De acordo com Raichelis (2011), “no Brasil, onde a
precarização do trabalho, a rigor, não pode ser tratada
como um fenômeno novo, considerando sua existência
desde os primórdios da sociedade capitalista urbano-industrial, as diferentes formas de precarização do
trabalho e do emprego assumem na atualidade novas
configurações e manifestações, especialmente a partir
dos anos 1990, quando se presenciam mais claramente
os influxos da crise de acumulação, da contrarreforma
do Estado e da efetivação de”: