Neste tipo de classificação de uma comunidade, têm-se como ponto de partida a menor unidade de um domínio florístico. Procura-se inventariar uma associação com o uso da curva “espécie/área mínima”, que, empiricamente, delimita a menor unidade espacial do ambiente biótico. Estabelecida a associação e determinado o seu nome pelo inventário das espécies características, procura-se levantar outras áreas de igual tamanho, com o objetivo de mostrar outras categorias da comunidade, tais como: subassociação, variante, fácies e sociação.
IBGE. Manual Técnico da Vegetação Brasileira. 2012.
O texto refere-se ao sistema de classificação e de levantamento da vegetação de determinada comunidade a partir de informações relacionadas à (ao)