Iamamoto (2002), ao tratar da questão social como matéria do Serviço Social, no contexto das atribuições privativas, sinaliza uma armadilha que pode envolver a análise da questão social quando suas múltiplas e diferenciadas expressões são desconectadas de sua gênese comum, desconsiderando os processos sociais contraditórios na sua dimensão de totalidade, que as criam e as transformam.
A partir da afirmação da autora, o CFESS (2010), ao publicar os parâmetros para a atuação de assistentes sociais na política de saúde, retrata que esta situação tem muita expressão na saúde, quando as/os profissionais: