Durante a construção de um plano de cuidado para pacientes com múltiplas condições crônicas, uma enfermeira especialista em Práticas Avançadas decide avaliar o grau de autonomia, motivação e capacidade funcional dos usuários, de modo a identificar déficits de autocuidado e propor intervenções integradas. Para isso, ela utiliza:
• a Escala de Autocuidado de Hipertensão (EAC-HI) para avaliar comportamentos relacionados à doença;
• a MMAS-8 (Morisky Medication Adherence Scale) para investigar adesão medicamentosa;
• o Índice de Barthel para mensurar funcionalidade;
• uma entrevista clínica baseada nos conceitos da Teoria de Orem e nos determinantes sociais da saúde.
Considerando a articulação entre instrumentos com a teoria de Orem, qual interpretação/inferência clínica é a mais consistente para orientar um plano terapêutico avançado?