Um paciente com síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), em ventilação mecânica invasiva sob pressão controlada (PCV), apresenta hipoxemia persistente, aumento progressivo da pressão de platô (> 30 cmH₂O), queda da complacência pulmonar e distensão abdominal significativa. A enfermeira intensivista, ao realizar a avaliação respiratória, identifica valores elevados de pressão positiva expiratória final (PEEP) e a presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Frente à suspeita de autoPEEP e instabilidade gasométrica, considera-se a necessidade de intervenção imediata. Com base nas recomendações da American Association of CriticalCare Nurses (AACN), nos princípios de fisiologia respiratória avançada e nos limites técnico-legais da enfermagem no manejo do suporte ventilatório, qual conduta é a mais adequada frente ao quadro clínico descrito?