

BASTOS, B. F. et al. Toxoplasmose: conhecer para prevenir. Revista da Jopic, n. 12, 2023.
Casos de toxoplasmose gestacional notificados no período de 2016 a 2022 na região do Xingu (PA)

OLIVEIRA, O. P. et al. Análise epidemiológica da toxoplasmose em gestantes na região do Xingu no período de 2016 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 12, 2023.
Interpretação dos perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita
| Tipo | Viragem sorológica | Características |
|---|---|---|
| GESTACIONAL | IgM – positiva cinco a 14 dias após a infecção. |
IgM – pode permanecer 18 meses ou mais. Não deve ser usado como único marcador de infecção aguda. Em geral, não está presente na fase crônica, mas pode ser detectado com títulos baixos (IgM residual). |
| IgA – positiva após 14 dias da infecção. | IgA – detectável em cerca de 80% dos casos de toxoplasmose e permanece reagente entre três e seis meses, apoiando o diagnóstico da infecção aguda. | |
| IgG – aparece entre sete e 14 dias; seu pico máximo ocorre em aproximadamente dois meses após a infecção. | IgG – declina entre cinco e seis meses, podendo permanecer em títulos baixos por toda a vida. A presença da IgG indica que a infecção ocorreu. | |
| CONGÊNITA | IgM ou IgA maternos não atravessam a barreira transplacentária. |
IgM ou IgA – a presença confirma o caso, mas a ausência não descarta. IgA – útil para identificar infecções congênitas. |
| IgG materno atravessa a barreira transplacentária. | IgG – deve-se acompanhar a evolução dos títulos de IgG no primeiro ano de vida. |
Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br. Acesso em: 25 jul. 2025.
Após discutir sobre o TG1, a turma concluiu que uma viajante gestante que visitou essa região no período de 2018 a 2022
Uma professora apresenta uma situação hipotética de tratamento da toxoplasmose gestacional, com administração de um bactericida como protocolo terapêutico único até o parto. Ao relacionar o infográfico com as informações sobre os perfis sorológicos, para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita ao TG3, esse tratamento seria
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Para a aula sobre Toxoplasma gondii, uma professora de Biologia escolheu três recursos didáticos: um infográfico sobre medidas profiláticas da toxoplasmose, um gráfico que apresenta o quantitativo de casos da doença em mulheres grávidas na região do Xingu (PA), entre os anos 2016 a 2022, com base nos dados obtidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, e um quadro com os perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita.
Os Temas Geradores (TG) para a prática em sala de aula foram:
TG1 — profilaxia adequada que uma pessoa deve seguir no caso de uma viagem ao local mencionado no gráfico;
TG2 — influência do ambiente nas formas de contágio abordadas no infográfico;
TG3 — negligência quanto à prevenção e pouca disponibilidade de tratamentos medicamentosos para tratar as doenças endêmicas tropicais.
Como eu posso me prevenir

BASTOS, B. F. et al. Toxoplasmose: conhecer para prevenir. Revista da Jopic, n. 12, 2023.
Casos de toxoplasmose gestacional notificados no período de 2016 a 2022 na região do Xingu (PA)

OLIVEIRA, O. P. et al. Análise epidemiológica da toxoplasmose em gestantes na região do Xingu no período de 2016 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, n. 12, 2023.
Interpretação dos perfis sorológicos para diagnóstico de toxoplasmose gestacional e congênita
| Tipo | Viragem sorológica | Características |
|---|---|---|
| GESTACIONAL | IgM – positiva cinco a 14 dias após a infecção. |
IgM – pode permanecer 18 meses ou mais. Não deve ser usado como único marcador de infecção aguda. Em geral, não está presente na fase crônica, mas pode ser detectado com títulos baixos (IgM residual). |
| IgA – positiva após 14 dias da infecção. | IgA – detectável em cerca de 80% dos casos de toxoplasmose e permanece reagente entre três e seis meses, apoiando o diagnóstico da infecção aguda. | |
| IgG – aparece entre sete e 14 dias; seu pico máximo ocorre em aproximadamente dois meses após a infecção. | IgG – declina entre cinco e seis meses, podendo permanecer em títulos baixos por toda a vida. A presença da IgG indica que a infecção ocorreu. | |
| CONGÊNITA | IgM ou IgA maternos não atravessam a barreira transplacentária. |
IgM ou IgA – a presença confirma o caso, mas a ausência não descarta. IgA – útil para identificar infecções congênitas. |
| IgG materno atravessa a barreira transplacentária. | IgG – deve-se acompanhar a evolução dos títulos de IgG no primeiro ano de vida. |
Disponível em: https://paraiba.pb.gov.br. Acesso em: 25 jul. 2025.
Após discutir sobre o TG1, a turma concluiu que uma viajante gestante que visitou essa região no período de 2018 a 2022
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Para atender aos objetivos do diálogo de saberes, a professora constrói um contexto capaz de promover o aprendizado quando propõe
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