Mulher, 48 anos, admitida na Unidade de Terapia Intensiva com insuficiência respiratória aguda associada à parestesia e hiporreflexia, sendo realizada intubação orotraqueal; ao ser realizado eletrocardiograma, foi constatado alargamento de QRS, mas antes de qualquer conduta, evoluiu com parada cardiorrespiratória em fibrilação ventricular. Diante desse caso e de acordo com as diretrizes mais recentes para o suporte avançado de vida cardiovascular, é correto afirmar que