A Colossal Biosciences, uma startup americana de biotecnologia e engenharia genética sediada na cidade de Dallas, quer “desextinguir” o dodô, que desapareceu do planeta há mais de 360 anos. Esse é o mais novo projeto da empresa, que também se propôs a trazer de volta o mamute lanoso e o lobo-da-tasmânia, em 2021 e 2022, respectivamente.
“Estamos claramente no meio de uma crise de extinção. E é nossa responsabilidade trazer histórias e empolgar as pessoas de uma forma que as motive a pensar sobre o que está acontecendo agora”, afirma Beth Shapiro, professora da Universidade da Califórnia.
Este processo de “desextinção” possui implicações éticas preocupantes, tais como