Em casos de lesões periapicais persistentes, especialmente após tratamentos endodônticos realizados há mais de um ano, é fundamental considerar fatores como falha na desinfecção, complexidade anatômica do canal, presença de microvazamentos coronários e resistência de biofilmes intracanais. Em um paciente com molar inferior previamente tratado, que apresenta imagem periapical radiolúcida estável há 24 meses, dor à percussão e ausência de fístula, a conduta terapêutica atualizada, considerando os princípios da Endodontia Regenerativa e os avanços em irrigação e obturação, deve ser: