Em relação as fases clínicas do parto, a melhor situação é:
SITUAÇÃO 1:
• Primeira fase ou fase de dilatação: período de intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser ativa (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e latente (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 2 a 5 horas; contrações lentas, intervalos de 10 a 15minutos. Começa vontade incontrolável de fazer força para baixo;
• Terceira fase ou fase de dequitação: período de tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Realiza-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: período da primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 2:
• Primeira fase ou fase de dilatação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação rápida e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 2 a 5cm, dura até 18 horas);
• Segunda fase ou fase de dequitação: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 20 a 50 minutos; Contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa vontade incontrolável de fazer força para baixo; Rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de expulsa: o tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Realizase a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; Observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 3:
• Primeira fase ou fase de dilatação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, dura de 20 a 50minutos. Contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo; rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de dequitação: tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 4:
• Primeira fase ou fase de dilatação: período de intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação rápida e padrão contrátil regular, levar de 2 a 4 horas) e Ativa (não há padrão de dilatação, porém, quando ocorre, é irregular e doloroso, dilatação cervical de 1 a 2cm, dura até 12 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 20 a 50 minutos; contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo; rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de dequitação: período de tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: período da primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 5:
• Primeira fase ou fase de dequitação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 1 a 4 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de dilatação: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, dura de 20 a 50minutos; contrações fortes com intervalos de 12 a 20minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo;
• Terceira fase ou fase de expulsão: tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; Observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
Assinale a alternativa que indica a situação correta: