Uma senhora de 73 anos, previamente funcional e ativa, apresenta, há aproximadamente três anos, uma evolução insidiosa de alterações comportamentais. Seus familiares relatam que ela tem demonstrado impulsividade, desinibição, perda de interesse por atividades habituais e dificuldades marcadas na organização e no planejamento, embora as funções de memória recente tenham se mantido relativamente preservadas nos estágios iniciais. O exame neuropsicológico evidencia um comprometimento acentuado das funções executivas e alterações no comportamento, com preservação inicial da memória episódica.
Diante desse quadro, qual é a hipótese diagnóstica mais consistente?