De acordo com o Ministério da Saúde, a equipe de enfermagem, estudantes de medicina, de enfermagem e de fisioterapia, patologistas clínicos, técnicos de laboratório de bacteriologia e tisiopneumologistas apresentam risco aumentado para desenvolver tuberculose (TB), quando comparados com a população geral. Assim sendo, o Ministério da Saúde recomenda que o rastreamento de tuberculose ativa seja realizado nos exames admissionais e periódicos, tanto para profissionais de saúde quanto para trabalhadores de apoio que atuam em ambientes de risco, e que estes sejam orientados a procurar assistência médica caso apresentem os sinais e sintomas mais prevalentes em TB e/ou tosse