Durante uma aula prática de botânica, o professor
orientou os estudantes a utilizarem uma chave de
identificação baseada nas estruturas morfológicas
florais. Ao observar uma flor com sépalas e pétalas
bem diferenciadas, um estudante concluiu que se
tratava de uma flor unissexuada. Ao analisar a
aplicação da chave, o professor identificou
inconsistência na interpretação dos critérios
morfológicos e corrigiu a classificação,
esclarecendo que, pela presença de dois verticilos
estéreis diferenciados, a flor deve ser classificada
como