Iamamoto (2017) demarca que no período de 1965 a 1975, o Serviço Social na América Latina, impulsionado pela intensificação das lutas sociais no continente, recusa a importação de teorias e métodos na crítica aos fundamentos das abordagens do Serviço Social tradicional.
De base teórica e metodológica eclética, especialmente do vetor modernizador, tecnocrático e pelas teorias desenvolvimentistas, é caracterizado este marco histórico da profissão como: