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De Teresina a São Luís

Peguei o trem em Teresina

Pra São Luís do Maranhão

Atravessei o Parnaíba

Ai, ai que dor no coração

O trem danou-se naquelas brenhas

Soltando brasa, comendo lenha

Comendo lenha e soltando brasa

Tanto queima como atrasa

Tanto queima como atrasa

Bom dia, Caxias, .

Terra morena de Gonçalves Dias

Dona Sinhá avisa pra seu Dá

Que eu tô muito avexado

Dessa vez não vou ficar

O trem danou-se naquelas brenhas

Soltando brasa, comendo lenha

Comendo lenha e soltando brasa

Tanto queima como atrasa

Tanto queima como atrasa

Boa tarde, Codó, do folclore e do catimbó

Gostei de ver cabrochas de bom trato

Vendendo aos passageiros

"De comer" mostrando o prato

O trem danou-se naquelas brenhas

Comendo lenha e soltando brasa

Tanto queima como atrasa

Tanto queima como atrasa

Alô Coroatá, os cearenses acabam de chegar

Pra meus irmãos uma safra bem feliz

Vocês vão para Pedreiras e eu vou pra São Luís.

(De Teresina a São Luís. Composição: Helena Gonzaga e João do Vale. RCA Victor, 1962.)

A letra da conhecida música composta por João do Vale e cantada por tantos outros destaca de maneira bastante afetiva:

 

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