Os primeiros fundamentos éticos do Serviço Social
foram de inspiração neotomista, positivista e demais
referências tradicionais que acentuavam uma análise
da realidade e intervenção profissional na perspectiva conservadora. Ao longo da trajetória da profissão,
valores democráticos-liberais e princípios do pluralismo introduziram pequenas mudanças na formação
e no posicionamento ético-profissional dos assistentes sociais. Mas, a ruptura com o conservadorismo
ético, de tendência legalista, conforme afirma Barroco
(2012), só foi evidenciada com o Código de Ética de
1986 que, como produto de um processo coletivo de
deliberação, colocou-se como parte de um projeto profissional articulado a