Entrar subitamente em água abaixo de 15 °C provoca o “choque ao frio”: rápida hiperventilação e vasoconstrição periférica durante os primeiros minutos. Em seguida, instala-se o reflexo de mergulho, com apneia, bradicardia e desvio do fluxo sanguíneo para coração e cérebro, poupando O2. Quando a temperatura do corpo cai para 32 °C (hipotermia moderada), ocorrem profundas alterações na fisiologia cerebral. Esses mecanismos explicam por que vítimas resgatadas em água a 8 °C podem manter a consciência apesar da frequência cardíaca muito baixa.
(Disponível em: <https://revistaft.com.br/as-rospostas-iniciais-a-imorsao-em-agua-fria-om-homens>. Acesso em 03/08/25)
Em um resgate, bombeiros retiram um alpinista de uma cachoeira. Ele estava com grande parte do corpo imerso em água a 8 °C por cerca de 15 minutos. Os oficiais constataram que sua temperatura central era de 32 °C, com bradicardia marcada, e que estava consciente. O fator fisiológico que melhor explica a manutenção da função neurológica nessa situação é: