Sobre a resistência aos inibidores de tirosinoquinase, é correto afirmar:
A causa mais frequente de resistência primária é a ocorrência de mutações na região do ATP no gene BCR-ABL.
A mutação T315 I é sensível apenas aos inibidores de segunda geração.
A mutação da alça P Y253F é sensível in vitro ao dasatinibe.
A análise mutacional deve ser feita ao diagnóstico e definirá a escolha terapêutica.
A mutação T315I se localiza na alça A.
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