O controle de infecção em ambientes odontológicos
exige a execução rigorosa de protocolos de higienização
que diferenciam as superfícies de toque das superfícies
de apoio, minimizando a formação de biofilmes e a
propagação de patógenos por fômites. A manutenção da
salubridade do campo operatório depende da correta
aplicação de saneantes e da periodicidade das
intervenções, que variam conforme a classificação das
áreas (críticas, semicríticas e não críticas) e a dinâmica
do atendimento clínico. Considerando as normas da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e as
diretrizes de Biossegurança em Odontologia, assinale a
alternativa CORRETA a ser adotada pelo profissional
para assegurar a descontaminação ambiental na
unidade.