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Foram encontradas 49.345 questões.

3359539 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFT
Orgão: Pref. Palmas-TO

Leia o texto para responder a questão.


Celulares na sala de aula: um aparelho útil ou prejudicial?

Hoje em dia, cada vez mais alunos estão levando telefones celulares para a sala de aula. Até mesmo alunos do ensino fundamental têm celulares nos seus bolsos e mochilas. Mas uma dúvida sempre fica no ar: os estudantes devem usar telefones celulares na escola?

Pontos positivos do uso do aparelho

• Tecnologia e aprendizado: os smartphones oferecem aos alunos acesso a ferramentas e aplicativos que podem ajudá-los a concluir e manter o controle de suas tarefas em classe. Essas ferramentas também podem ensinar os alunos a desenvolver melhores hábitos de estudo, gerenciar melhor o tempo e auxiliar no desenvolvimento das habilidades de organização.

• Plataformas digitais de ensino: o uso de redes sociais pode manter os alunos interessados nas aulas e incentivá-los a participar das discussões.

• Materiais digitais: os professores podem aproveitar os telefones celulares fornecendo aos alunos recursos para encontrar mais informações sobre um assunto. Isso pode incluir vídeos, notícias e grupos de discussão on-line. Permitir que os alunos acessem esses recursos pode ajudar a incentivar a participação e as discussões.

• Acesso a informações: os telefones celulares podem oferecer aos alunos acesso a mais informações, permitindo que eles pesquisem mais sobre um tópico enquanto realizam discussões em sala de aula. Isto é positivo principalmente para eventos atuais que ainda não foram retratados em livros escolares.

Pontos negativos do uso do aparelho

• Distrações: quando os alunos usam seus smartphones para verificar as redes sociais e enviar mensagens de texto para seus amigos em sala de aula, isso gera distrações para esses alunos e também para seus colegas.

• Cyberbullying: os telefones celulares também podem levar a um aumento dos problemas com o bullying no ambiente escolar. O cyberbullying pode ser mais difícil de ser percebido do que outras formas de bullying, dificultando a identificação e a interrupção dos professores quando isso acontece.

Falta de interesse em atividades presenciais: os aparelhos podem levar a menos discussões e a menos oportunidades de aprendizado. Aprender a trabalhar em conjunto com os outros é uma parte importante da educação dos alunos e pode ser perdido se o jovem depender de tecnologias digitais.

Então, qual é a solução para escolas e pais?


    As escolas devem estar na vanguarda para garantir que as políticas e práticas de uso de telefones celulares combinem com as atuais tecnologias. As instituições devem assegurar que estão tratando das questões psicológicas, sociais e de saúde associadas à tecnologia (por exemplo, a falta de sono devido ao uso de telefone à noite, cyberbullying etc.).

Tanto as escolas quanto os pais têm um papel a desempenhar na definição de limites, fornecendo orientação sobre o uso apropriado de celulares e ensinando habilidades de autorregulação e autocontrole. Os pais podem e devem servir como modelos para o uso do telefone. [...]

Fonte: ESCOLA EDUCAÇÃO. Celulares na sala de aula: um aparelho útil ou prejudicial? 29/10/2018. Disponível em: escolaeducacao.com.br. Acesso em: 15 jul. 2024. (adaptado).

Analise as afirmativas a seguir sobre os pontos negativos quanto ao uso de celulares em contexto escolar.
I. Os smartphones geram distrações para os alunos, quando são usados para verificar redes sociais e enviar mensagens, por exemplo. II. Os telefones celulares podem ocasionar problemas com o cyberbullying no ambiente escolar. III. Os aparelhos celulares podem gerar falta de interesse dos alunos em atividades que são presenciais, reduzindo discussões e oportunidades de aprendizado.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Considere o texto sobre a questão urbana no Brasil.

Em 2023, a Pesquisa Data Favela revelou que há mais de 10 mil favelas espalhadas pelo Brasil. Se somadas, produziriam o terceiro maior estado em número de habitantes, com movimentações financeiras de mais de 200 bilhões de reais (valor crescente em relação aos últimos anos). Os dados do Data Favela revelam que, nos últimos 10 anos, o número de favelas espalhadas pelo Brasil dobrou, aumentando o desafio territorial urbano e regional do país. Renato Meirelles, responsável pela pesquisa, compreende que “a favela é a expressão demográfica das desigualdades sociais” e explica, a partir disso, o crescimento tão significativo na última década: as condições de vida da população brasileira têm piorado, as reformas regressivas [...] arrastam a população para o mercado informal de emprego ou para o desemprego, trazem de volta a fome para a vida de mais famílias e aumentam a procura por espaços de moradia em territórios de favelas.

Disponível em: https://www.ige.unicamp.br/lehg/o-censo-2022- e-as-favelas-do-brasil/. Acesso em: 2 ago. 2024. Adaptado.

Segundo o Censo 2022, as duas favelas mais populosas do país encontram-se, respectivamente, nos seguintes lugares:

 

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Considere as informações da Tabela a seguir sobre a taxa de desemprego de mulheres, a taxa de participação de mulheres no mercado de trabalho e a razão entre o salário médio feminino e o masculino.

2005

Variável

2003 2004

2005

2006 2007 2008 2009 2011 2012

Taxa de desemprego (em p.p.)

