A.G.S, masculino, 41 anos, hipertenso, diabético, sequelado de AVEH com hemiparesia E, cor parda, solteiro, duas filhas, lavrador e pedreiro, alfabetizado, católico, natural de Picos-PI. Apresenta histórico de HAS e antecedentes familiares de AVE (a mãe e o pai do mesmo tem sequelas de AVE), é tabagista e etilista, desconhecia que era hipertenso, seguia dieta rica em lipídios, alimentando-se de comida requentada diariamente, segundo relata a acompanhante e também sua irmã. Proveniente do hospital de Picos-PI, onde se encontrava internado desde 20 de dezembro de 2013, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de urgência hipertensiva (PA=240/120 mmHg), associado a hemiparesia esquerda, insuficiência respiratória por broncoaspiração e insuficiência renal aguda (IRA), em comatoso, grave, Glasgow 8. Foi assistido inicialmente com intubação (TOT nº 7,5) e instalado ventilação mecânica modo ventilação com pressão controlada (PCV) com FiO2 de 100% e PEEP de 8cm H2O. Ausculta pulmonar com creptos bilaterais e roncos difusos. Asculta cardíaco normal. Realizado cateterismo nasogástrico e mantido aberto; diurese por sonda vesical de demora, poliúrico; evacuações presentes e normais. Realizou coletas de exames bioquímicos; Rx do tórax e TC do crânio. De acordo com o caso clínico acima responda às questões 47 e 48.
De acordo com os níveis pressóricos do paciente na admissão, qual alternativa corresponde a sua Pressão Arterial média (PAM)?