Mulher, 65 anos, foi internada na Unidade de Terapia Intensiva sob o diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica exacerbada, sendo
necessário ventilação mecânica invasiva por não se obter sucesso com ventilação mecânica não-invasiva. Evoluiu com pneumonia associada à assistência à saúde associada à disfunção cardiovascular e insuficiência renal aguda. Ontem, essa paciente ainda estava em ventilação mecânica invasiva, sob analgo-sedação contínua com midazolan a 5ml/hora e fentanil a 2ml/hora, sendo necessário bolus de 10ml de propofol devido à competição com ventilador associada à hipoventilação pulmonar; a pressão arterial foi sustentada com noradrenalina com taxa de infusão inalterada ao longo do dia, igual a 15ml/hora; com aporte calórico diário de 1200Kcal garantido por dieta polimérica de 1,5Kcal/ml; antimicrobianos e demais medicações intermitentes que totalizaram um volume diário de 420ml; ainda em hemodiálise veno-venosa contínua com ultrafiltração de 20ml/h; apresentou apenas 50ml de débito urinário e teve uma evacuação pastosa em grande quantidade. Ao serem desconsideradas as perdas insensíveis, o balanço hídrico de ontem dessa paciente foi de