O vírus da rubéola apresenta elevada toxicidade para tecidos embrionários, causando a viremia materna que pode acarretar aborto, natimortalidade e infecção da placenta, e ocasionando infecção embrionária persistente que pode causar a síndrome da rubéola congênita (glaucoma, catarata congênita, cardiopatia congênita, surdez central ou coclear, cegueira, microftal mia e retardo mental). Sabe-se que o acometimento fetal pode variar de acordo com o mês de infecção materna. Sendo assim, a infecção materna ocorrida no 5° mês de gestação tem um percentual médio de acometimento fetal de