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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Access
Orgão: CRBio-5
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. São José-SC
Assinale a alternativa que indica corretamente uma causa para a adoção dessas limitações.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. São José-SC
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O Brasil assume pela quarta vez a presidência rotativa do BRICS em meio a expansão do bloco que, em 2025, vai contar com ao menos nove novos membros. Reforma da governança global e desenvolvimento sustentável com inclusão social são algumas das agendas que o Brasil buscará promover.
Com o lema Fortalecendo a Cooperação do Sul Global para uma Governança mais Inclusiva e Sustentável, o governo brasileiro tem, entre os desafios, o de articular a participação dos novos membros e dar continuidade à construção do sistema de pagamento com moedas locais no comércio entre os países, substituindo o dólar.
AGÊNCIA BRASIL. Brasil assume presidência do Brics em meio à expansão do bloco. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-12/brasil-assume-presidencia-do-brics-em-meio-expansao-do-bloco
O redesenho das relações internacionais passa pelo BRICS, bloco integrado pelo Brasil e que vem em ritmo de expansão das atividades. Os dois países mais geopoliticamente relevantes do bloco são:
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Para tentar garantir o sucesso do Acordo de Paris, esta geração terá a árdua missão de remover da atmosfera uma enorme quantidade de GEE (Gases do Efeito Estufa). Ainda não é claro, porém, se tecnologias para remoção de GEE existirão na escala necessária para que essa geração possa evitar um colapso climático ao final deste século. (...)
Países como o Brasil têm uma prerrogativa legítima de querer alcançar o 'nível de país desenvolvido'. Com base nisso, o governo atual, ao invés de defender a redução, defende a ampliação da exploração de petróleo. A Organização Nacional da Indústria do Petróleo chegou mesmo a sugerir que a exploração na Margem Equatorial brasileira seria de suma importância para as 'futuras gerações'.
VEJA. Crise climática já condena uma geração inteira a viver no calor extremo. Disponível em: https://veja.abril.com.br/agenda-verde/crise-climatica-ja-condena-uma-geracao-inteira-a-viver-no-calor-extremo
O trecho menciona o Acordo de Paris, que completa 10 anos em 2025 e visa reduzir os impactos da atividade humana no planeta.
O texto evidencia que há um conflito entre
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No auge da crise energética em 2022, a Alemanha ordenou compras rápidas obrigatórias de gás para armazenamento no mercado global a preços recordes.
Para tentar recuperar parte do custo extra, Berlim introduziu uma taxa de armazenamento de gás, paga por comerciantes ou empresas de serviços públicos para entregas através da Alemanha. (...)
Neste ano, os riscos de racionamento de energia são baixos. Os preços mais altos em comparação com a Ásia significam que as remessas de GNL [gás natural liquefeito] estão chegando. Mas um inverno frio em outro lugar poderia criar mais concorrência por suprimentos e aumentar ainda mais os preços, o que causaria problemas para a região.
“Há um risco maior de que a sorte da Europa, em relação ao clima ameno, possa se esgotar no próximo inverno”, disse Hansen, do Saxo Bank. “Em outras palavras, somos forçados a depender das importações de GNL e, com isso, da necessidade de nos mantermos competitivos em relação à Ásia.”
SHIRYAEVSKAYA, Anna; AZEVEDO ROCHA, Priscila. Europa enfrenta nova crise de energia com chegada do frio e pode piorar em 2025. Bloomberg Línea, 23 nov. 2024. Disponível em: https://www.bloomberglinea.com.br/esg/europa-enfrenta-nova-crise-de-energia-com-chegada-do-frio-e-pode-piorar-em-2025/
As economias europeias apresentam uma forte dependência de combustíveis fósseis, tanto para sustentar suas atividades industriais quanto para atender às necessidades de uso doméstico.
A crise energética dos últimos anos se deve, em grande medida, às consequências
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