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Considere a situação a seguir para responder às questões 30 e 31.

Ana Beatriz,16 anos, procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) acompanhada pela mãe Natália, com queixa de dor abdominal em baixo ventre e leve sangramento vaginal. Durante o acolhimento, a mãe informou que a filha possui transtorno bipolar sem acompanhamento e apresenta história de crises convulsivas desde os 2 anos de vida. Encaminhada para consulta médica, durante exame físico suspeitou-se de gravidez, confirmada após ausculta de batimentos cardíacos fetais. Logo após, foram solicitados exames laboratoriais de rotina para iniciar acompanhamento pré-natal.

Ao retornar à UBS, na semana seguinte, foi confirmada a gravidez, compatível com 22 semanas gestacionais e diagnóstico de HIV positivo. Ao ser questionada sobre a gestação, Ana Beatriz relatou não saber quem é o pai da criança, enquanto a mãe mostrou-se chocada e culpada, pois a filha, na maior parte do dia, permanece sozinha em casa devido ao trabalho da mãe. Diante das comorbidades, Natália foi orientada a realizar acompanhamento da gestação em serviço especializado, por se tratar de alto risco.

Ao chegar ao ambulatório de alto risco, na companhia da mãe, foi acolhida por um profissional enfermeiro. Questionada, Ana Beatriz demonstrou pouco entendimento acerca do diagnóstico do HIV. Natália, por sua vez, pôs-se a chorar compulsivamente, manifestando preocupação com a situação, pois tem como renda mensal um salário mínimo, proveniente do trabalho informal como faxineira. A profissional que as estava acolhendo, ao perceber que Natália estava nervosa, achou melhor deixá-la sozinha e abordá-la em outro momento.

Angelita, funcionária da secretaria, ao passar por Natália, notou seu desespero e, com cuidado, convidou-as para ir até um espaço reservado, uma vez que ambas aguardavam atendimento junto a outros usuários.

Em relação ao acolhimento, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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