As medidas de prevenção e controle de infecção devem ser implementadas pelos profissionais, que atuam nos serviços de saúde, para evitar ou reduzir, ao máximo, a transmissão de microrganismos durante qualquer assistência à saúde realizada. Nesse contexto, os serviços de saúde devem garantir que as políticas e as boas práticas internas minimizem a exposição a patógenos respiratórios, incluindo o SARS-CoV-2. Sobre as recomendações para o uso de máscaras na prevenção da transmissão do SARS-CoV-2, analise as afirmativas abaixo:
I. As máscaras cirúrgicas devem ser utilizadas para evitar a contaminação do nariz e da boca do profissional por gotículas respiratórias, quando este atuar a uma distância inferior a 1 metro do paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo SARS-CoV-2.
II. A máscara cirúrgica deve ser constituída de material Tecido-Não-Tecido (TNT) para uso odonto-médico-hospitalar, possuir, no mínimo, uma camada interna e uma camada externa e, obrigatoriamente, um elemento filtrante.
III. Na atuação profissional em procedimentos com risco de geração de aerossóis, em pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus, deve-se utilizar a máscara de proteção respiratória com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3μ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3).
IV. São procedimentos com risco de geração de aerossóis em que é indicado o uso de máscara tipo N95 ou equivalente: intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de secreções nasotraqueais, broncoscopias, banho no leito e auxílio na alimentação do paciente.
V. As máscaras de tecido poderão ser utilizadas por pacientes assintomáticos, visitantes e acompanhantes; profissionais que atuam na recepção e áreas administrativas (quando não tiver contato a menos de 1 metro com pacientes).
Estão CORRETAS