Em um projeto executivo de edifício administrativo, o arquiteto decide incluir recursos visuais para facilitar a compreensão do projeto por parte do cliente e da equipe de obra.
Assinale a opção que, de acordo com a ABNT NBR 6492:2021, apresenta documentos opcionais e complementares ao projeto executivo arquitetônico (PE-ARQ).
Durante a elaboração de uma planta de pavimento térreo, o arquiteto precisa representar elementos que estão acima do plano de corte, como marquises e beirais. Para isso, é necessário utilizar um tipo de linha que indique projeções fora do plano principal.
De acordo com a ABNT NBR 6492:2021, é recomendado, para representar projeções de pavimentos em balanço, marquises e beirais, usar linha
Em um projeto de reforma de edifício histórico, o arquiteto precisa registrar todas as alterações realizadas durante a obra, garantindo que a documentação final esteja condizente com o que foi efetivamente construído.
De acordo com a ABNT NBR 6492:2021, o nome da documentação que deve ser elaborada ao final da obra é
Durante o desenvolvimento de um projeto para um conjunto habitacional de interesse social, o arquiteto é solicitado a incluir orientações que facilitem a conservação dos sistemas de vedação vertical ao longo do tempo. Considerando que os usuários finais nem sempre têm conhecimento técnico, o arquiteto precisa definir estratégias que permitam a manutenção adequada dos elementos construtivos, evitando prejuízos ao desempenho previsto em projeto.
O principal instrumento previsto na norma para orientar a conservação e manutenção dos sistemas de vedação vertical é o
Na apresentação de seu estudo sobre salvaguarda do patrimônio
num seminário nacional, o palestrante citou exemplos
considerados como patrimônio cultural e como patrimônio
natural, pela Convenção de Paris, que trata da salvaguarda do
patrimônio mundial, cultural e natural.
Os exemplos selecionados, que possuem um valor universal
excepcional, seja do ponto de vista histórico, estético, científico
ou de conservação, foram “monumentos de escultura” e
“conjuntos arquitetônicos”, para patrimônio cultural; e “sítios
arqueológicos” e ”formações geológicas e fisiográficas”, para
patrimônio natural.
A seleção dos exemplos pelo palestrante foi:
“(...) considera-se BIM ou Modelagem da Informação da
Construção o conjunto integrado de processos e tecnologias que
permite criar, utilizar, atualizar e compartilhar,
colaborativamente, modelos digitais de uma construção, de
forma a servir potencialmente a todos os participantes do
empreendimento durante o ciclo de vida da construção.”
(Decreto nº 11.888/2024, Art 1º, parágrafo único)
“São objetivos da Estratégia BIM BR: (...) X - incentivar o uso de especificações técnicas abertas para a
interoperabilidade em BIM com o propósito de: (...)” (Decreto nº 11.888/2024, Art 2º, inciso X)
A utilização de um formato aberto de intercâmbio de arquivos
que permita a interoperabilidade em BIM é um dos fatores que
possibilita que modelos da informação da construção sejam, de
forma colaborativa, criados, utilizados, atualizados e
compartilhados entre todos os participantes de um
empreendimento.
O principal formato aberto e não proprietário de arquivos que
possibilita a interoperabilidade supramencionada entre softwares
BIM diferentes, permitindo a abertura de modelos da informação
da construção, é:
Durante a etapa de desenvolvimento de um edifício institucional,
uma equipe multidisciplinar se depara com interferências entre
os projetos de instalações elétricas, hidráulicas e de ventilação
mecânica. O responsável técnico decide implementar uma rotina
de revisão cruzada entre disciplinas e atualização contínua do
modelo digital para evitar retrabalhos durante a execução da
obra.
Visando as boas práticas da compatibilização de projetos
prediais, uma diretriz técnica a ser adotada é:
Um arquiteto contratado para desenvolver projeto de um
terminal intermodal em área de entorno de sítios históricos
tombados consulta a legislação federal para identificar os
documentos que devem ser submetidos ao IPHAN. De acordo
com a classificação do empreendimento como de Nível IV, a
equipe técnica realiza a avaliação de impacto sobre os bens
culturais tombados, valorados e registrados, conforme previsto
na norma vigente.
Com base na Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015, um dos
elementos obrigatórios nesse relatório é:
Durante o desenvolvimento do projeto arquitetônico de uma
edificação multifuncional de pequeno porte, localizada em área
urbana consolidada, o arquiteto decide aplicar os princípios da
coordenação modular e dimensional. A intenção é favorecer a
racionalização construtiva, a compatibilidade entre componentes
e a possibilidade de adaptações futuras, com menor desperdício
de materiais e maior padronização de elementos.
De acordo com a ABNT NBR 15873:2024, uma diretriz compatível
com esse tipo de abordagem projetual é:
Durante a reforma de um centro cultural instalado em uma
edificação tombada, a equipe de projeto identificou diversas
barreiras físicas para o acesso de pessoas com deficiência.
A entrada principal tem degraus, os corredores são estreitos e os
banheiros não atendem aos critérios de acessibilidade. Por se
tratar de um bem protegido, qualquer intervenção arquitetônica
deve preservar as características formais e construtivas originais.
De acordo com a Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com
Deficiência) e com a ABNT NBR 9050:2020, e com base nos
princípios legais e técnicos a serem considerados para garantir
acessibilidade sem descaracterizar o patrimônio, deve-se: