“Apesar de sua implementação se encontrar em processo de validação, mas que já vem demonstrando resultados plausíveis, as técnicas que perfazem o manejo integrado do fogo (MIF) contribuem para a redução das áreas queimadas, dos riscos de ignição e de propagação, uma vez que pode se reduzir a quantidade de material combustível, a diminuição dos gases causadores do efeito estufa e os problemas de saúde humana e, principalmente, o envolvimento e a aproximação da gestão empresarial com a sociedade do seu entorno. O MIF, portanto, atua de forma holística, visto que considera o fogo mais um elemento de manejo e que incorpora as dimensões ecológica, socioeconômica e o manejo propriamente dito (prevenção, supressão e uso do fogo). Não é, portanto, sinônimo de queima prescrita e tampouco prescinde das ações de supressão e controle de incêndios”.
Fonte: ALVES, Marcos Giongo; CACHOEIRA, Jader Nunes. Manejo integrado do fogo. Disponível em: <https://florestal.revistaopinioes.com.br/revista/detalhes/17-manejo-integrado-do-fogo/> . Acesso em: 1 out. 2019.
Considerando o “Manejo integrado do fogo” e os “incêndios florestais”, avalie as afirmativas a seguir:
I - Incêndios superficiais são os mais comuns e queimam a camada humífera, o tapete herbáceo, árvores pequenas e qualquer material orgânico existente no solo.
II - Incêndios subterrâneos são ocasionados pelo fogo sob a superfície do solo, por conta do acúmulo de matéria orgânica.
III - O “Índice de Schumacher & Hall” é um sistema de previsão de incêndios florestais que faz uso de informações como o número de dias sem chuvas, o nível de umidade e a temperatura do ar.
IV - O grau de inclinação do terreno influencia na propagação do fogo. Quanto mais acentuado for, mais rápido é o avanço do incêndio.
Está CORRETO o que se afirma em: