As principais técnicas de detecção de parasitos sanguíneos são o estiraço ou esfregaço de sangue, quando se utiliza em média 30μm, e a técnica de Gota espessa, quando se utiliza em média 60μm de sangue. Tanto protozoários (Plasmodium sp, Trypasoma cruzi) quanto helmintos (Wuchereria bancrofti) podem ser detectados, e a escolha entre as duas técnicas vai depender do que se quer pesquisar. A principal diferença nas etapas operacionais do material processado, entre a técnica de estiraço sanguíneo e gota espessa de sangue é a