Após a divulgação de uma medida institucional, a repercussão saiu em portais, rádio/TV, perfis de jornalistas e páginas locais nas redes sociais. A direção solicitou, para a manhã seguinte, um clipping que sirva tanto para prestação de contas da assessoria quanto para preparar o porta-voz para entrevistas e perguntas difíceis.
Considerando o contexto apresentado e com base em práticas de assessoria de imprensa, tipologias de clipping e media training, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Um uso adequado do clipping inclui síntese executiva com pontos sensíveis e perguntas prováveis, de modo a apoiar respostas públicas e preparação do porta-voz, articulando monitoramento e media training.
( ) Em cenário de pressão e tempo curto, é aceitável substituir o registro de rádio/TV por resumos de terceiros e chamadas em redes, desde que se preservem os links e a ordem cronológica das publicações.
( ) Para evitar amplificar ruídos, recomenda-se excluir do clipping críticas e boatos, registrando apenas matérias positivas e neutras; a preparação do porta-voz deve se apoiar, prioritariamente, em cenários favoráveis.
( ) Métricas (volume, alcance, engajamento) podem apoiar a leitura de repercussão, mas não substituem a análise qualitativa de temas, enquadramentos e dúvidas recorrentes quando o clipping é usado para orientar decisão e media training.
( ) Um clipping completo pode ser organizado por tipologia (impresso, eletrônico e online) e deve manter identificação do conteúdo (veículo/programa, data/hora, autoria, quando disponível, e link/arquivo), garantindo rastreabilidade do registro.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é