4,5 4,9 5,1 4,6 4,7 4,4 4,9 4,2

3,6

Taxa de participação (em p.p.)

22,2 21,6 20,7 20,3 20,1 20,2 19,6 20,7 40,1

Razão entre o salário médio feminino e o masculino

0,63 0,63 0,64 0,65 0,66 0,66 0,67 0,7

0,7

De acordo com a leitura dos dados da Tabela, é possível concluir que:

 

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Considere o gráfico sobre as contribuições para o crescimento da economia mundial de China, Índia, Estados Unidos e União Europeia (EUA + UE) e do resto do mundo.

Contribuições para o crescimento anual do PIB global

1970-2020 (em pontos percentuais)

Enunciado 3841826-1

A análise comparativa das informações contidas no gráfico conduz à seguinte conclusão:

 

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Em outubro de 2023, o Brasil definiu sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, sigla em inglês) para a meta absoluta de emissões líquidas de gases de efeito estufa, para 2025, de 1,32 GtCO2e, que é consistente com uma redução de 48,4% em comparação com 2005.

Essa ação do governo do Brasil busca

 

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O Brasil, com sua riqueza natural, sua biodiversidade exuberante e seu protagonismo como nação em desenvolvimento, visa liderar o combate ao aquecimento global e às suas consequências avassaladoras para o Planeta Terra. Na Tabela a seguir, sumariza-se a contribuição de setores da economia brasileira para as emissões de gases do efeito estufa (GEE) do documento “Análise das emissões de gases de efeito estufa e suas implicações para as metas climáticas do Brasil - 2023”.

Setores

2021

2022

Mudança de uso do solo

52%

48%

Agropecuária

24%

27%

Energia

17%

18%

Resíduos

4% 4%

Total anual de emissão bruta de GEE

2,5 bilhões

2,3 bilhões

Disponível em: https://oc.eco.br/wp_content/uploads/2023/11

/Relatorio- SEEG_gases_estufa_2023FINAL.pdf. Acesso em: 10 ago. 2024. Adaptado.

A partir da observação da tabela a respeito das emissões de gases do efeito estufa do Brasil e do perfil brasileiro de emissões, identifica-se que

 

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3356640 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEBRAE
Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação. No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais que concluíram o ensino médio manteve trajetória de crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da população com ensino superior completo saltou de 17,5% em 2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7% dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
Em relação aos níveis de educação, assinale a opção correta conforme os dados apresentados no texto 5A2.
 

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3356639 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEBRAE
Texto 5A2
A Pnad Contínua reúne números que traçam um panorama relacionado com as assimetrias no acesso à educação. No Brasil, a proporção de pessoas com 25 anos de idade ou mais que concluíram o ensino médio manteve trajetória de crescimento e alcançou 53,2% no ano passado. O percentual da população com ensino superior completo saltou de 17,5% em 2019 para 19,2% em 2022. No entanto, notam-se novamente realidades distintas no recorte por cor ou raça: enquanto 60,7% dos brancos com pelo menos 25 anos de idade haviam finalizado o ensino médio, a taxa, entre os pretos e pardos , foi de 47%.
"Há uma diferença de 13,7 pontos percentuais entre os dois grupos analisados. De 2016 para 2022, essa diferença caiu um pouco – era de 16,6 pontos percentuais em 2016 –, porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos", afirma o IBGE. O levantamento mostra ainda que pretos e pardos com 25 anos de idade ou mais estudam, em média, 1,7 anos a menos que pessoas brancas. Números relacionados ao ensino superior reiteram as assimetrias. Na faixa etária entre 18 e 24 anos de idade, 29,2% da população branca estava estudando em universidades no ano passado. Entre as pessoas pretas e pardas, essa taxa foi de 15,3%.
A pesquisa mostra ainda pequena queda no percentual de crianças de 4 a 5 anos de idade que frequentavam a escola: saiu de 92,7% em 2019 para 91,5% em 2022. Entre 6 e 14 anos de idade, houve leve aumento, tendo chegado a 99,4%. A universalização do ensino nessa faixa etária já estava praticamente alcançada desde 2016, quando 99,2% das crianças frequentavam a escola.
Leo Rodrigues. Agência Brasil, 2023. Internet:: <https://agenciabrasil.ebc.com.br>(com adaptações).
De acordo com o texto 5A2, é correto afirmar, no que diz respeito ao recorte por cor ou raça, que
 

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3356241 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Provas:
Nascido em Belo Horizonte, Minas Gerais, Fernando Tavares Sabino foi escritor, cronista e jornalista. Ele recebeu diversos prêmios, sendo que o presidente Lula sancionou uma lei que torna 2024 o Ano Nacional Fernando Sabino – uma homenagem honrosa ao escritor que, ao logo de sua carreira, escreveu diversas obras. Trata-se de um dos grandes sucessos de Fernando Sabino:
 

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3356240 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Pouso Alegre-MG
Provas:
No ano de 2023, em Manaus, devido à seca histórica do rio Negro, foram encontradas gravuras rupestres – demonstrações do modo de vida dos povos que viviam na região. Em Minas Gerais é possível encontrar vários sítios arqueológicos que são preservados,sendo possível observar vestígios que revelam as atividades e a cultura de homens e mulheres, identificados nos restos de construções, instrumentos de trabalho, armas, enfeites e pinturas. Em Minas Gerais encontra-se o Sítio Arqueológico
 

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