Muitos mamíferos apresentam estações
reprodutivas bem definidas, geralmente
associadas ao inverno ou à primavera. Essa
sazonalidade reprodutiva constitui uma estratégia
evolutiva que permite sincronizar o nascimento
dos filhotes com períodos ambientalmente mais
favoráveis, caracterizados por maior
disponibilidade de alimento e condições climáticas
adequadas à sobrevivência da prole.
Além da sazonalidade, os mamíferos também se
diferenciam quanto aos seus padrões de
desenvolvimento embrionário, sendo
tradicionalmente classificados em placentários,
marsupiais e monotremados.
A seguir são apresentadas três espécies com
características reprodutivas distintas:
• Espécie A: apresenta longa gestação intrauterina, com desenvolvimento embrionário dependente de placenta bem desenvolvida e filhotes que nascem relativamente maduros.
• Espécie B: possui gestação curta, com nascimento de filhotes extremamente imaturos, que completam seu desenvolvimento aderidos às glândulas mamárias no interior de uma bolsa abdominal.
• Espécie C: realiza postura de ovos com casca coriácea, apresentando incubação externa e ausência de placenta verdadeira.
Considerando essas três espécies e com base nos padrões reprodutivos dos mamíferos, é correto afirmar que
• Espécie A: apresenta longa gestação intrauterina, com desenvolvimento embrionário dependente de placenta bem desenvolvida e filhotes que nascem relativamente maduros.
• Espécie B: possui gestação curta, com nascimento de filhotes extremamente imaturos, que completam seu desenvolvimento aderidos às glândulas mamárias no interior de uma bolsa abdominal.
• Espécie C: realiza postura de ovos com casca coriácea, apresentando incubação externa e ausência de placenta verdadeira.
Considerando essas três espécies e com base nos padrões reprodutivos dos mamíferos, é correto afirmar que