Um paciente com diagnóstico clínico de estenose de canal medular em nível L5–S1 apresenta dor lombar irradiada, alterações sensitivas em membros inferiores e déficits funcionais relacionados à marcha e às atividades de vida diária.
O Fisioterapeuta assistente elaborou um laudo fisioterapêutico contendo a avaliação funcional detalhada, o diagnóstico fisioterapêutico e a evolução clínica. Posteriormente, foi solicitado a outro Fisioterapeuta a emissão de parecer técnico sobre a capacidade funcional e laboral do paciente, com base nesse laudo.
Segundo as normativas do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, o parecer técnico fisioterapêutico deve ser um documento opinativo fundamentado, elaborado a partir da análise das informações técnicas disponíveis.
Assim, a estrutura adequada de um parecer técnico fisioterapêutico deverá
O Fisioterapeuta assistente elaborou um laudo fisioterapêutico contendo a avaliação funcional detalhada, o diagnóstico fisioterapêutico e a evolução clínica. Posteriormente, foi solicitado a outro Fisioterapeuta a emissão de parecer técnico sobre a capacidade funcional e laboral do paciente, com base nesse laudo.
Segundo as normativas do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, o parecer técnico fisioterapêutico deve ser um documento opinativo fundamentado, elaborado a partir da análise das informações técnicas disponíveis.
Assim, a estrutura adequada de um parecer técnico fisioterapêutico deverá