Pesquisadores brasileiros desenvolveram um soro antiapílico para o tratamento contra o veneno de abelhas africanizadas. A produção consiste em injetar nos cavalos duas proteínas selecionadas do veneno das abelhas e extrair os anticorpos do plasma dos equinos para obter soro antiapílico. Entre os processos necessários para produção desse soro, está a posterior adição da enzima pepsina, utilizada para partir a fração dos anticorpos responsável por identificar que ele foi produzido pelos cavalos.
A adição da enzima pepsina na produção do soro antiapílico impede que, na pessoa tratada, ocorra