O profissional Enfermeiro deve ter um conhecimento ampliado nas situações de
urgência e emergência, pois este agravo pode acontecer nos diversos níveis de
atenção (primária, secundária e terciaria). Imagine um cenário em uma unidade
de saúde, em que você foi solicitado para atender uma paciente conhecida do
serviço, do sexo feminino, 82 anos de idade, obesa, sedentária, portadora de
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e miocardiopatia. Paciente abordada pela equipe de saúde (Enfermeiro, Médico e Técnico em Enfermagem) em
quadro de Parada Cardiorrespiratória (PCR) presenciada, com o seguinte ritmo
cardíaco (figura 01):
Figura 1 - Ritmo do Eletrocardiograma (ECG).
Em consonância com as diretrizes para reanimação da American Heart Association (AHA, 2020), avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A equipe deve se atentar para avaliar os ritmos de PCR, considerando os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
II. Ritmo de PCR evidenciado no caso em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. Nessa situação, a equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e respeitar a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a desfibrilação e o uso das drogas: adrenalina e amiodarona.
III. Ritmo de PCR do caso clínico é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina.
IV. Ritmo de PCR evidenciado no caso clínico é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincronizada e o uso de adrenalina.
V. Ritmo de PCR em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 140 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina e amiodarona.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Figura 1 - Ritmo do Eletrocardiograma (ECG).
Em consonância com as diretrizes para reanimação da American Heart Association (AHA, 2020), avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A equipe deve se atentar para avaliar os ritmos de PCR, considerando os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
II. Ritmo de PCR evidenciado no caso em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. Nessa situação, a equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e respeitar a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a desfibrilação e o uso das drogas: adrenalina e amiodarona.
III. Ritmo de PCR do caso clínico é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina.
IV. Ritmo de PCR evidenciado no caso clínico é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincronizada e o uso de adrenalina.
V. Ritmo de PCR em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 140 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina e amiodarona.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.